<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605</id><updated>2011-10-06T07:00:08.348-07:00</updated><title type='text'>TVbio O Canal do Meio Ambiente</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>57</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7724601341434966137</id><published>2008-12-08T11:36:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T11:40:25.744-08:00</updated><title type='text'>O EREEAmb – Encontro Regional dos Estudantes de Engenharia Ambiental,</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/ST13wA8uD8I/AAAAAAAAA3Q/AvOhOUs_jeo/s1600-h/id1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 279px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/ST13wA8uD8I/AAAAAAAAA3Q/AvOhOUs_jeo/s320/id1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277506005120192450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Release &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O EREEAmb – Encontro Regional dos Estudantes de Engenharia Ambiental, surgiu da eminente necessidade da difusão de idéias entre os estudantes da região Norte/Nordeste, assim surgindo de uma iniciativa do Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental – CAEAmb – UFAL, também incentivada pela ENEEA – Executiva Nacional dos estudantes de Engenharia Ambiental, logo este encontro inédito será sediado na cidade de Maceió – AL, conhecido como paraíso das águas no período de 11 à 17 de Janeiro de 2009, tendo como tema “O Avanço Tecnológico aplicado ao desenvolvimento sustentável”, contendo a mesma estrutura programática do ENEEAmb e com muitas novidades!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Avanço tecnológico aplicado ao desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;Porque do Tema?&lt;br /&gt;No então século XXI, a grande preocupação do mundo é como deve se encaminhar as políticas de sustentabilidade e medidas para diminuir os impactos ao meio ambiente, logo são feitas muitas pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias para preservação do meio, seja o tipo de papel utilizado em sua casa, o carro que você vai ao trabalho até os impactos gerado pelos diversos tipos de indústria.&lt;br /&gt;Por isso se faz a necessidade, dos futuros engenheiros ambientais, terem um contato com essas tecnologias e meios para obtenção das mesmas, como profissionais mais capacitados para atuarem nesta área.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SITE: http://www.ereeamb.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Fazer Minha Inscrição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ereeamb.com.br/?pag=inscricoes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7724601341434966137?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7724601341434966137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7724601341434966137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7724601341434966137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7724601341434966137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/12/o-ereeamb-encontro-regional-dos.html' title='O EREEAmb – Encontro Regional dos Estudantes de Engenharia Ambiental,'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/ST13wA8uD8I/AAAAAAAAA3Q/AvOhOUs_jeo/s72-c/id1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7074626068416412989</id><published>2008-03-26T15:23:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T15:24:49.422-07:00</updated><title type='text'>Competitividade responsável interessa a todos nós</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o nome sugere, trata-se de um tipo de competitividade que privilegia o desenvolvimento sustentável, partindo da premissa de que, cada vez mais, os mercados globais recompensarão os modelos de negócio com melhores resultados sociais, ambientais e econômicos. Segundo a AccountAbility, organização inglesa que cunhou a expressão, nações que estimulem práticas comerciais baseadas nesse novo conceito, por meio de políticas públicas, normas sociais e ações de cidadania, certamente obterão sucesso econômico mais consistente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Competitividade lembra mercado. E mercado remete á noção de lucro. Logo, competitividade responsável é idéia que deriva de uma nova compreensão, por parte dos mercados de que o padrão atual do lucro impaciente, aquele que remunera o investidor no curto prazo, com alta geração de passivo para pessoas (desigualdades, migrações desenfreadas, desrespeito a direitos humanos e corrupção) e meio ambiente (esgotamento de recursos naturais já escassos) chegou a um tal nível de irresponsabilidade que ameaça inviabilizar o que dá sustentação às sociedades. Sem sociedades sustentáveis, os mercados se tornam ilegítimos e enfraquecem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os idealizadores da competitividade responsável, os atuais dilemas sociais como a pobreza, e ambientais, como as mudanças climáticas, representam, mais do que um risco, uma fonte de oportunidades para criação de valor econômico. Sintetizam um novo campo de possibilidades para os negócios que nascerá da capacidade empresarial de inovar em produtos e processos aliada à firmeza de governos na tarefa de criar regulamentações adequadas e encorajar novas formas de colaboração intersetorial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As projeções são alentadoras. Estima-se que, em 2050, os mercados para tecnologias de baixa emissão de carbono movimentarão U$ 500 bilhões. Garantir, por exemplo, que as mulheres tenham as mesmas oportunidades de trabalho vai gerar U$ 40 bilhões para os países da Ásia e do Pacífico. E adotar práticas de governança e transparência poderá recuperar o prejuízo dos 10% do PIB engolidos todos os anos pela corrupção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para definir o nível de competitividade responsável de um país, a AccountAbility criou um índice, a partir de 21 indicadores, divididos em três categorias. Na que se denomina Impulsionadores de Políticas, destacam-se sete medidas relacionadas a políticas públicas que incentivam práticas empresariais responsáveis (tratados ambientais e de direitos trabalhistas, ambiente fiscal, políticas de emprego, empregos para mulheres, regulamentação ambiental e emissão de carbono). A categoria Ação Empresarial compreende sete medidas que se referem a sistemas de gestão focados em governança, preocupações sociais e ambientais (conselhos corporativos, códigos de ética nas empresas, isonomia salarial, padrões de auditoria e contabilidade, treinamento de pessoas, certificações ISO e acidentes de trabalho). Já a de Habilitadores Sociais aborda sete medidas relativas ao ambiente social e político no qual as empresas, governos e organizações da sociedade civil estabelecem cooperação efetiva para a mudança dos mercados (corrupção, engajamento de consumidores, liberdade de imprensa, número de ONGs, liberdades civis e impacto da qualidade do ar e da água para os negócios). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pesquisa realizada pela consultoria inglesa, em 2007, com 108 países, o Brasil aparece em na posição de número 56, com (ICR) Índice de Competitividade Responsável de 55. Está literalmente no meio da tabela. Se a amostragem fosse uma classe que tem como melhores alunos a Suécia (ICR de 81.5%), Dinamarca (81), Finlândia (78.7), Islândia (76,7) e Reino Unido (75,8), o Brasil seria um aluno apenas mediano e esforçado. Segundo o estudo que divide os países em quatro clusters (Inovadores, Assertivos, Cumpridores e Iniciantes), figuramos entre os Cumpridores, junto com Índia, México e outras 29 nações que têm avançado na direção de padrões trabalhistas, ambientais e de qualidade internacionais, mas que ainda enfrentam desafios importantes na construção de políticas públicas estimuladoras, na implantação de modelos de gestão socioambientalmente responsáveis e no maior engajamento da sociedade civil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, como na maioria dos outros países cumpridores, os governos ainda não se deram conta da importância estratégica da competitividade responsável, muitas corporações seguem apegadas a modelos de negócios perdulários e a sociedade civil não se apercebeu de que esse conceito pode gerar oportunidades de valor não só para empresas mas também pra consumidores e comunidades. Há, portanto, muito trabalho por se fazer. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;* Ricardo Voltolini é publisher da revista Idéia Socioambiental e diretor da consultoria Idéia Sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Idéia Socioambiental)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7074626068416412989?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7074626068416412989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7074626068416412989' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7074626068416412989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7074626068416412989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/competitividade-responsvel-interessa.html' title='Competitividade responsável interessa a todos nós'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-2000232479514677598</id><published>2008-03-25T16:36:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T15:28:50.134-08:00</updated><title type='text'>Atlas mapeia as alterações climáticas no planeta e mostra como enfrentá-las</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R-mNEI_fAaI/AAAAAAAAAzA/_tYFxj7g9Og/s1600-h/BANDEIRA+OLHO.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R-mNEI_fAaI/AAAAAAAAAzA/_tYFxj7g9Og/s320/BANDEIRA+OLHO.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181827948539216290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;As primeiras conseqüências das alterações climáticas já podem ser notadas. No Alasca, por exemplo, os moradores já vêem algumas de suas casas derretendo devido a um aquecimento de 4º C. No mundo já se discute como frear estas mudanças para que elas não cheguem a níveis ameaçadores para a vida no planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Atlas da Mudança Climática", da Publifolha, apresenta os pontos cruciais que ajudam a entender as causas dessa nova realidade e os possíveis impactos na vida de todos. A publicação é uma fonte valiosa de informação para interessados em questões ambientais, professores, estudantes e responsáveis por políticas públicas e privadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro trata das conseqüências das mudanças climáticas no futuro próximo, da necessidade de redução da emissão de gás carbônico, além das ações necessárias para evitar catástrofes, entre outras questões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricamente ilustrado com mais de 50 mapas e gráficos, o Atlas traz dados completos de 192 países e apresenta um capítulo especial sobre o Brasil com informações completas sobre as alterações em cada região e discute a participação do país na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e no Protocolo de Kyoto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume também discute as ações públicas e individuais que podem ser tomadas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e as alterações climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kirstin Dow é professora associada do Departamento de Geografia da University of South Carolina e pesquisadora sênior convidada do Stockholm Environment Institute. Seus temas de pesquisa são sempre relacionados ao clima, à vulnerabilidade, às mudanças ambientais e à sociedade. Ela é conselheira nacional da Association of American Geographers, colaboradora da Millennium Ecosystem Assessment e investigadora-chefe da rede RISA (Regional Integrated Science and Assessment) da NOAA, que pesquisa sobre o clima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thomas E. Downing é diretor do Stockholm Environment Institute, Oxford Office, e colaborador visitante da Queen Elizabeth House, University of Oxford. Na ReFoundation de Munique é catedrático em vulnerabilidade social no Instituto para o Meio Ambiente e Segurança Humana das Nações Unidas. Seus temas de pesquisa estão ligados ao clima e à sociedade. Ele integra o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, já dirigiu a Força-Tarefa sobre Vulnerabilidade da International Geographical Union e ainda é conselheiro do Programa de Impactos Ambientais do Comitê para o Desenvolvimento Internacional da Câmara dos Comuns no Reino Unido. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Atlas da Mudança Climática" &lt;br /&gt;Autores: Kirstin Dow e Thomas E. Downing &lt;br /&gt;Editora: Publifolha &lt;br /&gt;Páginas: 112 &lt;br /&gt;Quanto: R$ 29,90 &lt;br /&gt;Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou no site da Publifolha &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Mercado Ético)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-2000232479514677598?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/2000232479514677598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=2000232479514677598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/2000232479514677598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/2000232479514677598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/atlas-mapeia-as-alteraes-climticas-no.html' title='Atlas mapeia as alterações climáticas no planeta e mostra como enfrentá-las'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R-mNEI_fAaI/AAAAAAAAAzA/_tYFxj7g9Og/s72-c/BANDEIRA+OLHO.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5723618300475374797</id><published>2008-03-25T16:19:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T16:20:17.748-07:00</updated><title type='text'>MMA firma acordo com supermercadistas para reduzir emissões</title><content type='html'>Por Lucia Leão, do MMA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Ministério do Meio Ambiente, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) assinam, no dia 26 de março (quarta-feira), Acordo de Cooperação Técnica com vistas a reduzir a emissão de SDOs (Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio) dos aparelhos de refrigeração utilizados pelos supermercados brasileiros. Estima-se que esses equipamentos sejam responsáveis pelo lançamento de quatro mil toneladas/ano de gases CFCs (clorofluorcarbono) e HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), equivalente a cerca de 40% de toda a emissão desses gases no País. Em termos de efeito estufa, essa quantidade equivale a 7 milhões de toneladas de CO2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo prevê a difusão de informações para a conscientização dos 74 mil supermercadistas do País para os benefícios ambientais e econômicos da substituição, ou, se não for possível, da boa manutenção dos freezers, refrigeradores, balcões frigoríficos, ar-condicionados e outros aparelhos de tecnologia obsoleta, que ainda utilizam SDOs. "É um jogo de ganha-ganha. As boas práticas de manuseio e a boa manutenção desses equipamentos, além do benefício ambiental da redução do uso de CFCs e HCFCs, reduzem o consumo de energia, um benefício econômico para os empresários", constata o diretor do Departamento de Mudanças Climáticas, Ruy de Goes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do MMA também destaca que o acordo prepara o setor supermercadista para o cumprimento do Protocolo de Montreal, através do qual 191 países se comprometeram a abandonar, gradativamente, a utilização de SDOs. Em obediência ao Protocolo, desde o ano passado o Brasil já não importa nem produz CFC e, a partir de 2012, restringirá também o uso do HCFC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo entre MMA, Abras e Abrava não prevê aporte de recursos, mas ação compartilhada para o levantamento e diagnóstico, planejamento estratégico, assessorias técnicas e programas educativos. A iniciativa visa aumentar a eficiência energética dos equipamentos de refrigeração das lojas, por meio da conscientização e incentivo das Boas Práticas de Uso e Manutenção e, paralelamente, obter a redução gradual da emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(MMA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5723618300475374797?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5723618300475374797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5723618300475374797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5723618300475374797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5723618300475374797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/mma-firma-acordo-com-supermercadistas.html' title='MMA firma acordo com supermercadistas para reduzir emissões'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5282894280384941160</id><published>2008-03-25T16:17:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T16:18:59.658-07:00</updated><title type='text'>Esquenta a crise da água</title><content type='html'>Por Thalif Deen* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A crise hídrica mundial, agravada pela mudança climática, não se restringe aos países pobres. Mais de cem milhões de europeus sofrem falta de água potável, afirmam especialistas. Quando o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, falou em janeiro no Fórum Econômico Mundial de Davos, seu tema não foi a iminente recessão da economia global, mas a crescente escassez de água. “A falta de recursos hídricos pode agravar e iniciar conflitos”, disse Ban aos magnatas dos negócios, acadêmicos e autoridades, que se reúnem uma vez por ano nesse centro turístico suíço. “Na medida em que a economia cresce, se torna mais sedenta”, alertou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carência de água potável para mais de um bilhão de pessoas e de saneamento para mais de 2,5 bilhões constitui “uma devastadora crise humanitária”, afirmou Anders Berntell, diretor-executivo do Instituto Internacional da Água, com sede em Estocolmo. “É uma crise de manejo, não da água propriamente dita, porque se deve à ausência crônica de fundos e à incompreensão de que é preciso saneamento e higiene em nível local”, disse Berntell ao Terramérica. “Isto pode ser resolvido com a melhoria do gerenciamento, aumento dos recursos e sustentação dos esforços para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, como erradicar a pobreza extrema e a fome, e adequar a provisão de água e esgoto, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo divulgado pela ONU às vésperas do Dia Mundial da Água, celebrado no dia 22 de março, afirma que a escassez não está confinada às nações pobres, e que também ameaça mais de cem milhões de europeus. Quase 40 meninos e meninas, a maioria da Europa oriental, morrem por dia vitimas de uma doença ligada à água: a diarréia. No leste europeu, quase 16% da população não tem água potável em casa, e nas zonas rurais mais da metade dos habitantes vive sem ela e sem saneamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos de mau a pior, “pelo desperdício e fracasso dos governos em comprometer as comunidades locais na administração hídrica”, afirmou Sunita Narain, diretora do Centro para a Ciência e o Meio Ambiente, com sede em Nova Délhi, e ganhadora, em 2005, do Prêmio Estocolmo da Água. “Não conseguimos, como sociedade, usar pequenas quantidades de água para conseguir grandes resultados de produtividade”, afirmou. E o mundo ainda enfrenta um novo desafio, o da mudança climática, disse Narain ao Terramérica. “E é sobre isto que não estamos fazendo nada, apesar de que se colocará em risco a segurança hídrica de grandes populações que já estão à beira da sobrevivência”, ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berntell alertou que isto acontece “em um mundo que tem os meios financeiros e técnicos para pôr fim a esses dois escândalos. Temos de encontrar a forma de administrar os recursos hídricos, no que se refere à contaminação, e atender a demanda por alimentos de uma população que aumentará em mais de três bilhões de pessoas até 2050”, afirmou. “Também devemos dar resposta ao problema da água e do clima. Tudo pode ser muito mais desesperador e grave se não dermos os passos corretos”, acrescentou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista considera importante distinguir entre dois fenômenos: a crise dos recursos hídricos – causada pela superexploração agrícola e industrial e pela contaminação – e os problemas de fornecimento de água e saneamento. Em uma declaração publicada no dia 19, a conservacionista União Mundial para a Natureza (UICN) advertiu que muitos rios de países em desenvolvimento e de potências emergentes sofrem uma contaminação próxima do colapso. “O Rio Yangtzé, o mais longo da China, está envenenado por resíduos agrícolas e industriais”, disse a UICN. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário da ONU argumentou que a matança na região de Darfur, no Sudão, está ligada à mudança climática. “Não é casualidade que a violência tenha explodido durante a seca”, afirmou Ban. Quando a terra de Darfur era rica, os agricultores negros davam as boas-vindas aos pastores árabes e compartilhavam a água. Com a seca, os agricultores cercaram suas terras para impedir o excesso de pastoreio. “Pela primeira vez, desde tempos imemoriais, não havia alimento e água suficientes para todos. A luta eclodiu”, descreveu Ban Ki-moon. “A água é um clássico recurso de propriedade comum. Ninguém tem o problema, portanto, ninguém tem a solução”, ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, a comunidade internacional “tentou entender a natureza da crise e atrair a atenção sobre ela, embora de forma débil e difusa”, disse Narain ao Terramérica. “Ainda não se entende como a falta de água afeta as comunidades e, portanto, as Nações Unidas se dedicam a buscar rápidas soluções técnicas para o que é, em primeiro lugar, uma questão de gerenciamento”, acrescentou. Berntell vê de outra forma: “Sem dúvida a água, e, sobretudo o saneamento, estão muito abaixo na agenda internacional”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o fato de a ONU declarar 2008 como Ano Internacional do Saneamento catalisou a ação e a atenção em questões sanitárias e de higiene, que são críticas, acrescentou. Contudo, as Nações Unidas “devem melhorar sua coordenação em matéria de controle e informação. Não se pode continuar publicando tantos informes simultâneos sobre temas superpostos”, criticou Berntell. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINKS EXTERNOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ Instituto Internacional da Agua, em inglês &lt;br /&gt;http://www.siwi.org/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ Centro para a Ciência e o Ambiente, em inglês &lt;br /&gt;http://www.cseindia.org/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;* O autor e correspondente da IPS. Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde. &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Terramérica)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5282894280384941160?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5282894280384941160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5282894280384941160' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5282894280384941160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5282894280384941160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/esquenta-crise-da-gua.html' title='Esquenta a crise da água'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8844506977431333365</id><published>2008-03-25T16:16:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T16:17:09.005-07:00</updated><title type='text'>Estudo aponta contaminação em 70% das águas superficiais do Brasil</title><content type='html'>Por Luana Lourenço, da Agência Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A poluição tornou 70% das águas de rios, lagos e lagoas do Brasil impróprias para o consumo. É o que aponta relatório editado pela organização não-governamental Defensoria da Água, ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, que traz dados do período 2004-2008, envolveu 423 pesquisadores, 830 monitores de campo e cerca de 1.500 voluntários, que identificaram 20.760 áreas de contaminação em todo o país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à primeira edição do documento, divulgado em 2004, a contaminação das águas superficiais cresceu 280%, dado que torna do Dia Mundia da Água, celebrado dia 22/3, um momento de reflexão sobre a necessidade de medidas urgentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nesse ritmo, se nada for feito, nos próximos quatro anos 90% das águas estarão impróprias para o contato humano, sendo que atualmente mais de 70% já é imprópria para o consumo”, diz o texto dos pesquisadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais causas da contaminação são atribuídas principalmente ao agronegócio e à atividade industrial. “Há uma falta generalizada de controle e de fiscalização da geração, da destinação e do tratamento de resíduos, sejam eles urbanos, de saúde ou residenciais”, avalia o secretário-geral da Defensoria da Água, Leonardo Morelli. &lt;br /&gt;De acordo com o relatório da ONG, a mineração, a produção de suco de laranja e de derivados da cana-de-açúcar são “destaques negativos” pelos problemas ambientais provocados pelo descarte inadequado de resíduos industriais e pelas conseqüências sociais ligadas aos empreendimentos, como exploração de mão-de-obra e avanço sobre áreas indígenas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento critica ainda a “euforia” com a produção de biodiesel, o que, segundo a ONG, demonstra “uma tendência para a economia agrícola, com empresas petrolíferas altamente contaminadoras apropriando-se indevidamente do discurso do uso de elementos naturais que na verdade mascaram as tentativas de sobrevida dos combustíveis fósseis”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lançamento de esgotos diretamente nos rios e a exposição de resíduos em lixões também são apontadas como causas do crescimento contínuo da poluição das águas, principalmente em áreas urbanas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A existência de lixões continua sendo uma realidade irrefutável em mais de 4,7 mil municípios sendo que a deposição de resíduos sem controle ou proteção continua ocorrendo nas margens de cursos de água e proximidades de nascentes”, relata o texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um agravante, segundo a ONG, é que menos de 3% dos lixões enquadram-se na categoria de “aterros controlados”, por exemplo. Além disso, o país conta com cerca de 20 aterros devidamente licenciado e com capacidade para receber lixo hospitalar infectante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o relatório, as 20.760 áreas de contaminação mapeadas pelos pesquisadores afetam diretamente cinco milhões de pessoas, além de outras 15 milhões de vítimas de impactos indiretos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas 25% do esgoto coletado no país é tratado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números do saneamento básico mostram que o Brasil ainda tem muito a avançar na data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) comemora o Dia Mundial da Água. O índice médio de coleta de esgotos no país é de 69,7%, sendo que o tratamento atinge apenas 25%. Os números são do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do Ministério das Cidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONU elegeu 2008 como o Ano do Saneamento e deve recomendar aos países a formulação de políticas públicas para universalizar o acesso a esse serviço. “No mundo todo, 2,6 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento e estão expostas diariamente a doenças, como diarréia e cólera”, aponta o representante da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO), José Turbino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números de coleta e tratamento de esgotos no Brasil refletem diferenças regionais históricas do país: no Sudeste, o índice de coleta é de 91,4%, já na região Norte, não chega a 9% das habitações. “Temos uma distribuição desigual do desenvolvimento e, evidentemente, a conseqüência disso é que as políticas públicas muitas vezes também acompanham esse desnível. [A diferença] é decorrência da falta de políticas de saneamento no âmbito nacional em sucessivos governos”, avalia secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Luciano Zica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as capitais, as diferenças chegam a mais de 90%. Enquanto em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre a coleta de esgoto atinge quase toda a população (com índices superiores a 85%), em Porto Velho, apenas 2,2% têm saneamento básico. Os dados fazem parte de um relatório do Instituto Socioambiental (ISA), que traça um panorama do alcance de sistemas de saneamento no país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um dos principais desafios do Brasil é a coleta e tratamento de esgoto, em especial nas áreas mais urbanizadas. Tivemos um período muito grande de descaso, há um déficit a ser cumprido. Temos que parar de transformar o Brasil, que é o país dos rios, no país dos esgotos”, alerta uma das coordenadoras do ISA Marussia Whately. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de investimentos em programas de saneamento, Whately também aponta a necessidade de políticas específicas para tratamento de resíduos sólidos, avaliação compartilhada pelo representante do MMA. “A questão do ambiente urbano e dos resíduos sólidos foram agregadas ao debate dos recursos hídricos, que até bem pouco tempo eram políticas bem desfocadas. Teremos condições de trabalhar de forma harmônica segmentos que têm impactos diretos na qualidade da água; não há como dissociar a questão do lixo da boa gestão da água”, avalia Zica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério das Cidades prevê a aplicação de R$ 40 bilhões até 2010, no chamado PAC do Saneamento, em referência ao Programa de Aceleração do Crescimento. A previsão de investimentos precisa ser cumprida para que o país alcance a meta estabelecida pela ONU nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8844506977431333365?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8844506977431333365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8844506977431333365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8844506977431333365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8844506977431333365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/estudo-aponta-contaminao-em-70-das-guas.html' title='Estudo aponta contaminação em 70% das águas superficiais do Brasil'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5400135644550572217</id><published>2008-03-25T16:12:00.000-07:00</published><updated>2008-03-25T16:15:06.754-07:00</updated><title type='text'>Desperdício diário de água é suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas</title><content type='html'>Por Luana Lourenço, da Agência Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diariamente nas capitais brasileiras o desperdício de água potável equivale a 2.500 piscinas olímpicas (em média 2,5 milhões de litros de água). E a culpa neste caso, não é do consumidor. A perda de cerca de seis bilhões de litros – o suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas – acontece entre a retirada dos mananciais e a chegada às torneiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números fazem parte de um relatório do Instituto Socioambiental (ISA), que traça um panorama do alcance de sistemas de saneamento básico e do volume de desperdício de águas no país. De acordo uma das coordenadoras do ISA Marussia Whately, as perdas são causadas por vazamento nas redes de abastecimento, sub-medição nos hidrômetros e fraudes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A maioria das capitais – 15 das 27 – perdem mais da metade da água produzida”, de acordo com o relatório. Porto Velho, capital de Rondônia, é a campeã em desperdício, com 78,8% de perda. As cidades de Rio Branco, de Manaus e de Belém também têm índices superiores a 70%. O desperdício nessas capitais seria suficiente para abastecer quase cinco milhões de habitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a superintendente de Produção de Água da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Tânia Baylão, a redução de desperdício passa por garantia de investimentos nas redes e atendimento rápido de notificações de vazamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Combater a perda tem que ser uma diretriz básica, temos inclusive uma linha de financiamento prioritária para isso”. O Distrito Federal é a unidade da federação com o menor registro de perda na distribuição, com 27,3%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da perda na distribuição, o relatório também apresenta um mapa do consumo doméstico de água e mostra que a média nacional, de 150 litros per capita, está 40 litros acima do recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória, o consumo ultrapassa 220 litros por dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Infelizmente, o brasileiro acha que como temos bastante água no Brasil, não é preciso economizar. Pelo contrário, temos regiões em que se você dividir o volume de água pela população, podemos considerá-las como áreas de déficit hídrico, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo”, explicou o chefe das assessorias da Agência Nacional de Águas (ANA), Antônio Félix Domingues. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A representante do ISA Marussia Whately aponta a conta de água conjunta em condomínios residenciais como uma das causas do alto consumo em regiões urbanas. “O usuário acaba não tendo o mesmo cuidado com o aumento do consumo de água assim como tem com a conta de luz”, compara. Ela defende que “pequenas transformações em hábitos diários podem gerar grandes mudança” e acredita que a conscientização é uma das ferramentas para diminuir o desperdício. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5400135644550572217?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5400135644550572217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5400135644550572217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5400135644550572217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5400135644550572217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/desperdcio-dirio-de-gua-suficiente-para.html' title='Desperdício diário de água é suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-626022027736443230</id><published>2008-03-19T00:30:00.000-07:00</published><updated>2008-03-19T00:31:27.497-07:00</updated><title type='text'>Energia de gás natural e de biomassa de cana complementarão hidreletricidade, diz EPE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Paulo Montoia, da Agência Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento energético do governo prevê uma ampliação rápida e significativa da oferta de gás natural neste ano e, para o ano que vem, a da energia termelétrica de biomassa de bagaço e de palha da cana-de-açúcar, segundo explicou em palestra hoje (17), em São Paulo, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Tolmasquim, o governo pretende ampliar a oferta de gás natural de 24,7 milhões de metros cúbicos por dia neste ano para até 70,8 milhões de metros cúbicos diários em 2012. “Neste ano, no Sudeste, vamos aumentar a oferta de gás de 16 milhões de metros cúbicos/dia para 40 milhões de metros cúbicos/dia até o final do ano. Sem contar que vai ter ainda o gás natural liquefeito, que vai começar em 100 milhões de metros cúbicos/dia. A demanda cresceu mais que a oferta em cerca de 16%, e estamos investindo para fazer um balanço entre oferta e demanda.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolmasquim informou que, entre as fontes de energia renováveis disponíveis, o governo pretende aproveitar o potencial da biomassa de cana. “No Brasil, o momento é de aposta na bioletricidade. Existe um potencial enorme em São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. É uma energia que é muito competitiva com a hidreletricidade, não polui e não onera o consumidor.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele explicou que dois terços da energia de uma cana-de-açúcar estão concentradas no bagaço e na folhagem (palha). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para viabilizar a oferta de energia termelétrica de cana-de-açúcar ao Sistema Integrado Nacional, o governo publicou em 17 de janeiro o Decreto 6.353, que regulamenta a chamada energia de reserva. O primeiro leilão desse tipo de energia está marcado para 30 de abril. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolmasquim considerou uma confusão de entendimento entre a produção real e a potencial a afirmação do coordenador nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens, e André Sartori,que na semana passada disse à Agência Brasil que no Brasil não é mais necessário construir represas hidrelétricas porque a demanda está em torno de 50 mil megawatts e a potência instalada, em 90 mil megawatts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje no Brasil nós temos cerca de 100 mil megawatts de capacidade instalada, se considerarmos a parte paraguaia de Itaipu. Mas esses 100 mil não estão gerando energia o tempo todo, porque as hidrelétricas não têm água para gerar energia o tempo todo. A produção atual está em torno de 50 mil, 55 mil megawatts”, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o quarto relatório de fevereiro, de acompanhamento do cenário energético da organização Acende Brasil, do Programa Energia Transparente – Monitoramento Permanente dos Cenários de Oferta e do Risco de Racionamento, comentado por Tolmasquim em São Paulo, a demanda de eletricidade estava em 53.2 mil megawatt médio contra uma oferta firme de 51.9 mil megawatt médio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Brasil)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-626022027736443230?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/626022027736443230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=626022027736443230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/626022027736443230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/626022027736443230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/energia-de-gs-natural-e-de-biomassa-de.html' title='Energia de gás natural e de biomassa de cana complementarão hidreletricidade, diz EPE'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5211550288331254921</id><published>2008-03-16T16:14:00.001-07:00</published><updated>2008-12-08T15:28:50.281-08:00</updated><title type='text'>Proprietários de APPs serão incentivados a restaurá-las e preservá-las</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R92qhWyjElI/AAAAAAAAAxM/r55EklyoaMM/s1600-h/apppreservada_4p.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R92qhWyjElI/AAAAAAAAAxM/r55EklyoaMM/s320/apppreservada_4p.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178482636575937106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Suelene Gusmão, do MMA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será instalado no dia 10 de março, às 14h, o Grupo de Trabalho (GT) interministerial que vai tratar da restauração e recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs). O GT será coordenado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF) e a secretaria-executiva estará a cargo do departamento de apoio ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Um dos principais objetivos do GT será o planejamento de uma campanha nacional com o título "Vamos cuidar das APPs", que além de informar à população sobre a questão destas áreas, vai incentivar seus proprietários a restaurá-las. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco conhecidas e pouco respeitadas, as APPs são todas áreas onde estão localizadas, por exemplo, as matas ciliares, as encostas com mais de 45 graus de inclinação, os manguezais, as restingas, as escarpas e que cujos proprietários têm obrigação de preservar. É a primeira vez que uma campanha, em nível nacional, alertará sobre a questão. Segundo a diretora adjunta do Dconama, Dominique Louette, a proposta é criar uma agenda positiva para incentivar, tanto do ponto de vista econômico como ambientalmente, os responsáveis por estas áreas a proceder sua restauração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da campanha nacional, o grupo de trabalho tem ainda por objetivo, de acordo com o estabelecido na Portaria nº 354, propor diretrizes, programas, instrumentos e ações direcionadas a estimular a restauração e Preservação das Áreas de Preservação Permanente (APPs); propor estratégias e instrumentos para o monitoramento das APPs; e promover a articulação com outras organizações públicas e privadas que desenvolvem atividades referentes ao tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GT sobre Restauração e Recuperação de Áreas de Preservação Permanente será composto por 20 órgãos, entidades e organizações não-governamentais. Entre eles, o MMA, o Ibama, a Agência Nacional de Águas (ANA), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério das Cidades, da Integração, de Minas e Energia, a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca, comunidade científica, entidades ou redes ambientalistas, Minist&lt;/strong&gt;ério Público Federal e Estadual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(MMA)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5211550288331254921?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5211550288331254921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5211550288331254921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5211550288331254921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5211550288331254921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/proprietrios-de-apps-sero-incentivados.html' title='Proprietários de APPs serão incentivados a restaurá-las e preservá-las'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R92qhWyjElI/AAAAAAAAAxM/r55EklyoaMM/s72-c/apppreservada_4p.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7987931940269231150</id><published>2008-03-16T16:09:00.000-07:00</published><updated>2008-03-16T16:10:44.783-07:00</updated><title type='text'>Mudança climática: Mentiras verdadeiras</title><content type='html'>Por Stephen Leahy, da IPS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As incomuns baixas temperaturas de inverno registradas em janeiro nos Estados Unidos parecem ter interrompido a hibernação dos que negam a mudança climática, pois lotaram sites da Internet com mensagens sobre o “grande engano do aquecimento global”. Inclusive organizaram uma conferência para sustentar sua postura, esta semana em Nova York. “O aquecimento do planeta não é uma crise global”, disse o Instituto Heartland, organizador da Conferência Internacional sobre Mudança Climática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heartland é conhecido por fazer lobby com seu perfil de direita e aceitar mais de US$ 500 mil do consórcio multinacional de petróleo ExxonMobil entre 1999 e 2005, segundo documentos da própria empresa divulgados pela organização ambientalista Greenpeace, e milhares de dólares mais da indústria do tabaco. Não surpreende terem enviado um comunicado, na terça-feira, no qual insistiam em que todos os esforços “para reduzir as emissões de dióxido de carbono sejam abandonados imediatamente”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso são alguns dos chamados gases causadores do efeito estufa aos quais a maioria dos cientistas atribui o aquecimento do planeta. “O aquecimento causado pelo homem é um engano total. Não se baseia em fatos”, vociferou Rush Limbaugh, um apresentador de rádio conservador em seu programa do dia 27 de fevereiro, com cerca de 13 milhões de ouvintes. “Frio e neve sem precedentes foram comuns em todo o hemisfério norte neste inverno”, garantiu Limbaguh. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hemisfério norte é mais do que Estados Unidos e Canadá. Também fez frio na China e no Oriente Médio, mas esteve bastante quente na Grã-Bretanha e na maior parte da Europa. No começo de fevereiro a temperatura esteve temperada em Edimburgo, com média de 14 graus, normal em julho para uma cidade escocesa. A previsão desta semana para Moscou, a capital mais ao norte do mundo, indica chuvas e uma temperatura média de três graus, e não neve e 10 graus abaixo de zero como é habitual. Essas temperaturas não provam nada. É apenas o tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o clima é algo totalmente diferente nas variações diárias de temperatura em qualquer lugar. O clima são as condições atmosféricas em um período limitado e em uma determinada região. Um janeiro frio é apenas o tempo que há nos Estados Unidos, nada mais. Os últimos dados da agência espacial norte-americana (Nasa) mostram que “as temperaturas globais caíram de forma drástica” no ano passado, chegou a dizer Limbaugh quando, de fato, esse organismo informou que em 2007 foi o segundo ano mais quente de que se tem registro. Refutar este fluxo de informação, ao que parece, inesgotável, para não mencionar as mentiras grosseiras, não tem sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos cientistas já não perde tempo porque sentem que responder a esses autoproclmados “cépticos da mudança climática” nada mais faz do que dar asas a eles e aos seus patrocinadores, corporações petrolíferas, entre outros. Longe de chamar pelo silêncio quando o mundo luta para compreender a realidade da mudança climática. Os que negam esse fenômeno nos Estados Unidos se mantêm firmes. O jornal The Washington Post informou no mês passado que uma nova organização, apoiada pela indústria do carvão, e seus aliados, lançou uma campanha de US$ 35 milhões para exaltar a oposição contra a legislação contra a mudança climática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As esmagadoras provas científicas do acelerado aquecimento da Terra não bastam para que inclusive respeitados órgãos de imprensa, como The Wall Street Journal, dos Estados Unidos e National Post, do Canadá, continuem publicando artigos que anunciam uma iminente idade do gelo ou esfriamento global. Não costuma haver fundamentos científicos por trás dessas afirmações, mas os “fatos” frequentemente são distorcidos e os comentários de cientistas deliberadamente deformados, e depois figuram em sites ou blogs durante meses ou até anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que negam que a atividade humana seja responsável por grande parte da mudança climática continuarão fazendo tudo o que podem para confundir e atrasar a implementação de ações. E podem ser convincentes ao citar reconhecidos especialistas e tergiversar suas opiniões e os resultados de suas pesquisas. A IPS oferece uma série de conselhos de senso comum para verificar esse tipo de informação. Em primeiro lugar, é bastante fácil checar uma afirmação suspeita com o site de busca Google. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquecimento do planeta é causado por variações na atividade solar, disse uma pessoa as IPS. Sua prova é um artigo “científico” do jornal Investor’s business que assegurava que essa era a conclusão do Instituto Max Planck de Pesquisas do Sistema Solar, da Alemanha. Uma rápida visita ao site do instituto permite ler suas conclusões em primeira mão. “A atividade solar afeta o clima, mas tem um papel menor no atual aquecimento do planeta”, afirmo o centro de pesquisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, buscar a fonte de financiamento. Quem se beneficia com a negação da mudança climática? Não é tão difícil saber a resposta. O vice-presidente de Desenvolvimento de Novos Produtos da General Motors Corp., Bob Lutz, disse à imprensa no Texas que a teoria do aquecimento do planeta é “um grande monte de merda”. Antes havia ridicularizado os esforços para obrigar os fabricantes de automóveis a construírem veículos menores e mais eficientes escrevendo em seu blog que “é como tentar enfrentar o problema de obesidade deste país obrigando os fabricantes de roupa vender tamanhos menores e apertados”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Ross Gelbspan seguiu a pista do dinheiro que fluiu da indústria automobilística e petrolifera para várias organizações e institutos de direita e publicou seu resultado em “Teh heat is on” (A calefação está acesa) e “Boiling point” (Ponto de ebulição). Como os cientistas se beneficiam das conclusões de que as atividades humanas aceleram a mudança climática sem se darem conta? Os que negam o fenômeno afirmam que assim recebem financiamento para suas pesquisas a esse respeito. É verdade, mas também receberiam dinheiro se investigassem a contaminação da água ou da camada de ozônio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A camada de ozônio é a cobertura estratosférica que protege a vida do planeta das radiações solares nocivas. Quando os cientistas realizam pesquisas, apenas tentam responder perguntas que surgiram. Não lhes importa a quais conclusões chegarão. São o que são: os humanos aceleram a mudança climática. Se quiserem dinheiro trabalhariam em Wasl Street, certo? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/IPS)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7987931940269231150?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7987931940269231150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7987931940269231150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7987931940269231150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7987931940269231150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/mudana-climtica-mentiras-verdadeiras.html' title='Mudança climática: Mentiras verdadeiras'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-9053923834690552752</id><published>2008-03-16T12:14:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T15:28:50.738-08:00</updated><title type='text'>Consumo consciente: que escolhas temos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R91yD2yjEdI/AAAAAAAAAvw/FFakd9sxkNs/s1600-h/Consumo+conciente.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R91yD2yjEdI/AAAAAAAAAvw/FFakd9sxkNs/s320/Consumo+conciente.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178420557118640594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Neuza Árbocz * &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enquanto políticas públicas mais corretas em relação aos desafios ambientais ainda se estruturam, outras iniciativas tentam provocar transformação de atitudes em cada um de nós. O equilíbrio planetário só poderá ser alcançado com estes dois movimentos simultâneos. Assim, nesta semana, Idec e Vitae Civilis e Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançam campanhas pelo Consumo Consciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As campanhas trazem dicas e lembretes, convidando todos a repensarem seus hábitos e a observarem se aquilo que compram foi produzido de forma responsável e pode ser descartado de forma adequada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha do MMA é reforçada por uma mostra de Boas Práticas e Inovações em Embalagens, realizada até dia 15 de março em Brasília, no Pátio Brasil Shopping.Ela chama a atenção sobre os muitos invólucros que consumimos no dia-a-dia. Segundo o Ministério, a sua campanha "quer instigar a população a prestigiar empresas preocupadas com o meio ambiente e a demandar do mercado que novas alternativas e soluções sejam empregadas em larga escala". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um atestado de que nosso governo não tem tido força para modificar a cadeia de consumo no ritmo que precisamos. Assim, resta-nos contar mesmo com nosso poder de consumidores. Embora isto possa significar um tanto de dificuldades, na prática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adotar pequenas mudanças de atitude como levar sua própria sacola para fazer compras parece simples, mas no dia-a-dia, com a característica pressa que tomou conta de tudo, poucos conseguem de fato lembrar-se deste detalhe. Além do que, o lixo é coletado em sacos plásticos; de qualquer forma, vamos precisar dos danados cedo ou tarde, enquanto a coleta não for organizada de outra forma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta de escolha &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, como consumidores não temos muita escolha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coleta seletiva, por exemplo, deveria existir por contrato, para todos os bairros, em todas as cidades. Afinal, toda prefeitura paga por este serviço. É espantoso que até hoje este serviço misture lixo orgânico, com materiais reaproveitáveis e forme lixões e depósitos poluentes, muitas vezes, nas poucas áreas verdes remanescentes dos municípios. Será que os contratos não podem ser revistos e estabelecer uma prática diferente? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recicláveis geram renda e podem servir para a própria empresa de coleta, abatendo o valor do serviço a medida que a cadeia de seu escoamento for estabelecida. Por que os governantes demoram tanto para alterar as exigências para este serviço? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não raras vezes, como consumidores só nos resta abrir mão de comprar e passar vontade, pura e simplesmente. Afinal, se a utilização de embalagens não recicláveis e não degradáveis é permitida por lei no País, que remédio? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo disto são as embalagens de alumínio plastificado usadas amplamente para proteger chocolates, bolachas e barrinhas de cereais, entre outros produtos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mistura de plástico com alumínio as torna inaproveitáveis, até o momento. As centrais de reciclagem as retiram de junto dos materiais coletados e as jogam fora, simplesmente. Como consumidores, não temos muito o quê fazer, a não ser boicotar este tipo de embalagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se tivermos força de vontade suficiente para lembrarmos disto na hora de comprar aquele irresistível chocolate ou repor algumas energias com uma barrinha de cereais, ou uma bolacha no meio da tarde. Até produtos naturais e integrais usam esta embalagem, confundindo os consumidores que se esforçam por ter bons hábitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kit a tiracolo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros fatores dificultam a vida de quem quer optar pelo consumo consciente. A grande disseminação de descartáveis, por exemplo, exige que se carregue uma caneca a tiracolo, garrafinha d'água, conjunto de talheres dobráveis e quem sabe, até um pequeno prato ou vasilha leve. Quem é que pode estar com este kit pronto a todo tempo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria mais fácil empresas, repartições públicas, escolas, lanchonetes etc. voltarem a adotar produtos duráveis e laváveis? Assim, se reduziria o impacto de transporte das toneladas de descartáveis que usamos a cada dia. A maioria não reciclada. Pois o fato de um produto ser reciclável não significa que ele o seja de fato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isopor: silencioso vilão &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o caso do isopor, por exemplo. Virou mania em padarias e mercados de todo porte colocar aquela mussarela ou salaminho ou, até mesmo, pãezinhos recheados ou que produto for, em pratos de isopor. Até a carne em açougues já merece este 'luxo', que gera toneladas de isopor contaminado por material orgânico, que ninguém se aventura a reciclar ou reaproveitar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O isopor, neste caso, pode trazer proteção extra ao alimento, mas por anos a fio vivemos sem ela, não vivemos? Além do que, é sabido que o isopor tem toxidade e a desprende se quebrado. Será o melhor material para colocarmos em contato com o que comemos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disto, o isopor ao se quebrar no lixo, espalha pequenas bolinhas que contaminam lençóis freáticos ou todo o ambiente ao seu redor, se tornando uma ameaça a pequenos animais e se infiltrando em locais de difícil remoção. E as bolinhas vão ficar por lá centenas de anos, pois são uma resina plástica expandida e não se degradam naturalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que consumidor pode fazer neste caso? Pedir ao atendente para dispensar o isopor e agüentar os olhares de 'tipo esquisito; eu hein...', e ponto. Afinal, o atendente não sabe o que está fazendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer as campanhas, acesse: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mude o consumo, para não mudar o clima - http://www.climaeconsumo.org.br/default.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) - http://www.idec.org.br/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitae Civilis - http://www.vitaecivilis.org.br/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministério do Meio Ambiente - http://www.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&amp;amp;idEstrutura=133  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/O autor)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-9053923834690552752?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/9053923834690552752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=9053923834690552752' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9053923834690552752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9053923834690552752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/consumo-consciente-que-escolhas-temos.html' title='Consumo consciente: que escolhas temos?'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R91yD2yjEdI/AAAAAAAAAvw/FFakd9sxkNs/s72-c/Consumo+conciente.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-6592839566767267289</id><published>2008-03-16T08:53:00.000-07:00</published><updated>2008-12-08T15:28:50.821-08:00</updated><title type='text'>Uso racional de água: sua atitude faz diferença</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R91Cu2yjEbI/AAAAAAAAAvg/R2nW1ojA31g/s1600-h/%C3%81GUA.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R91Cu2yjEbI/AAAAAAAAAvg/R2nW1ojA31g/s320/%C3%81GUA.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178368519294882226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Milton Luis Joseph* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É comum ouvirmos nos bate-papos informais que a água vai acabar, que é preciso economizar, pois ela é um bem finito etc. Mas por que o hábito do uso racional da água não acontece ou acontece de forma lenta? Arrisco que é porque a maioria das pessoas pensa em sua atitude de uma forma isolada: "de que adianta eu economizar se meu vizinho lava o carro todos os sábados com a mangueira?". Um bom exercício é pensar que a sua ação, somada a de outras pessoas que também se preocupam com o mesmo problema, vão formando uma única onda que pode, sim, fazer a diferença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este movimento – agir individualmente e influir coletivamente – tem de ser contínuo e urgente. Temos dois terços da superfície da Terra cobertos por água (1% deste total é apropriado para beber), mas uma em cada três pessoas não dispõe do líquido em quantidade suficiente para atender as suas necessidades básicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rever nossos hábitos, que estão constantemente sendo estimulados pelo consumo desenfreado, pode ser um caminho para uma guinada. Isto porque se o padrão atual de consumo de água for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. Taí uma prova de que os seres humanos afetaram decisiva e negativamente a renovação natural dos recursos hídricos, seja consumindo sem se importar com o uso racional e o combate ao desperdício, seja ocupando os espaços das regiões dos mananciais, poluindo a água. Calcula-se que 30% das maiores bacias hidrográficas tenham perdido mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Região Metropolitana de São Paulo já sente a dificuldade na captação de água de boa qualidade, pois os mananciais mais limpos estão mais distantes, o que encarece a água que é distribuída. Boa parte do líquido que chega aos imóveis da Grande São Paulo é captada da bacia do rio Piracicaba e viaja mais de 70 km para chegar às torneiras. Mesmo assim, enquanto a ONU recomenda um consumo de até 110 litros por habitante/dia, nos bairros nobres de São Paulo chegamos a uma média de até 500 litros habitante/dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também a responsabilidade do setor público, que deve combater as perdas d´água no sistema. No Brasil, do total de água captada, uma média de 50% se perde no percurso entre os mananciais e os imóveis. E é mais complicado ainda saber que o país já está produzindo água em capacidade hídrica próxima do esgotamento. Em Santo André, a média de perda é menor, cerca de 29%, e vem caindo ano a ano graças a investimentos tanto em tecnologia como na educação e mobilização ambiental, que é fundamental quando falamos em mudança de comportamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que há muito a ser feito, mas que não podemos parar. É possível acreditar numa mudança se também formos parte dela. Este é o melhor presente que damos ao Planeta para comemorar o Dia Mundial da Água. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;* Milton Luis Joseph é engenheiro civil e superintendente do Semasa - Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André, onde trabalha desde 1979. &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Assessoria)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-6592839566767267289?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/6592839566767267289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=6592839566767267289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6592839566767267289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6592839566767267289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/uso-racional-de-gua-sua-atitude-faz.html' title='Uso racional de água: sua atitude faz diferença'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R91Cu2yjEbI/AAAAAAAAAvg/R2nW1ojA31g/s72-c/%C3%81GUA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-215309645869574917</id><published>2008-03-04T18:00:00.000-08:00</published><updated>2008-03-04T18:01:36.544-08:00</updated><title type='text'>Árvores que ameaçam florestas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Para uma floresta em perigo, nada como o nascimento de novas árvores. Pelo menos é isso o que o senso comum permite imaginar, mas a realidade não é bem essa. À lista de ameaças às florestas tropicais pode-se acrescentar uma nova: árvores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um estudo feito por pesquisadores dos Estados Unidos, árvores não nativas ao ingressar em florestas tropicais provocam alterações na estrutura biológica básica encontrada nos locais. Ou seja, elas fazem com que a floresta se torne menos hospitaleira à miríade de plantas e espécies de animais que dela dependem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo, liderado por Gregory Asner, do Departamento de Ecologia Global do Instituto Carnegie, usou uma tecnologia inovadora para sensoriamento remoto. Por meio do Observatório Aéreo Carnegie, instalado em uma aeronave, os pesquisadores desenharam mapas tridimensionais para avaliar o impacto de espécies invasoras em uma área de mais de 220 mil hectares de floresta no Havaí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Espécies invasoras de árvores freqüentemente apresentam propriedades bioquímicas, fisiológicas e estruturais diferentes das espécies nativas. Nós combinamos essas ‘impressões digitais’ com imagens tridimensionais para ver como essas árvores estão alterando a floresta”, disse Asner. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Havaí, estima-se que metade de todos os organismos não seja nativa e que cerca de 120 espécies de plantas podem ser consideradas como altamente invasivas. Áreas de vegetação original em floresta tropical no arquipélago são geralmente dominadas pela ohia (Metrosideros polymorpha), mas essa espécie que cresce muito lentamente está perdendo terreno para outras mais novas no local, como a Morella faya, originária das Ilhas Canárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os pesquisadores, árvores introduzidas também podem abrir caminho para mais invasores a partir da alteração da fertilidade do solo. A Falcataria moluccana, por exemplo, considerada uma das espécies mais invasoras, fixa nitrogênio da atmosfera, concentrando-o no solo, o que estimula a velocidade de crescimento de outra espécie invasiva e menor, a Psidium cattleianum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A P. cattleianum, por sua vez, forma uma densa cobertura que evita que a maior parte da luz solar atinja o solo e promova o crescimento de plantas nativas jovens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores ressaltam que as análises foram feitas em reservas protegidas pelo governo. Ou seja, o cenário pode ser ainda pior. “Essas espécias conseguem se espalhar por áreas protegidas e sem a ajuda de alterações promovidas pelas atividades humanas. Isso sugere que as abordagens tradicionais de conservação não são suficientes para a sobrevivência a longo prazo das florestas”, disse Asner. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo Invasive plants transform the three-dimensional structure of rain forests, de Gregory Asner e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em www.pnas.org. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Fapesp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-215309645869574917?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/215309645869574917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=215309645869574917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/215309645869574917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/215309645869574917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/rvores-que-ameaam-florestas.html' title='Árvores que ameaçam florestas'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-4254552777546738832</id><published>2008-03-04T17:58:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:50.921-08:00</updated><title type='text'>Babaçu e alga de água doce podem conter o futuro combustível da aviação</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R83_2VvQi1I/AAAAAAAAAvQ/XcDRkNU0EdM/s1600-h/747-400F_topshot_375.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R83_2VvQi1I/AAAAAAAAAvQ/XcDRkNU0EdM/s320/747-400F_topshot_375.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174072855931947858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quinta, 28 fevereiro 2008 . The Wall Street Journal  &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;Richard Branson até bebeu combustível para mostrar seu comprometimento. Um "showman" como sempre, o presidente da Virgin Atlantic Airlines, Richard Branson, abriu um vidrinho com combustível de aviação feito de óleo de coco e babaçu do Brasil e bebeu, forçando um sorriso rígido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É mais apropriado para o motor", disse ele diante de câmeras de TV. Depois, reservadamente, disse que tinham dito que ele podia beber, "mas, meu Deus, é horrível".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Branson espera que ele e os passageiros da companhia aérea sintam um gostinho muito melhor do "biocombustível" daqui a alguns anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo, a Virgin fez um vôo com um Boeing 747 do Aeroporto Heathrow, de Londres, para Amsterdã com uma das quatro turbinas do avião queimando um mistura de 80% de combustível de aviação e 20% de óleo vegetal. O primeiro teste comercial feito por uma empresa aérea com biocombustível aconteceu sem nenhum problema - exceto o arroto de Branson -, demonstrando que um dia os aviões podem deixar de consumir somente combustíveis à base de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em três a seis anos, prevêem especialistas em combustíveis, os passageiros poderão voar em jatos pelo menos parcialmente movidos a óleos vegetais, com uma redução de 20% no total de emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As companhias aéreas estão sob uma crescente pressão para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que contribuem para o aquecimento global, embora os poluentes da aviação somem menos de 3% do total dessas emissões. Os jatos são sinais visíveis de dano ambiental e os cientistas temem que os poluentes que são despejados diretamente em altas altitudes possam ser mais perigosos do que os que são liberados em terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns governos já estão tributando os passageiros de avião para desestimular a poluição que os vôos causam, e as companhias aéreas vão provavelmente ser incluídas em regimes de trocas de emissões, obrigadas a pagar pela exaustão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação de tributos ambientais e da alta do petróleo pode tornar os biocombustíveis não somente viáveis, mas também mais baratos do que os combustíveis à base de petróleo. No domingo, Branson pediu que o governo do Reino Unido reduza os impostos cobrados dos passageiros no caso das empresas aéreas que reduzirem as emissões, com as economias repassadas diretamente aos passageiros. Ele também sugeriu que no futuro os passageiros poderão conseguir escolher a empresa aérea não somente com base no preço, grade de vôos, amenidades e milhas oferecidas e coisas assim, mas também com base em até que ponto a empresa aérea e seu combustível são "verdes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso vai estimular uma concorrência entre empresas aéreas", disse. "Alguns passageiros podem fazer um esforço extra para voar numa empresa aérea verde."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biocombustível não queima mais limpo nas turbinas de avião do que o querosene, a base do combustível de aviação atual. As emissões são na verdade praticamente iguais, dizem especialistas em combustíveis. Mas o biocombustível consegue reduzir o dano ambiental total em 22% porque a produção dele é menos prejudicial. As plantas e árvores que produzem os óleos removem gás carbônico da atmosfera, por exemplo, e não incluem toda a perfuração, o refino nem os custos de transporte do petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste da Virgin, feito junto com a Boeing Co. e a General Electric Co., que fabrica turbinas, ocorreu depois que a GE já havia feito muitos testes da mistura com biocombustível. O combustível foi produzido pela Imperium Renewables Inc., uma empresa de Seattle, no Estado americano de Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Imperium, uma empresa de quatro anos fundada por John Plaza, um ex-piloto da Northwest Airlines Corp., resolveu um problema que muitos especialistas em combustível pensavam ser insuperável - produzir um biocombustível para jatos que não congele nas temperaturas incrivelmente baixas das altitudes alcançadas pelos vôos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os biocombustíveis que estão sendo testados agora podem ser usados em turbinas de aviões sem nenhuma modificação, informaram a Boeing e a GE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados do teste de domingo não serão conhecidos até que os dados do desempenho sejam analisados e a turbina passe por revisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A turbina está se comportando normalmente em todos os aspectos", com a mesma propulsão das outras três, anunciou o comandante Geoff Andreason via rádio durante o vôo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coco e o babaçu provavelmente não são, entretanto, o futuro para os biocombustíveis viáveis, porque o óleo extraído dessas plantas, que são usadas em cosméticos, pomadas para os lábios e cremes de barbear, não podem ser produzidas em quantidade suficiente para alimentar as empresas aéreas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plaza diz que a tecnologia da Imperium pode extrair biocombustível para aviação a partir de praticamente qualquer planta renovável, e que a substância que pode ser a mais promissora é a alga de água doce. Um combustível totalmente feito de fontes renováveis que gere a mesma energia que o querosene é possível dentro de cinco anos, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scott McCartney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-4254552777546738832?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/4254552777546738832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=4254552777546738832' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4254552777546738832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4254552777546738832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/03/babau-e-alga-de-gua-doce-podem-conter-o.html' title='Babaçu e alga de água doce podem conter o futuro combustível da aviação'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R83_2VvQi1I/AAAAAAAAAvQ/XcDRkNU0EdM/s72-c/747-400F_topshot_375.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-1988935428890767401</id><published>2008-02-28T02:11:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.059-08:00</updated><title type='text'>Gerenciamento sustentável de florestas receberá atenção especial da presidência do G8</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R8aJBn0GWkI/AAAAAAAAAqU/M3KT08Z-IWQ/s1600-h/destaque.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R8aJBn0GWkI/AAAAAAAAAqU/M3KT08Z-IWQ/s320/destaque.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171971883041970754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gerenciamento sustentável de florestas receberá atenção especial da presidência do G8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gerenciamento sustentável de florestas será o tema chave durante a presidência japonesa do G8, anunciou o primeiro-ministro japonês, Yasuo Fukuda, durante o Fórum de Mudanças Climáticas, que se encerra hoje em Brasília. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Enquanto promovemos 'gerenciamento sustentável de florestas', precisamos tentar frear o desmatamento e a degradação florestal. Eu pretendo promover esta discussão com outros países para promover um progresso importante em direção a uma resolução", disse Fukuda na abertura do encontro de legisladores do G8+5. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil abriga a maior floresta tropical do mundo, porém tem recebido olhares de desconfiança da comunidade internacional por mostrar incapacidade em controlar as queimadas e degradação ambiental da Amazônia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o Fórum, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse que o comércio ilegal de madeira é a questão crucial do desmatamento vivido hoje no país. O ministro reafirmou que a produção agrícola brasileira não precisa derrubar árvores dentro do bioma amazônico para avançar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operação Guardiões da Amazônia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem longe do encontro dos legisladores em Brasília, agentes do Ibama e do governo estadual do Pará enfrentaram ontem mais manifestações de pessoas contrárias a fiscalização de madeireiras em Tailândia, na chamada Operação Guardiões da Amazônia. Iniciada na semana passada no município, a operação já multou cinco das dez serrarias já fiscalizadas (entre as 140 da cidade) por terem em estoque madeira sem origem comprovada e por comércio de madeira sem autorização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A governadora, Ana Júlia Carepa, disse ontem que a operação vai continuar, "doa a quem doer". "Vamos continuar a operação contra o desmatamento ilegal, nem que eu tenha de andar de colete à prova de bala", afirmou durante o lançamento do programa Extinção Zero em Belém. O programa estadual pretende assegurar a preservação e proteção das espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção. "Vamos mostrar que somos capazes de cuidar da nossa biodiversidade e da nossa Amazônia", finalizou Ana Júlia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O combate à extração ilegal aliado ao gerenciamento sustentável das florestas é uma das saídas para o desmatamento na Amazônia. E, apesar de ainda raros, alguns exemplos de projetos de gerenciamento florestal emergem como modelos de conservação no Brasil. É o caso do gerenciamento da maior área privada de floresta tropical do mundo, da empresa de papel e celulose ORSA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo reportagem da agência de notícias Reuters, o Grupo Orsa retira apenas 30 metros cúbicos de madeira por hectares a cada 30 anos, a taxa de regeneração natural da floresta. As árvores são derrubadas, transportadas e contabilizadas em um inventário computadorizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na propriedade, de 1,7 milhões de hectares (o equivalente a metade do tamanho da Bélgica), cerca de 80% da floresta está de pé e um terço é gerenciado e certificado pelo Conselho de Administração de Florestas (FSC, na sigla em inglês). "Madeira ilegal mata 30 árvores para conseguir uma. Este projeto protege mais árvores do que extrai", afirmou Ana Yang, do FSC do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FSC, uma entidade observatória da indústria internacional, certifica e inspeciona o projeto a cada seis meses. O corte de madeira começou em 2003. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se o governo se esforçasse pelo gerenciamento sustentável de florestas da mesma maneira que o fez pelo desenvolvimento da agricultura nos anos 70 e 80, nós poderíamos preservar muito mais a Amazônia", disse à Reuters o pesquisador da Embrapa, Judson Ferreira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março, o governo selecionará três empresas para gerenciar 96 mil hectares de floresta, a primeira oferta de terras federais. "O gerenciamento florestal é uma ótima alternativa e ORSA está dando um bom exemplo disto, mas queremos fazer as coisas com calma", disse o diretor do Programa Nacional de Florestas do MMA, Tasso Rezende de Azevedo. Azevedo disse à Reuters que a propriedade privada de terras na Amazônia é, no entanto, controversa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madeira ilegal versus certificação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 80% da madeira extraída da Amazônia tem origem ilegal e a venda de madeira certificada é hoje uma das melhores saídas para o problema. Deste total, 64% vai para o consumo interno, sendo 15% só para o estado de São Paulo e 27% para o Sul e os outros estados do Sudeste, segundo dados do Greenpeace. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio governo é responsável pelo financiamento da extração ilegal, uma vez que 1/3 do total brasileiro é consumido pelo setor público, em obras e no consumo direto. Para tentar reduzir estes números, o Greenpeace lançou o programa Cidade Amiga da Amazônia que incentiva municípios e consumidores a adquirirem madeira de origem legal e sustentável. "As prefeituras adotam critérios que impedem o consumo de madeira ilegal", explica o coordenador do programa, MárcioAstrini. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo do estado de São Paulo, a capital e outras 23 cidades paulistas, Porto Alegre e quatro cidades gaúchas, Recife, Olinda, Fortaleza, Salvador, Manaus e Apucarana (PR) participam do programa. Porto Alegre terá em março uma obra piloto com madeira adquirida pelo programa. "A compra de madeira ilegal por parte do governo contribui muito mais do que permitir 20% de desmatamento", afirma Astrini. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças Climáticas no Fórum do Itamaraty &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Fórum, que reúne países do G8 e do bloco de cinco países de economia emergente, o primeiro-ministro japonês enfatizou também a importância de combater as mudanças climáticas e lembrou que o Japão recentemente lançou o programa "Promoção do Resfriamento da Terra", o qual pretende fortalecer a imagem de país como líder em eficiência energética e inclui o emprego de 10 bilhões de dólares para ajudar os países em desenvolvimento no esforço de mitigação e adaptação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a primeira vez que a reunião é realizada em um país de economia emergente. Na avaliação do porta-voz do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, Sergio Jellinek, isto se deve ao papel do Brasil no cenário mundial como "provedor de soluções para a questão das mudanças climáticas", em referência à matriz energética limpa e aos investimentos brasileiros em biocombustíveis &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber mais sobre o Programa Cidade Amiga da Amazônia? Acesse o site &lt;br /&gt;http://www.greenpeace.org.br/cidadeamiga/  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(CarbonoBrasil)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-1988935428890767401?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/1988935428890767401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=1988935428890767401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/1988935428890767401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/1988935428890767401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/gerenciamento-sustentvel-de-florestas.html' title='Gerenciamento sustentável de florestas receberá atenção especial da presidência do G8'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R8aJBn0GWkI/AAAAAAAAAqU/M3KT08Z-IWQ/s72-c/destaque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5051497667498115328</id><published>2008-02-28T02:06:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.156-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R8aH2X0GWjI/AAAAAAAAAqM/09OOkNX1_FU/s1600-h/suecia_0031.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R8aH2X0GWjI/AAAAAAAAAqM/09OOkNX1_FU/s320/suecia_0031.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171970590256814642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MMA apresenta ações para combate às mudanças climáticas a parlamentares suecos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Gisele Teixeira, do MMA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parlamentares das comissões de Meio Ambiente e Agricultura da Suécia estiveram nesta terça-feira (26/2) no Ministério do Meio Ambiente para conhecer o trabalho do governo brasileiro nas áreas de redução do desmatamento e enfrentamento das mudanças climáticas. A equipe foi recebida pela ministra Marina Silva e pela secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Thelma Krug. É a segunda delegação internacional a visitar o MMA em fevereiro (a primeira foi dos Estados Unidos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país europeu possui 16 objetivos ligados à área ambiental a serem atingidos até 2020. Entre eles, redução dos impactos das mudanças climáticas, proteção da camada de ozônio, limpeza do ar, e manutenção de florestas sustentáveis. Por isso a curiosidade dos parlamentares em diversos projetos e iniciativas brasileiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a ministra quanto a secretária destacaram as diferentes experiências já em andamento no País, como a queda de 59% na taxa de desmatamento da Amazônia nos últimos três anos; o percentual significativo que as fontes renováveis ocupam na matriz energética brasileira e as pesquisas para avaliar o impacto das mudanças climáticas na biodiversidade e na população em diferentes biomas. De acordo com Thelma, há também grande interesse dos suecos na posição do Brasil nas negociações internacionais para o período pós-2012, quando termina o primeiro período de compromissos do Protocolo de Quioto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das mudanças climáticas, a Suécia precisa cortar as emissões em até 50%, a partir dos níveis atuais, até 2050, ou mantê-las abaixo de 4,5 toneladas de CO2 por pessoa/ por ano. Este valor hoje é de cerca de 8 toneladas/ano. Para atingir essas metas, o país realizou diversas reformas, inclusive no setor tributário, e vem colhendo alguns frutos. Entre 1990 e 2005, as emissões de CO2 caíram mais de 7%, ao mesmo tempo em que o Produto Interno Bruto cresceu 35%. As emissões do setor de transporte, no entanto, cresceram cerca de 10% entre 1990 e 2002. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse índice justifica o interesse dos suecos nos projetos brasileiros de biocombustíveis. Hoje, um quinto da matriz energética do país é suprida por biocombustíveis e todos os postos misturam 5% de etanol ao petróleo. Por lei, os maiores revendedores são obrigados a vender biocombustíveis desde 2006 e, a partir de 2007, os consumidores recebem descontos na compra de carros mais eficientes (flex). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(MMA) &lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5051497667498115328?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5051497667498115328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5051497667498115328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5051497667498115328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5051497667498115328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/mma-apresenta-aes-para-combate-s.html' title=''/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R8aH2X0GWjI/AAAAAAAAAqM/09OOkNX1_FU/s72-c/suecia_0031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-658043061549953565</id><published>2008-02-26T16:21:00.000-08:00</published><updated>2008-02-26T16:22:07.059-08:00</updated><title type='text'>Mandioca e pinhão-manso</title><content type='html'>&lt;strong&gt;SEGUNDA, 25 FEVEREIRO 2008 . GAZETA MERCANTIL    &lt;br /&gt;•  &lt;br /&gt;Espero estar redondamente enganado, mas temo que haja alguma semelhança na cantilena de ontem e de hoje. Ontem, foi a vez do álcool da mandioca, hoje é da planta exótica, tipo pinhão-manso, capaz de produzir o biodiesel e encher os bolsos de pequenos agricultores que habitam rincões menos favorecidos. O pinhão-manso, que tem até site, é descrito na página como "árvore com até 4 metros de altura, flores pequenas, amarelo-esverdeadas, cujo fruto é uma cápsula com três sementes escuras, lisas, dentro das quais se encontra a amêndoa branca, tenra e rica em óleo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para refrescar a memória: a usina experimental de Curvelo, em Minas, nasceu nos desafiadores anos 70, época em que o País mal produzia 10% do petróleo que consumia. A idéia era fazer da usina em escala experimental um empurrão na tecnologia do álcool da mandioca. O que se pretendia era ter uma solução para a pequena lavoura tirar o pé da lama, plantando uma matéria-prima que se transformaria em combustível renovável para alimentar os motores de carros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela ocasião, quando se visualizou o álcool da mandioca, o Brasil raspava os tachos das minguadas reservas monetárias da ocasião para trazer petróleo de fora e dar de comer aos carros e caminhões. Gastávamos, pois, o que tínhamos e o que não tínhamos para não deixar a pé o brasileiro e a indústria automobilística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álcool deu certo, fracassou, depois ressuscitou a partir da proposta da tecnologia do motor flex. Mas, não à custa da mandioca, e sim da cana-de-açúcar. Seria a vitória da tecnologia dos feudos, representada pelos barões da cana e o fracasso de um produto, no caso a mandioca, plantado pela camada sem poder da população?&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; Petrobras pode ser um agente para materializar o equilíbrio das forças produtivas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois fatos parecem incontestáveis: nunca se vendeu tanto álcool combustível como agora. E nunca mais se falou da coitada da mandioca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biodiesel, cuja adição ao diesel mineral é obrigatória na proporção de 2%, poderá seguir o mesmo rumo. Ou seja, culturas mais tradicionais e menos exóticas deverão dominar o biodiesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De boas intenções, o inferno e a política estão bem servidos. A realidade, por vezes, é crua. Nem sempre boas e nobres causas saem vencedoras, atropeladas que são por interesses maiores.&lt;br /&gt;Vejo, agora, que a Petrobras acaba de criar uma diretoria específica para defender os interesses dos biocombustíveis. O que se pretende com a iniciativa, imagino, é estabelecer um canal de voz próprio para lutar pelos interesses do negócio de combustíveis vegetais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como empresa pública de energia, a Petrobras poderá com essa atitude estar criando um canal de voz para os interesses dos pequenos agricultores. A estatal, como se sabe, tem o domínio da cadeia do petróleo (produz, extrai e distribui) e não lhe será difícil ter o controle da cadeia do combustível vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso - tratando os combustíveis vegetais também como questão de redistribuição de riquezas - a Petrobras tem a faca e o queijo nas mãos para materializar uma política de governo capaz de equilibrar forças produtivas, melhorar o meio ambiente e a vida dos brasileiros menos favorecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que sou cético quando se fala em políticas públicas para favorecer os pequenos, mas torço para que o biodiesel - tratado como política de governo, assim como está se cuidando da revitalização da construção naval - seja uma fonte de inclusão social e não de exclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diesel mineral, combustível derivado de petróleo mais consumido no País, se complementado por uma dose de biodiesel trazido do pinhão-manso poderá ajudar os pequenos agricultores e, em conseqüência, fazer com que o Brasil materialize uma política de aceleração da distribuição de renda. Afinal, está se falando de um combustível vital e estratégico que, além de caminhões, ônibus e geradores, move locomotivas e navios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARIVERSON FELTRIN - Editor de Infra-estrutura da Gazeta Mercantil&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-658043061549953565?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/658043061549953565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=658043061549953565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/658043061549953565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/658043061549953565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/mandioca-e-pinho-manso.html' title='Mandioca e pinhão-manso'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-756758000000737050</id><published>2008-02-26T16:12:00.001-08:00</published><updated>2008-02-26T16:12:43.757-08:00</updated><title type='text'>ONU vê programa de biodiesel como exemplo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;QUINTA, 21 FEVEREIRO 2008 . CORREIO DO POVO - RS    &lt;br /&gt;•  &lt;br /&gt;Os biocombustíveis brasileiros, em especial o biodiesel, são exemplo de política ambiental com viabilidade econômica e impacto social positivo, na opinião de autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU). Ontem, primeiro dia do Fórum de Ministros de Meio Ambiente, em Mônaco, o Brasil foi elogiado pelo subsecretário-geral do órgão e diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep), Achim Steiner. Ele disse ver o modelo de exploração do biodiesel como exemplo de inclusão social. 'A estratégia brasileira vai muito além da questão climática', ressaltou. 'O custo de responder ao aquecimento global pode ser convertido em matrizes de desenvolvimento que geram emprego e renda.' Para Steiner, o enfrentamento das mudanças climáticas não deve ser visto como inconveniente para governos e empresários, mas como oportunidade de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, responsável pela delegação brasileira, ficou satisfeito com as menções. 'Steiner reconhece que os biocombustíveis representam ganho ambiental, econômico e social', avaliou, prevendo avanços. 'Ainda temos 200 milhões de km2 em pastagens subutilizadas', lembrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, a reunião promovida pelo Unep, com ministros, cientistas, empresários e ONGs, discute como financiar políticas que resultem em novo modelo de desenvolvimento mundial: a 'economia verde'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-756758000000737050?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/756758000000737050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=756758000000737050' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/756758000000737050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/756758000000737050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/onu-v-programa-de-biodiesel-como.html' title='ONU vê programa de biodiesel como exemplo'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-573115473507625057</id><published>2008-02-17T07:13:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.334-08:00</updated><title type='text'>Aprender a cuidar melhor do planeta começa antes das aulas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R7hPen0GWZI/AAAAAAAAAow/mvyMJHjUxXg/s1600-h/Escola.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R7hPen0GWZI/AAAAAAAAAow/mvyMJHjUxXg/s320/Escola.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167967959909816722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Redação Akatu &lt;br /&gt;Mesmo quem não convive com crianças em idade escolar sabe bem como é a loucura da volta às aulas. Anúncios nos principais meios de comunicação e papelarias lotadas sinalizam que é hora de encher a mochila da garotada. Até os mais jovens estudantes, recebem listas extensas de material e a compra acaba pesando no bolso do consumidor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a conta bancária pode não ser a única afetada pelas demandas escolares. Produzir anualmente pastas, cadernos, tintas, canetas, lápis etc. para todos os estudantes do país representa uma demanda de muita matéria-prima, além de consumir bastante água, energia e combustíveis nos processos de fabricação e distribuição de cada item. Por isso, quem se preocupa em promover a sustentabilidade deve procurar saber quais impactos os produtos adquiridos podem causar. E mais do que isso, agir para reduzir esses impactos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gasto de água na fabricação dos mais diversos produtos industrializados serve de exemplo para entender o impacto ambiental das compras em geral. Para fazer uma simples folha de papel de tamanho A4 são consumidos cerca de 10 litros de água, segundo dados do relatório “Países Ricos, Pobre Água”, da ONG WWF (World Wildlife Foundation). Assim, uma classe formada por 30 alunos, cuja lista de material pede que cada estudante compre 100 folhas desse tipo de papel a cada ano, consumiria cerca de 3.000 folhas – e portanto 30.000 litros de água, volume equivalente ao de 3 caminhões pipa. Isso em apenas uma única classe! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se levarmos em consideração que no Brasil já são mais de 7 milhões de alunos matriculados somente no ensino médio[1], a água consumida para fabricar 100 folhas de papel sulfite A4 para cada um desses alunos seria suficiente para encher quase 2.700 piscinas olímpicas, água suficiente para abastecer de água toda a população da China, durante 3 dias. E essa conta representa o gasto de água na fabricação de apenas um único material escolar, o papel, e para apenas um único segmento de ensino, o ensino médio. Se cada aluno passasse a usar a frente e o verso do papel, evitando gastar assim 50 folhas ao ano, seria possível economizar o equivalente ao volume de mais de 1.340 piscinas olímpicas cheias de água, água suficiente para abastecer de água toda a população da Índia, durante 2 dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados da Ong internacional Water Footprint (http://www.waterfootprint.org), que reúne acadêmicos de diversos países, como Holanda, Reino Unido e Israel, para cada dólar gasto na produção industrial mundial, em média, são consumidos 80 litros de água. Nos Estados Unidos, em particular, o gasto médio de água sobe para 100 litros. Portanto, na hora de comprar qualquer material não esqueça de verificar a sua durabilidade e os impactos de sua fabricação sobre a sociedade e a natureza. Desta forma, ao comprar materiais mais duráveis, você provocará menor demanda de matérias primas, energia e água. De outro lado, ao buscar conhecer os impactos da fabricação de cada produto, você fará com que as empresas passem a se preocupar em minimizar os impactos negativos e maximizar os positivos, seja sobre a sociedade, seja sobre o meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo a passo – A maratona começa ao receber a lista da escola. A primeira coisa a fazer é analisá-la com o estudante e decidir quais itens realmente é preciso comprar. “Se não é necessário, não precisa comprar”, enfatiza Marcos Pó, assessor técnico do IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor), de São Paulo. Nem sempre é preciso adquirir uma nova mochila, pastas, estojos e até mesmo lápis de cor e canetas. Muitos desses materiais, comprados nos anos anteriores, podem ser reutilizados. Já os livros, por exemplo, se forem tratados com carinho durante o ano, podem ser repassados para os irmãos mais novos, outras crianças ou contribuir para formar uma biblioteca comunitária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Passando por essa primeira etapa básica de só comprar o que é necessário, o consumidor deve procurar adquirir produtos de empresas que tenham preocupação com seu impacto e um trabalho na área de responsabilidade social e ambiental, como os lápis feitos de madeira certificada”, sugere Pó. Apesar de pouco conhecidos, já existem, à venda no mercado, produtos que incorporam a preocupação com a redução do impacto ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papelarias da cidade de São Paulo consultadas pela Redação Akatu, em geral, oferecem etiquetas, papel sulfite, cadernos, agendas e post it produzidos com material reciclado; além dos lápis, como o ecolápis da Faber Castell, associado benemérito do Akatu, fabricados com madeira de reflorestamento certificada pelo FSC (selo do Forest Stewardship Council). Esses lápis estão disponíveis nas versões grafite e lápis de cor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco mais difícil, porém possível, é garimpar na internet canetas e réguas fabricadas com caixas longa vida, ou canetas feitas de embalagens de PET recicladas. Produtos escolares que utilizam material reciclado em sua confecção são, quase sempre, opções mais sustentáveis por que diminuem o custo ambiental de sua fabricação ao reutilizar material que de outra forma viraria lixo. Além disso, eles também evitam que mais matéria-prima tenha que ser retirada diretamente da natureza. E quanto ao desempenho, tendem a ser iguais aos demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso específico do papel reciclado, a Redação do Akatu ainda não tem evidências suficientes que indiquem, com segurança, o menor custo ambiental de sua produção quando comparado ao do papel branco, fabricado totalmente a partir de madeira. Isso porque tanto o papel branco como o reciclado utilizam em sua fabricação um grande percentual de sobras de papel e ambos requerem a utilização de grande quantidade de produtos químicos. No caso do reciclado, apenas 25% da matéria-prima é composta de papéis usados. De resto, é idêntico ao papel branco não reciclado. De outro lado, ainda que usando apenas 25% de papel usado, este volume gera emprego para os associados das cooperativas de “catadores”, o que naturalmente é positivo, mas teria que ser comparado ao emprego gerado na cadeia produtiva da madeira, em relação ao qual a Redação do Akatu não dispõe de informações. . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, para algumas das opções mais sustentáveis de produtos escolares, o preço pode ser maior. Como afirma Helio Mattar, Diretor Presidente do Akatu, “a comparação de preços tem que considerar o custo hoje e o custo no futuro. Muitas vezes, se paga menos hoje, mas se terá que pagar mais no futuro com a saúde do consumidor ou com os custos de reparação ambiental”. Assim, cabe aos pais usar com sabedoria o seu dinheiro, considerando os custos hoje e no futuro, buscando contribuir com a sustentabilidade do meio ambiente e com a justiça social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma recomendação adicional é a de negociar com a escola para receber a lista de materiais escolares antecipadamente e fazer as compras antes da corrida às papelarias. Isto ajuda a ter mais tempo para pesquisar e escolher, alem de contribuir para uma conta final mais baixa. Para realmente evitar pagar mais caro, é preciso tempo, paciência e disposição para percorrer os pontos de venda da sua região. “Os pais devem fazer muita pesquisa, pois a variação de preços é muito grande”, garante o Prof. José Augusto de Mattos Lourenço, presidente da FENEP (Federação Nacional de Escolas Particulares) e do SIEEESP (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ainda a consulta ao levantamento comparativo de preços, realizado anualmente pelo Procon, para os principais itens pedidos pelas escolas. Essas informações são importantes para que o consumidor possa identificar a média de preços dos produtos básicos e, assim, consiga avaliar o que está caro ou barato. O levantamento do Procon do Distrito Federal, por exemplo, identificou variações de mais de 1.000 %, na análise comparativa de preços dos 26 principais itens da lista fornecida pelas escolas na cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra alternativa para diminuir os gastos no início das aulas é fazer compras coletivas para todos os alunos de uma classe, já que alguns estabelecimentos concedem bons descontos para grandes quantidades. Ou então, consultar a escola para saber se é possível diluir as compras ao longo do ano, ou seja, ir adquirindo os itens do material escolar na medida em que o aluno vai tendo necessidade deles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diálogo aberto - Além das dicas acima, é interessante aproveitar as compras escolares do início do ano para ensinar as crianças a fazer escolhas com critérios mais amplos do que apenas preço e qualidade, e mais objetivos do que a paixão e a afinidade pelos personagens famosos da TV e do cinema, buscando também englobar os impactos da fabricação dos produtos sobre a sociedade e sobre o meio ambiente . Há que considerar o fato de que as mercadorias contendo personagens cativantes da TV e cinema, como é o caso das agendas escolares para 2008, por exemplo, podem chegar a custar até 3 vezes mais caro do que os produtos similares “genéricos”, que não contém qualquer personagem famoso, mas que são igualmente funcionais quando se pensa no uso que terão no dia-a-dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É também possível, no caso de cadernos, por exemplo, comprar produtos de muito boa qualidade, sem os personagens de TV e cinema – mais baratos, portanto - e sugerir às crianças que encapem ou decorem esses materiais com um toque pessoal. Recortar e colar imagens que agradem aos pequenos, customizando as capas de cadernos ou colar adesivos nos estojos, fichários e até apontadores, pode ser uma atividade divertida e que traz uma certa economia, além de aproximar os pais das atividades dos filhos, criando um momento agradável compartilhado. E, aos adolescentes, a sugestão pode ser convidar os amigos e organizar uma “sessão artística” de decoração dos materiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra opção é sugerir que a quantia de dinheiro economizado com a escolha de produtos escolares “genéricos”, ou dos materiais reutilizados dos anos anteriores, seja depositada numa conta de poupança da criança, a ser usada no futuro para atingir um objetivo maior – como uma viagem ou um passeio com os amigos. “Só não se pode passar a idéia para a criança de que, por que a gente economizou na compra do material, agora vamos gastar. Isso não é economia”, diz Pó, assessor do Idec. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante para que a hora da compra de material escolar não se transforme em uma verdadeira guerra entre pais e filhos, é envolver a garotada, incluindo os muitas vezes difíceis adolescentes no processo de escolha. Explicar os impactos negativos e os positivos de cada opção, de maneira que o estudante entenda o porquê de cada escolha, facilita negociar. E ouvir o que o jovem tem a dizer é a garantia de que o diálogo está sendo estabelecido. Dessa forma, os pais podem ajudá-los a desenvolver uma relação mais saudável com o ato de consumo, desde a infância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartilha do Procon sobre compra de material escolar: &lt;br /&gt;http://www.procon.sp.gov.br/pdf/OrientaCompraMaterialUniformeEscolar.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientações do Idec: &lt;br /&gt;http://www.idec.org.br/rev_idec_texto_online.asp?pagina=1&amp;ordem=1&amp;id=75 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Instituto Akatu)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-573115473507625057?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/573115473507625057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=573115473507625057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/573115473507625057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/573115473507625057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/aprender-cuidar-melhor-do-planeta-comea.html' title='Aprender a cuidar melhor do planeta começa antes das aulas'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R7hPen0GWZI/AAAAAAAAAow/mvyMJHjUxXg/s72-c/Escola.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-3873568874373234508</id><published>2008-02-17T07:05:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.498-08:00</updated><title type='text'>Agricultores devem ser recompensados por seqüestro de carbono</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R7hN430GWYI/AAAAAAAAAoo/FzOo1v89vlE/s1600-h/agricultura.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R7hN430GWYI/AAAAAAAAAoo/FzOo1v89vlE/s320/agricultura.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167966211858127234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Lennart Bagé (IFAD), traduzido por Fernanda Muller e editado por Sabrina Domingos, do CarbonoBrasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de a atividade agrícola estar sendo colocada como um possível vilão do aquecimento global - principalmente no Brasil, onde as grandes plantações avançam por terras da Floresta Amazônica – há quem defenda o setor como um meio de proteger o planeta das mudanças climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (IFAD, sigla em inglês), Lennart Bagé, propõe que o conceito de mercado de carbono seja ampliado e que se forneça compensações a agricultores de países em desenvolvimento que contribuem com a conservação do solo e desmatamento evitado. &lt;br /&gt;“Três quartos das pessoas que vivem em extrema pobreza - ou seja, um bilhão habitantes, que sobrevivem com menos de um dólar por dia – residem em áreas rurais e dependem da agricultura e atividades relacionadas. Um crescimento agrícola mais rápido será portanto um fator elementar no caminho para a redução da pobreza”, defende o presidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidências históricas apóiam este fato. Na China, por exemplo, o crescimento agrícola comprovadamente é 3,5 vezes mais efetivo na redução da pobreza do que o urbano. Na América Latina, o índice é de 2,7 vezes. O Relatório Mundial de Desenvolvimento de 2008 mostra que o crescimento do PIB gerado pela agricultura é quatro vezes mais eficiente no beneficiamento dos mais pobres do que a expansão nos outros setores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, a ajuda à agricultura tem caído acentuadamente nos últimos 25 anos. Em 1979, o setor contava com de 18% dos recursos da “Assistência Oficial ao Desenvolvimento”; valor que foi reduzido para 3,5% em 2004. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos domésticos na agricultura seguem a mesma tendência. E Bagé acredita que essa situação precisa ser revertida, pois defende que existem sinais positivos de novas atenções e prioridades para a agricultura. “O fato de que o Relatório Mundial de Desenvolvimento deste ano ser devotado à agricultura, pela primeira vez em 25 anos, reflete este novo interesse”, avalia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ainda que intensifiquemos nossos esforços, as mudanças climáticas apresentam tanto riscos quanto oportunidades. Já estamos vendo os seus efeitos sobre a agricultura dos países em desenvolvimento”, afirma citando as falhas nos cultivos e mortes do gado causam grandes perdas econômicas e minam a segurança alimentar com uma freqüência cada vez maior, especialmente em partes da África Sub-Saariana. Com isso, a produção das plantações pode cair em 50% até 2020 em alguns países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços de commodities agrícolas estão subindo, parcialmente devido à mudança nos padrões climáticos. E isso trará conseqüências para a população rural. Para alguns, significará novas oportunidades, particularmente para os produtores rurais pobres que possuem acesso aos mercados. Mas, para a maioria das famílias que são consumidoras de commodities alimentícias, o aumento dos preços irá causar sérios problemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário entram os biocombustíveis, tidos como uma resposta importante para as mudanças climáticas. Apesar de serem uma alternativa aos combustíveis fósseis, aceleram a competição por terra agricultável e contribuem para o aumento do preço dos alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, as culturas de biocombustíveis de segunda geração como o Sorghum (gramínea) e a Jatropha curcas (Pinhão Manso), que crescem em terras marginais, podem se tornar novas fontes de renda para agricultores pobres, avalia Bagé. “Os esforços internacionais devem se focar em evitar os riscos para a segurança energética, ao mesmo tempo em que expandem as oportunidades associadas com os biocombustíveis”, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente, as mudanças climáticas tornam a agricultura ainda mais crucial. São mais de três bilhões de pessoas vivendo em áreas rurais no mundo, a maioria com menos de dois dólares por dia. Ao mesmo tempo em que estão profundamente vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas, contribuem para as emissões de gases do efeito estufa: o Banco Mundial estima que a agricultura e o desmatamento nos países em desenvolvimento sejam responsáveis por cerca de 22% das emissões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bagé entende, no entanto, que, apesar de a adaptação aos novos padrões do clima ser elementar para os agricultores pobres, eles também podem assumir um papel importante na mitigação das mudanças climáticas por meio do manejo sustentável da terra, de florestas e outros recursos naturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sugere o aflorestamento;o reflorestamento; a adoção de melhores práticas no cultivo da terra (como a conservação e o agroflorestamento, reabilitação de cultivos degradados e pastagens) e melhora nas práticas de manejo do gado como ações que tendem a contribuir significativamente para a redução das emissões de carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isto acontecer, ressalta, é necessário um aumento substancial no apoio para as pesquisas sobre o desenvolvimento de cultivos resistentes a secas e salinidade. Também é preciso investimentos para assegurar que os pequenos agricultores tenham acesso a estas tecnologias e que isto se traduza em uma produção maior e mais resistente ao clima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acredito, entretanto, que precisamos ir além. Estou convencido que os produtores rurais pobres devem ser reconhecidos e recompensados pelo fornecimento de serviços ambientais ao praticar um manejo do uso do solo e florestal ambientalmente condizentes que beneficia a todos nós”, enfatiza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bagé afirma que apoio para a conservação do solo, incentivo para práticas de produção sustentáveis e o pagamento pelo carbono seqüestrado e pelo desmatamento evitado são parte da solução. “Esquemas para negociação de carbono precisam envolver a compensação para o seqüestro de carbono rural”, ressalta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças climáticas irão afetar a toso, mas impõe riscos particulares ao desenvolvimento e a redução da pobreza, assim como para o alcance das Metas de Desenvolvimento do Milênio. Bagé acredita que os esforços serão mais efetivos se reconhecerem as pessoas pobres do meio rural como guardiãs da base dos recursos naturais e assegurarem a eles o acesso à tecnologia e aos financiamentos necessários para dar conta das mudanças climáticas. Assim tornam-se parte da solução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ao ouvir às vozes dos agricultores no momento do planejamento do processo de adaptação e mitigação, podemos reduzir os riscos das mudanças climáticas, ao passo que aceleramos o progresso em direção à um mundo sem pobreza”, conclui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(CarbonoBrasil / IFAD)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-3873568874373234508?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/3873568874373234508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=3873568874373234508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3873568874373234508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3873568874373234508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/agricultores-devem-ser-recompensados.html' title='Agricultores devem ser recompensados por seqüestro de carbono'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R7hN430GWYI/AAAAAAAAAoo/FzOo1v89vlE/s72-c/agricultura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8364371259276138048</id><published>2008-02-10T08:59:00.000-08:00</published><updated>2008-02-10T09:00:21.990-08:00</updated><title type='text'>Fungos e bactérias têm um papel central na dinâmica biológica dos manguezais.</title><content type='html'>A peça que faltava &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Fábio de Castro, da Agência Fapesp &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fungos e bactérias têm um papel central na dinâmica biológica dos manguezais. Apesar disso, pouco se conhece sobre os microrganismos desses ecossistemas que cobrem uma área de 13.400 quilômetros quadrados ao longo da costa brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para preencher essa lacuna científica, um projeto conduzido no âmbito do Programa Biota-FAPESP realiza estudos filogenéticos e de atividades funcionais visando a um levantamento completo da biodiversidade de microrganismos nos manguezais paulistas. O Projeto Manguezais, em um ano e meio de atividade, isolou cerca de 1,2 mil fungos, 450 bactérias, 34 actinobactérias e 37 cianobactérias dos manguezais paulistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o coordenador do projeto, Itamar Soares de Melo, da Embrapa Meio Ambiente, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os primeiros resultados serão publicados em revistas internacionais nos próximos meses. O projeto também já gerou duas teses de doutorado que serão defendidas em fevereiro na Universidade de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais objetivos da pesquisa, além de mapear a quantidade e diversidade de bactérias, fungos, leveduras e cianobactérias, é compreender suas atividades funcionais. “Embora sejam ricos em matéria orgânica, os manguezais são quase desprovidos de nitrogênio e fósforo, micronutrientes essenciais para as plantas. Temos quase certeza de que são os microrganismos que se encarregam de fixar esses micronutrientes nas plantas, permitindo que elas subsistam”, disse Soares de Melo à Agência FAPESP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o pesquisador, a compreensão das atividades funcionais dos microrganismos terá aplicações práticas, como o uso de bactérias de manguezais no controle biológico de doenças de plantas e a extração de metabólitos úteis para a indústria farmacêutica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos estudando a diversidade química desses microrganismos com o objetivo específico de extrair metabólitos como antibióticos, anticancerígenos, antifúngicos e herbicidas”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro objetivo do projeto, segundo Soares de Melo, é a estruturação de um banco de germoplasma dos organismos estudados. “Queremos viabilizar uma base de recursos genéticos microbianos para realizar estudos sobre fisiologia de crescimento e preservação de microrganismos”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovações biotecnológicas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados do projeto até agora incluem a descoberta de bactérias que produzem biossurfactantes que ajudam na biodegradação do petróleo. Outro avanço importante foi a descoberta de actinobactérias do gênero Streptomyces, que produzem metabólitos antifúngicos, indicando potencial de utilização no controle biológico em sistemas hidropônicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os cultivos hidropônicos, de alta importância econômica, sofrem com fungos fitopatogênicos aquáticos. Buscamos bactérias adaptadas que se mantenham ativas por longos períodos em soluções nutritivas que podem viabilizar a prática do biocontrole e reduzir o uso de fungicidas químicos”, disse Soares de Melo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte das pesquisas, segundo o pesquisador, está sendo feita nos manguezais de Bertioga e Cananéia. “Temos vários estudos voltados para a busca de bioprodutos e inovações biotecnológicas. Mas o fundamental do projeto é mesmo estudar a biodiversidade desses microrganismos, tão pouco conhecida”, contou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo relatório do projeto deverá ficar pronto em abril. “Vamos fazer a identificação química dos compósitos bioativos que encontramos, além de colocar alguns desses organismos em condições de campo para o estudo de estratégias de controle biológico de doenças em cultivos hidropônicos”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório também incluirá análises genéticas de vários dos microrganismos encontrados que ainda não foram identificados. Segundo Soares de Melo, a maioria das bactérias presentes em amostras ambientais não pode ser detectada por meio de microscopia convencional, porque elas ficam aderidas a partículas de solo e sedimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Usamos o seqüenciamento genético, análise molecular, análise cromatográfica e ressonância magnética nuclear para identificar a estrutura de compostos e técnicas de biologia molecular para análise da diversidade genética”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: www.cnpma.embrapa.br. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Agência Fapesp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8364371259276138048?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8364371259276138048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8364371259276138048' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8364371259276138048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8364371259276138048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/fungos-e-bactrias-tm-um-papel-central.html' title='Fungos e bactérias têm um papel central na dinâmica biológica dos manguezais.'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-1551044605407419657</id><published>2008-02-10T08:48:00.000-08:00</published><updated>2008-02-10T08:49:40.872-08:00</updated><title type='text'>O negócio dos biocombustíveis</title><content type='html'>Por Stephen Leahy, da IPS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os biocombustíveis passaram de salvadores do meio ambiente a apenas outra forma de se ficar rico. Países e regiões sem reservas de petróleo agora consideram suas propriedades, sua turfa e suas florestas como possíveis campos de óleo, pouco profundos, mas bastante rentáveis. Entretanto, renovável não significa sustentável. Na maioria dos casos, o único verde dos biocombustíveis são as cédulas de dinheiro que geram. Não é surpresa, pelo seu elevado preço, que o investimento em combustível de origem vegetal chegou a US$ 21 bilhões em 2007, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou o investimento de US$ 3 bilhões em projetos privados para produzir biocombustível, em especial no Brasil. No entanto, o Banco Mundial informou que destinou US$ 10 bilhões no ano passado. Enquanto isso, a ajuda ao desenvolvimento para os cultivos de alimentos caiu para US$ 3,4 bilhões em 2004. A participação do Banco Mundial foi menor em US$ 1bilhão, segundo o Informe de Desenvolvimento sobre Agricultura divulgado pelo Banco em outubro passado. A maior parte do dinheiro foi destinada ao subsídio do uso de fertilizantes químicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é apenas o Banco Mundial. Agências de desenvolvimento regionais, organizações progressistas da Europa e de muitos outros países investem em biocombustíveis”, disse Anuradha Mittal, do Instituto Oakland, organização não-governamental dedicada a questões sociais e ambientais. “Fiquei assombrada de ver quanta terra se tirou dos pobres na Índia para produzir agrocombustível”, disse à IPS, após uma visita ao seu país. Muitos ativistas preferem o termo agrocombustível em lugar de biocombustível, porque dá ênfase no uso de cultivos agrícolas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os agrocombustíveis são “soluções falsas” para o grave problema da mudança climática, e em muitos casos agravam diretamente a situação, acrescentou Mittal. A pioraram porque as nações industriais realmente acreditam que reduzem suas emissões de gases causadores do efeito estufa, mas, na realidade, não conseguem lidar com um consumo de energia, e outros recursos, fora de controle. A maioria dos cientistas atribui a esses gases, como o dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, o aquecimento do planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investidores em biocombustíveis não fazem apenas dinheiro, também podem obter créditos de carbono no contexto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), estabelecido pelo Protocolo de Kyoto. O esquema permite aos países ricos superar seus limites de emissões se financiarem projetos de redução em nações do Sul por meio de um sistema de créditos. A iniciativa também permite o financiamento de projetos de energia solar e eólica. Mas com os biocombustíveis ficou difícil determinar a quantidade exata de dióxido de carbono reduzido em relação ao combustível de origem fóssil em comparação às emissões liberadas pelo cultivo, transporte e pela produção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas uns poucos projetos pequenos que produzem biodiesel a partir de óleo vegetal usado recebem financiamento pelo MDL, disse Almuth Ernsting, da ONG britânica Biofuelwatch. Mas uma grande quantidade de outras iniciativas em grande escala no Brasil e um projeto para produzir etanol no México talvez sejam aprovados este ano. “A indústria afirma que precisa de financiamento do MDL”, disse Ernsting à IPS. “Se esse esquema financia esses tipos de grandes projetos, então os mercados de carbono possivelmente financiem outros”. Se isso ocorrer, como é provável, outra onda de financiamento de projetos para produção de biocombustíveis inundará o mundo quando ainda existe um considerável debate científico sobre os benefícios ambientais dos agrocombustíveis, ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As últimas pesquisas mostram que os fertilizantes e o cultivo do solo liberam entre 30% e 40% das emissões de dióxido de carbono. Sabe-se desde 2005 que o biodiesel da Europa, produzido a partir do óleo de palma da Indonésia, causou desmatamento, drenou a turfa e liberou grandes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera. Agora é difícil reverter o ocorrido. A União Européia expressou sua preocupação pela situação, mas manteve o objetivo de 10% do combustível utilizado pelo transporte seja de origem vegetal, disse Ernsting. “Se levarmos a sério a luta contra a mudança climática, será preciso uma moratória sobre os agrocombustíveis para permitir uma avaliação adequada”, garantiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os riscos e os benefícios dos biocombustíveis devem ser analisados, concordou George Weyerhaesuer, executivo da Weyerhaesuer Company, uma das maiores empresas de produtos florestais. “Necessitamos resolver isso e rapidamente enviar recomendações à ONU”, afirmou Weyerhaesuer, que trabalha com o Conselho Mundial de Empresas a Favor do Dsenvolvimento Sustentável, com sede em Genebra, que reúne 200 empresas. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/ IPS)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-1551044605407419657?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/1551044605407419657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=1551044605407419657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/1551044605407419657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/1551044605407419657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/o-negcio-dos-biocombustveis.html' title='O negócio dos biocombustíveis'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7714600134871311877</id><published>2008-02-10T08:35:00.000-08:00</published><updated>2008-02-10T08:36:02.909-08:00</updated><title type='text'>Caminhada energética</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Acabou a bateria do celular, do tocador MP3 ou do GPS? Que tal recarregar aparelhos eletrônicos sem precisar voltar para casa, usar uma tomada e esperar? Melhor ainda: que tal fazer isso no meio da rua, enquanto caminha e usa energia gerada pelos próprios movimentos do corpo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade está descrita na edição desta sexta-feira (8/2) da revista Science. Um grupo de cientistas de laboratórios nos Estados Unidos e Canadá desenvolveu um dispositivo para ser instalado nas pernas e que gera eletricidade enquanto o usuário caminha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que os automóveis híbridos acumulam energia dissipada ao pisar nos freios – e a “reciclam” para uso no deslocamento do veículo –, o dispositivo armazena parte da energia cinética dos movimentos das pernas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instalados nas duas pernas, os equipamentos geram 5 watts de eletricidade durante caminhadas leves. Energia suficiente para fazer funcionar dez celulares simultaneamente ou os laptops de baixo custo que estão sendo testados em países em desenvolvimento. Ao correr, a energia produzida chegou a 54 watts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O fato é que há muita energia disponível em vários locais do corpo humano e que pode ser convertida em eletricidade. O joelho, por exemplo, é um dos melhores pontos”, disse Arthur Kuo, da Universidade de Michigan, um dos autores do estudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores testaram dispositivos em seis voluntários. Cada aparelho era composto por um pequeno motor montado em um chassi de alumínio, com gerador, correias, potenciômetros e conectores. Somados às bandas de borracha para fixar na perna, resultaram em um peso de 1,6 quilo cada um. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O objetivo era demonstrar o conceito. O protótipo é desajeitado e pesado e afeta o modo de andar, mas esperamos melhorá-lo de modo que seja mais fácil de usar e mais eficiente na geração de energia”, disse Kuo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, além de servir como fonte de eletricidade em locais remotos, a tecnologia tem potencial para ser empregada no funcionamento de próteses robotizadas. Outros usos estariam em bombas de insulina implantadas ou para diminuir o fardo de soldados, que não precisariam carregar pesadas baterias de modo a operar dispositivos eletrônicos cada vez mais comuns em campos de combate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo Biomechanical energy harvesting: generating electricity during walking with minimal user effort, de J.M. Donelan e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Fapesp)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7714600134871311877?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7714600134871311877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7714600134871311877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7714600134871311877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7714600134871311877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/caminhada-energtica.html' title='Caminhada energética'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-4293536536739865274</id><published>2008-02-10T08:33:00.000-08:00</published><updated>2008-02-10T08:34:51.614-08:00</updated><title type='text'>Ozônio e temperaturas em baixa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pesquisadores brasileiros que estão na Estação Antártica Comandante Ferraz para as atividades científicas do verão 2007/2008 constataram novamente a redução da camada de ozônio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo, que enfrenta o inverno mais rigoroso na região nos últimos 20 anos, desenvolve projetos que fazem parte do quarto Ano Polar Internacional, como o estudo do buraco na camada de ozônio e de variações climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apesar de as conclusões finais saírem apenas em 2010, os resultados científicos começam a ser divulgados este ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Ano Polar está permitindo à comunidade científica participar de uma grande campanha observacional para desenvolver pesquisas nos ambientes ártico e antártico, aprofundando o conhecimento quanto à conexão dos pólos com outras latitudes, as mudanças climáticas e sua interação com o meio ambiente da Terra”, disse Neusa Paes Leme, pesquisadora do Inpe e coordenadora do projeto Atmosfera Antártica e suas conexões com a América do Sul, que estuda a camada de ozônio e a radiação ultravioleta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora, em 2007 a redução da concentração do ozônio na camada foi 15% menor do que em 2006, quando foi registado um novo recorde em tamanho e destruição da camada de ozônio. A concentração do gás CFC, responsável pela destruição do ozônio, ainda é alta e os modelos indicam que a camada só estará normal em 2060, se comparada com a concentração de 1980. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A camada de ozônio é monitorada na Estação Antártica Comandante Ferraz no período de agosto a março, desde 2001, e em campanhas especiais em setembro e outubro, desde 1992. No período da ocorrência do buraco de ozônio, a concentração sobre a estação é reduzida em torno de 65% e a radiação ultravioleta pode aumentar em 500%, atingindo valores de regiões tropicais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da pesquisa sobre a camada de ozônio, o Inpe também tem projetos ligados ao estudo da alta, média e baixa atmosfera, meteorologia, aquecimento global, gases do efeito estufa, radiação ultravioleta, relação sol-atmosfera (clima espacial), transporte de poluição e oceanografia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores estão elaborando em Ferraz três publicações com dados dos projetos para periódicos científicos. O projeto de meteorologia produziu um documento com informações sobre o clima da região com registros da temperatura no local desde 1986 e na baía do Almirantado desde 1949. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante esta temporada foram realizadas outras atividades, como instalação da antena GPS, manutenção do sistema de registros meteorológicos da torre de coleta de dados e instalação de uma nova câmera ligada à internet no módulo do projeto Geoespaço para monitorar simultaneamente a entrada da baía do Almirantado e os arredores da Estação Antártica Comandante Ferraz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi testado o robô para levantamento fotográfico e obtenção de imagens de vídeo das formas de vida marinha encontradas no fundo da baía do Almirantado. Operado de forma remota, o robô, especialmente adaptado para executar missões de exploração nas águas geladas, realizou cinco mergulhos, atingindo 26 metros de profundidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas pesquisas envolvendo a fauna antártica – região onde se reproduzem cerca de 40 espécies de aves, sendo oito espécies de pingüins e as demais espécies são aves voadoras –, foi realizado o monitoramento do vírus da influenza aviária e o vírus da doença de Newcastle em pingüins da Ilha Rei Jorge, além do estudo das condições ambientais extremas da Antártica, como o frio intenso, que influenciam as características fisiológicas, reprodutivas e comportamentais das espécies que vivem ou se reproduzem nesse ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, a primeira fase de atividades de vários projetos teve a rotina alterada em função da total ausência de água no sistema de abastecimento da Estação Ferraz, o que modificou alguns dos objetivos previstos, pois as medições que dependem desse recurso seriam impraticáveis ou corriam o risco de gerar dados inverídicos em relação ao padrão usual de Ferraz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: www.inpe.br/antartica &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Fapesp)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-4293536536739865274?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/4293536536739865274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=4293536536739865274' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4293536536739865274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4293536536739865274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/oznio-e-temperaturas-em-baixa.html' title='Ozônio e temperaturas em baixa'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8502108717160539943</id><published>2008-02-06T08:52:00.000-08:00</published><updated>2008-02-06T08:59:33.461-08:00</updated><title type='text'>Peru prepara cartel de venda para a Amazônia</title><content type='html'>Por Milagros Salazar, da IPS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedido do governo, o parlamento do Peru discute esta semana a autorização para vender terras não aradas na Amazônia a empresas privadas que investem em reflorestamento. Mas, os críticos alertam que não existe um cadastro das áreas que podem ser vendidas sem prejudicar a biodiversidade. A modificação da Lei de Promoção do Investimento Privado no Reflorestamento e Agroflorestamento, que estava programa para ser debatida na semana passada, teve seu exame adiado sob o pretexto da ausência do presidente da Comissão Agrária, o legislador oficialista Franklin Sánchez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a razão principal é que os parlamentares ligados ao presidente Alan García têm dúvidas em aprovar esta lei diante dos fortes questionamentos de especialistas, setores da oposição e organizações sociais, como os camponeses mobilizados na região de Loreto. Na legislação peruana em vigor, as áreas para reflorestamento são outorgadas mediante concessão. Mas García garante que se estes terrenos forem vendidos se conseguirá dar maior segurança aos empresários e promover a criação de empregos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aproveitar a madeira e renová-la é uma possibilidade de gerar trabalho fazendo investimento. Estamos em um mundo ideológico que diz que não se pode tocar na Amazônia porque é parte do idílio do comunismo primitivo”, afirmou o presidente do Peru em uma entrevista publicada dia 21 de janeiro no jornal espanhol ABC. Mas, o interesse do governo em colocar à venda terrenos na Amazônia já havia sido anunciado antes por García em um artigo de opinião que publicou no jornal local El Comercio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas garantem que o mandatário só prioriza o fator econômico do investimento, sem considerar a situação real dessas áreas, que formam uma região de grande riqueza natural, e tampouco os habitantes da região, muitos deles indígenas. “O problema é que no projeto de lei do Poder Executivo não está definido de que tipos de terras falamos realmente, porque tampouco existe um cadastro”, disse à IPS o coordenador do Programa Florestal da não-governamental Sociedade Peruana de Direito Ambienta, Luis Capella. “Então, um terreno sem cobertura vegetal pode ser, na realidade, de uma floresta primaria que acabará destruída no momento de ser colocada à venda”, explicou. De fato, no projeto enviado ao Congresso é assinalado de maneira geral que se poderá destinar à venda “terras florestais sem cobertura vegetal e/ou baldios”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazônia peruana existem 1.450 comunidades indígenas pertencentes a 65 grupos étnicos, segundo o censo de 1993, e, apesar da intenção do governo de dar em propriedade terrenos baldios, o Ministério da Agricultura reconheceu à IPS que o cadastro para identificar a situação real da região apenas ficará pronto no final deste ano. Apesar disso, o porta-voz dessa pasta garantiu que se calcula que existam 9,5 milhões de hectares desmatados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Capella, é indispensável a elaboração de um diagnostico, porque, devido à geografia vegetal da Amazônia, é difícil que exista grande quantidade de terras baldias para investimento como se quer fazer crer. “Ao dizer que em lugar de dar concessão se vai vender, o presidente não soluciona as coisas, porque tampouco existe um contexto regulamentar e institucional que dê suporte e supervisione o investimento nestas áreas”, acrescentou Capella. Atualmente, a supervisão do reflorestamento está a cargo do órgão estatal Proinversión, como se se tratasse de qualquer outra atividade econômica e não de uma entidade que possa analisar os fatores ambientais, sociais e culturais que devem ser considerados na hora de vender os territórios da Amazônia. &lt;br /&gt;A iniciativa de García tem posição favorável da Comissão Agrária do Congresso, encabeçada pelo legislador oficialista Sánchez. Tal projeto amplia de 10 mil para 40 mil hectares o limite de extensão das terras destinadas não desenvolve um contexto que regulamente e garanta a supervisão para o reflorestamento e tampouco envolve os governos regionais. “Em um cenário incerto, quando não se tem claro em quais condições e direitos se irá outorgar aos compradores e quais outros direitos dos moradores serão afetados, como se pode falar que esta lei garantirá o investimento e mais emprego?”, pergunta Capella. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Comissão de Economia, onde também se debateu o projeto, foi rejeitada a possibilidade de por à venda estes território e aprovou-se uma decisão que mantém a figura da concessão mediante processos de leilão público. As posições no Congresso estão divididas sobre o assunto. “Não concordo com a venda, porque também se pode garantir investimentos mediante a figura da concessão, e a Amazônia é um dos pulmões do mundo onde há comunidades que devem ser levadas em conta”, disse à IPS Lourdes Alcorta, legisladora da aliança de centro-direita Unidade Nacional, onde há vozes a favor e contra, apesar deste partido apoiar decididamente as iniciativas promovidas pela empresa privada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No grupo progressista União pelo Peru, a rejeição é unânime. “Não queremos que envenenem os recursos naturais. Mesmo o sistema de concessões florestais vigentes demonstra que foi um fracasso, porque apenas serviu para saquear a selva e que um grupo de empresas se beneficiasse com a venda de madeira ilegal”, disse o legislador dessa agrupação Roger Najar. A legisladora oficialista Nidia Vílchez, ex-presidente da Comissão Agrária, repetiu os argumentos de García ao destacar que o projeto de lei “visa a geração de mais empregos”, mas, reconheceu que antes de colocar à venda os terrenos sem cobertura vegetal se deve garantir a realização de um cadastro e a titulação destas áreas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na selva, apenas 37% das propriedades rurais contam com título, informou à IPS o estatal Organismo de Formalização da Propriedade Informal. O principal obstáculo, explicaram porta-vozes desse órgão, é o contexto legal, já que há muitas restrições como permitir a titulação apenas das terras que são economicamente aproveitadas. A iniciativa presidencial, que tem apoio do bloco oficialista do parlamente, mexeu com os ânimos nas regiões amazônicas. Organizações sociais de Loreto realizam mobilizações de rua há vários dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na a primeira quinzena deste mês, organizações de três regiões da Amazônia convocarão uma greve contra o polêmico projeto de lei. “Vamos protestar porque só o que estão fazendo é copiar modelos estrangeiros de reflorestamento, sem levar em conta nossa realidade”, disse à IPS o secretário-geral da Frente de Defesa de Ucayali, Rômulo Coronado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Foto: Mauricio Ramos)&lt;br /&gt;(Envolverde/ IPS)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8502108717160539943?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8502108717160539943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8502108717160539943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8502108717160539943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8502108717160539943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/peru-prepara-cartel-de-venda-para.html' title='Peru prepara cartel de venda para a Amazônia'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-6696917244745184139</id><published>2008-02-02T06:13:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.635-08:00</updated><title type='text'>GOVERNOS ADOTAM COMPRAS SUSTENTÁVEIS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R9FiGIl7I/AAAAAAAAAmI/6iBc8VzzkII/s1600-h/Revista.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R9FiGIl7I/AAAAAAAAAmI/6iBc8VzzkII/s320/Revista.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162388606878783410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30/12/2007 Compras públicas realizadas pelo 1º Setor tem critérios ambientais e de responsabilidade social como avaliação...&lt;br /&gt;Segundo Laura Valente de Macedo, Diretora Regional do ICLEI - Governos Locais Pela Sustentabilidade uma ONG, com sedes em Toronto no Canadá, Buenos Aires na Argentina e São Paulo no Brasil, com mais de 700 associados de diversos países.&lt;br /&gt;Declarou recentemente em um encontro Latino Americano de Negócios Ambientais Sustentáveis realizado em Curitiba-PR, que as compras realizadas pelos governos locais, como estados e prefeituras, já adotam critérios para que seus fornecedores estejam comprometidos com o meio ambiente e responsabilidade social.  &lt;br /&gt;Um exemplo citado foi da prefeitura de Barcelona na Espanha, que através da licitação de uniformes para seus funcionários de conservação de Parques e Jardins deu preferência, além do melhor preço, que a empresa vencedora tivesse certificação de preservação ambiental ou responsabilidade social de um órgão independente ou de auditoria interna. &lt;br /&gt;No Brasil, os estados do Acre, Amazonas, Rio de Janeiro,  prefeitura de São Paulo e Governo federal já possuem a chamada "Compra Verde",  em licitações e pregões eletrônicos adquirindo produtos como papéis recicláveis e produtos biodegradáveis. &lt;br /&gt;O segmento que mais consome produtos de fornecedores que atendem esta demanda estão os da construção civil, um dos setores que mais consome materiais recicláveis e energias renováveis.  &lt;br /&gt;O trabalho do ICLEI e das LACS, Secretariado para a América Latina e Caribe, tem sido disseminar  para os interessados através de grupos de trabalho da Compra Verde, instrumentos de facilitação, discussão pública, redução da burocracia e pedido de revisão da Lei 8666/93 para se adotar critérios para compras sustentáveis.&lt;br /&gt;O Instituto de Pesquisa Sócioambiental CHICO MENDES é um organismo que já possibilita estas certificações para fornecedores que desejam participar de compras verdes no Brasil.  (Saiba mais no site www.institutochicomendes.org.br)&lt;br /&gt;Estas licitações estão em pregões eletrônicos e agências como a A3P, do governo federal,  e sites como da CETESB, cbcs.org.br e wolrdgbc.org.br.&lt;br /&gt;É uma forma dos governos contribuirem para amenizar o impacto ambiental incentivando as empresas comprometidas com a nova ordem mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Adriano Bueno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.institutochicomendes.org.br/GOVERNOS_ADOTAM_COMPRAS_SUSTENTAVEIS_17&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-6696917244745184139?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/6696917244745184139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=6696917244745184139' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6696917244745184139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6696917244745184139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/governos-adotam-compras.html' title='GOVERNOS ADOTAM COMPRAS SUSTENTÁVEIS'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R9FiGIl7I/AAAAAAAAAmI/6iBc8VzzkII/s72-c/Revista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8127704792341190514</id><published>2008-02-02T06:02:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.808-08:00</updated><title type='text'>Brasil cria fundo voluntário para conservar Amazônia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R4_SGIl6I/AAAAAAAAAmA/xJYjjJj_hTs/s1600-h/AMAZONIA.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R4_SGIl6I/AAAAAAAAAmA/xJYjjJj_hTs/s320/AMAZONIA.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162384101458089890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto começará com verba de US$ 150 milhões, geridos pelo BNDES. &lt;br /&gt;Anúncio foi feito pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.&lt;br /&gt;A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, apresentou na quarta-feira (12) à comunidade internacional, na Indonésia, detalhes do Fundo para Proteção e Conservação da Amazônia Brasileira. Após três anos de queda da taxa de desmatamento, o País aposta no levantamento de recursos externos com base no que foi feito até agora. Para conquistar a confiança dos investidores, uma vez que o apoio seria voluntário, o governo aceita assumir compromissos: “Estamos nos dispondo a seguir metas internas e verificáveis (de controle do desmatamento)”, disse Marina.&lt;br /&gt;O lançamento oficial do fundo deve ocorrer no primeiro semestre de 2008. A projeção inicial de investimento é de US$ 150 milhões, geridos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Cerca de US$ 100 milhões viriam do governo da Noruega, que acaba de lançar um programa de US$ 2,7 bilhões de apoio financeiro aos países com florestas tropicais, durante cinco anos.&lt;br /&gt;O ministro norueguês do Meio Ambiente, Erik Solheim, presente ao anúncio, não detalhou quanto seu país repassaria ao Brasil, mas indicou interesse ao dizer que, ao contrário de outras estratégias de mitigação de gases estufa, a manutenção da floresta em pé “ainda impede a perda de biodiversidade”.&lt;br /&gt;Esse recurso se somaria ao orçamento de US$ 500 milhões, já aprovado no Plano Plurianual, destinado ao Plano Nacional de Combate ao Desmatamento da Amazônia, que atualmente passa por revisão. O desmatamento e as queimadas são a principal fonte brasileira de gases estufa, cerca de 75% do total. Segundo a secretária de Mudanças Climáticas do MMA, Thelma Krug, 59% do total vem da Amazônia.&lt;br /&gt;Pelo cálculo do ministério, a cada US$ 5 doados por meio do fundo, 1 tonelada de CO2 deixaria de ser emitida pelo desmatamento evitado. A apresentação ocorreu paralelamente à 13ª Conferência do Clima (COP-13), que reúne 190 países para discutir um novo regime de combate ao aquecimento global.&lt;br /&gt;As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8127704792341190514?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8127704792341190514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8127704792341190514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8127704792341190514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8127704792341190514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/brasil-cria-fundo-voluntrio-para.html' title='Brasil cria fundo voluntário para conservar Amazônia'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6R4_SGIl6I/AAAAAAAAAmA/xJYjjJj_hTs/s72-c/AMAZONIA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-3486252883301172437</id><published>2008-02-02T04:59:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:51.899-08:00</updated><title type='text'>Chefe de mudanças climáticas da ONU define plano de mitigação</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RpkSGIlyI/AAAAAAAAAlA/EshCa7Z0lQg/s1600-h/aquecimento_global.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RpkSGIlyI/AAAAAAAAAlA/EshCa7Z0lQg/s320/aquecimento_global.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162367144927205154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O secretário executivo da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, Yvo de Boer, anunciou ontem, durante a conferência de Honolulu, um plano para melhorar a cooperação global na luta contra as mudanças climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência de dois dias, a portas fechadas, conhecida como Encontro das Grandes Economias sobre Segurança Energética e Mudanças Climáticas, atraiu representantes das Nações Unidas, União Européia, assim como 16 das principais potências econômicas mundiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os participantes estão debatendo algumas maneiras de mitigar as mudanças climáticas sem prejudicar o desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que temos é um novo processo sobre uma ação cooperativa a longo prazo para as convenções e negociações, e temos que fazer ao menos três coisas,” disse De Boer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Primeiramente, definir para os países desenvolvidos compromissos sobre os limites apropriados das emissões, que sejam mensuráveis, descritíveis, e verificáveis e, para os países em desenvolvimento, ações de mitigação,” disse ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo ponto é “determinar as ações essenciais para a adaptação aos impactos inevitáveis das mudanças climáticas e promover um desenvolvimento resistente ao clima”, adicionou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo De Boer o terceiro aspecto é “mobilizar a cooperação financeira e tecnológica necessária para apoiar estas ações também de maneira mensurável, descritível e verificável.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe climático da ONU disse que os participantes têm uma grande responsabilidade de tornar o mapa de Bali um sucesso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas conversas climáticas de Bali, em dezembro passado, o governo dos Estados Unidos concordou em auxiliar no desenvolvimento de um novo acordo para substituir o Protocolo de Kyoto após 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações serão finalizadas em Copenhagen em 2009, dando às partes tempo para a ratificação do tratado que deverá entrar em vigor em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais assuntos a serem discutidos ainda são “uma meta global a longo prazo para reduções dos gases do efeito estufa que seja consistente com os objetivos de desenvolvimento econômico,” segundo James Connaughton, presidente do Conselho da Casa Branca sobre Qualidade Ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido por Fernanda Müller, CarbonoBrasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carbono Brasil/China View)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-3486252883301172437?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/3486252883301172437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=3486252883301172437' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3486252883301172437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3486252883301172437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/02/chefe-de-mudanas-climticas-da-onu.html' title='Chefe de mudanças climáticas da ONU define plano de mitigação'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R6RpkSGIlyI/AAAAAAAAAlA/EshCa7Z0lQg/s72-c/aquecimento_global.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7497250245230131602</id><published>2008-01-24T17:31:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:52.035-08:00</updated><title type='text'>Escurecimento Global pode ser pior que o aquecimento?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5k8wiGIlsI/AAAAAAAAAkM/16RRXAu6ZM4/s1600-h/Escurecimento+Global.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5k8wiGIlsI/AAAAAAAAAkM/16RRXAu6ZM4/s320/Escurecimento+Global.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159221652613535426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Paula Scheidt, CarbonoBrasil com informações da BBC Brasil, The Guardian, N.Y Times e ABC News &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia nunca deu muita importância, especialistas climáticos falam pouco ou não prestam a devida atenção e os relatórios do IPCC nem ao menos o citam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escurecimento global é a diminuição da quantidade de radiação que chega à superfície terrestre que, paradoxalmente, pode significar que o aquecimento global é muito mais ameaçador do que se pensava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pesquisas foram publicadas nos anos 90 sobre o assunto e reportavam que os raios solares decaiam na Irlanda, que tanto a Antártida quanto o Ártico estavam ficando mais escuros e que a luz no Japão, a suposta terra do sol nascente, estava na verdade diminuindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados revelam que nos últimos 50 anos a quantidade média de radiação solar que atingiu o solo caiu em 3% a cada década. Apesar de parecer pequeno, implica em conseqüências para as mudanças climáticas, energia solar e fotossíntese das plantas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros estudos mostraram ainda que a radiação solar havia caído 10% nos EUA, cerca de 30% em partes da antiga União Soviética e 16% em partes das ilhas britânicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das últimas pesquisas sobre o assunto terem sido publicadas em revistas científicas há dois anos, o fenômeno continua nos céus esperando para que alguém o acompanhe atentamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem e como descobriu? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1985, o pesquisador geográfico Atsumu Ohmura, do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, descobriu que os níveis de radiação solar haviam caído mais de 10% em três décadas. “Eu estava chocado. A diferença era tão grande que eu não conseguia acreditar”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ohmura foi o primeiro cientista a publicar um estudo sobre o “escurecimento global”, em 1989. Claro, foi totalmente ignorado pela comunidade cientifica que andava se preocupando com o inverso – o aquecimento global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2001, o inglês Gerry Stanhill, em conjunto com Shabtai Cohen, publicou uma pesquisa que comparava os registros de raios solares em Israel nos anos 50 com os atuais. O pesquisador observou uma impressionante queda de 22% dos raios solares, que o deixou surpreso. Intrigado, ele foi em busca de dados similares de outros pontos do mundo, e encontrou a mesma história em todo local que procurava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles coletaram todas as evidências disponíveis e provaram que, em média, os registros mostravam que a quantidade de radiação solar que alcançava a superfície da Terra tinha diminuído entre 0,23 e 0,32% em cada ano, entre os anos de 1958 e 1992. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stanhill batizou o fenômeno de “escurecimento global” e, a sua pesquisa também foi recebida com ceticismo pela comunidade científica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém naquele mesmo ano, o cientista climático Graham Farquhar, da Universidade Nacional da Austrália e seu colega Michael Roderick publicaram um estudo que cruzava dados sobre o escurecimento global com taxas de evaporação das chuvas na revista mais bem conceituada americana - a Science. Depois de mais de 20 anos da primeira observação, o escurecimento global finalmente ganhava destaque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farquhar utilizou um método completamente diferente para confirmar as conclusões de Stanhill. Estudos e mais estudos usando uma panela de metal cheia de água mostraram que as taxas de evaporação têm caído nos últimos anos. Este era um dos maiores mistérios da ciência climática, uma vez que, já constatado o aquecimento da Terra, esperava-se um aumento na taxa de evaporação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Farquhar comparou estes dados com os do escurecimento global, eles bateram perfeitamente. A redução na evaporação era causada pela menor quantidade de água que brilhava na superfície aquática. Foi então que os cientistas climáticos acordaram para o problema e começaram a tomar nota, apesar de alguns ainda se recusarem a aceitar, acusando a falta de precisão do equipamento de registro dos dados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma coisa extraordinárias que, por alguma razão, isto não penetrou nem mesmo nos pensamentos das pessoas que olham para as mudanças climáticas globais”, disse o Farquhar para o jornal britânico The Guardian, em uma reportagem de 2003. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista atmosférico do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, Martin Wild, liderou um estudo publicado na Science em 2005 que mostra que houve um significativo escurecimento sobre a Terra até cerca de 1990, quando os dados sugerem que iniciou um processo gradual de “luminosidade”. Wild atribui o brilho atual ao bem sucedido esforço no controle da poluição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De 1960 a 1980, o escurecimento foi grande o suficiente para contrabalancear o aumento induzido dos gases do efeito estufa e diminuir as grandes ondas de radiação”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um time liderado por Bruce A. Wielick, do Centro de Pesquisas Langley da Nasa, na Virgìnia, produziu relatos das medidas do satellite da agência Aqua que mostraram uma pequena queda na quantidade de luz refletida para fora da Terra desde 2000. Os resultados da Nasa conflitam nas medidas, sugerindo que a Terra teria recomeçado o processo em 2001. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um artigo publicado na Revista Science, James E. Hansen, do Instituto Goddard para estudos espaciais, de Nova York, e seus colegas dizem que muito do excesso de calor gerado pelo aquecimento global tem estado armazenado nos oceanos. Mesmo se mais nenhum gás do efeito estufa for liberado para a atmosfera, eles afirmam, a Terra ficará mais quente nas próximas décadas, uma vez que o calor dos oceanos será liberado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores do Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico em Washington descobriram que a quantidade de luz que chegava na China caiu em 3,7 watts por jarda quadrada nos últimos 50 anos. As pesquisas foram publicadas no Geophysical Research Letters em 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é medida? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A radiação solar é medida vendo quanto o lado de um prato preto aquece quando exposto ao sol, comparado com o outro lado, que está na sombra. É um equipamento relativamente simples e não existem maneiras de provar qual exatas são as medidas feitas 30 anos atrás. “Para detectar mudanças temporais você precisa de dados muito bons, senão estará apenas analisando a diferença entre dados de sistemas possivelmente recuperados (data retrieval systems)”, diz Ohmura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início de 2006, a Nasa abandonou um programa que poderia ter oferecido, de alguma maneira, evidências do fenômeno. O Deep Spack Climate Observatory foi criado para observar a luminosidade do sol sobre um lado da Terra durante longos períodos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Robert Charlson, do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Washington, em Seattle, o satélite poderia oferecer dados sobre o escurecimento global, assim como sobre o aquecimento. O aparelho foi construído e preparado para ser lançado em 2001, porém com os ataques terroristas e a perda da nave Columbia em 2003, o lançamento foi adiado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado foi que os pesquisadores estão limitados a fotos de satélites e instrumentos de leitura no solo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas suspeitam que o fenômeno seja causado pela poluição. Queima de carvão, petróleo e madeira, carros e usinas energéticas não produzem apenas gases invisíveis como o dióxido de carbono, principal responsável pelo Efeito Estufa, mas também minúsculas partículas de poeira, soot, componentes sulfúricos e outros poluentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa poluição atmosférica visível reflete a luz solar de volta ao espaço, não a deixando chegar ao solo. Além disso, ela muda as propriedades ópticas das nuvens. Nuvens poluídas contem um maior número de gotas do que as não poluídas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas recentes mostram que isto as faz refletir mais do que o normal, o que mais uma vez provoca reflexos dos raios solares para o espaço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora Rachel Pinker, da Universidade de Maryland, também nos Estados Unidos, tem feito estudos baseados em imagens de satélites e argumenta que os números sugerem que algo esteja acontecendo, só não existem dados suficientes para saber o que é. "Isto pode ser o nível dos poluentes, mas também pode ser a interação de nuvens de aerosol ou instrumentos diferentes que estão fazendo as leituras”, disse em reportagem para o ABC News em 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüências &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sugestões de que o escurecimento está por detrás das secas da África subsaariana, o que acabou com milhares de vidas nos anos 70 e 80. Hoje se suspeita que a mesma coisa esteja acontecendo na Ásia, casa para mais da metade da população mundial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Minha principal preocupação é que o escurecimento global está causando um impacto destrutivo às monções asiáticas e estamos falando de bilhões de pessoas”, diz o professor de ciências climáticas e atmosféricas da Universidade da Califórnia, San Diego, Veerhabhadran Ramanathan. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais alarmante é que os cientistas podem ter subestimado o verdadeiro poder do efeito estufa. Eles sabem quanta energia extra tem sido mantida na atmosfera terrestre em função do dióxido de carbono que emitimos. O os surpreendem é que esta energia extra até agora resultou em um aumento de apenas 0.6º C. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão para muitos era de que o clima atual é menos sensível ao efeito do dióxido de carbono (CO2) que era, digamos, na era do gelo, quando um aumento similar de CO2 levaria a um aumento de 6º C. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas agora parece que o aquecimento dos gases do efeito estufa foi neutralizado por um forte efeito de resfriamento causado pelo escurecimento – na verdade um ou dois poluentes teriam cancelado um ao outro. Isto significa que o clima na verdade é mais sensível ao efeito estufa que se pensava anteriormente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for isso, então temos más notícias, de acordo com Peter Cox, um dos modelares climáticos líderes do mundo. Do jeito que as coisas andam, os níveis de CO2 são projetados para crescer fortemente nas próximas décadas, enquanto existem fortes sinais de que as partículas poluentes têm sido controladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ohmura diz que as imagens de satélite das nuvens sugerem que o céu se tornou ligeiramente mais limpo desde o início da década de 90 e isto vem sendo acompanhado por uma abrupta subida de temperatura. Ambos os fatos podem indicar que o escurecimento global está diminuindo, e isto pode estar ligado à redução geral da poluição atmosférica, através do declínio da indústria pesada em partes do mundo nos anos recentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é possível que o escurecimento global não seja inteiramente causado pela poluição atmosférica. “Eu não acredito que os aerossóis sozinhos poderiam causar tanto escurecimento global”, diz Farquhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até as mais pessimistas previsões de aquecimento global precisariam de uma revisão dramática, pois com um aumento de 10º C nas temperaturas em 2100 em jogo, daria ao Reino Unido um clima como o da África do Norte, e deixaria muitas partes do planeta desabitadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; BBC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7497250245230131602?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7497250245230131602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7497250245230131602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7497250245230131602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7497250245230131602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/escurecimento-global-pode-ser-pior-que.html' title='Escurecimento Global pode ser pior que o aquecimento?'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5k8wiGIlsI/AAAAAAAAAkM/16RRXAu6ZM4/s72-c/Escurecimento+Global.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7273575860986091081</id><published>2008-01-22T15:24:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:52.132-08:00</updated><title type='text'>Cemitérios podem causar riscos ao solo e águas subterrâneas</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5Z831MumMI/AAAAAAAAAh8/pulaVVEpzTk/s1600-h/RR__7253_Bol_2219.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5Z831MumMI/AAAAAAAAAh8/pulaVVEpzTk/s320/RR__7253_Bol_2219.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158447721814595778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Júlio Bernardes, da Agência USP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instalação de cemitérios em locais com condições geológicas desfavoráveis pode provocar sérios riscos ao meio ambiente. "Devido ao processo de decomposição de corpos dispostos no subsolo, os cemitérios podem apresentar a potencialidade de comprometer a qualidade do solo e das águas subterrâneas", alerta a pesquisadora Ana Paula Silva Campos, que estudou o tema em sua dissertação de mestrado em Saúde Ambiental na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa, foram analisados estudos sobre contaminação e as normas ambientais para instalação e manutenção de cemitérios. "O produto da decomposição, conhecido como necrochorume (ou produto da coliqüação), é liberado pelo corpo durante seis a oito meses, sendo que cada cadáver pode gerar de 30 a 40 litros", explica. "Composto de 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas tóxicas (putrescina e cadaverina), além de carga patogênica, o necrochorume é mais viscoso que a água, de cor acinzentada ou acastanhada, odor forte e desagradável". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o solo dos cemitérios for poroso e permeável, o necrochorume pode vir a se mover e misturar com a água subterrânea, podendo tornar-se veículo de doenças, caso haja microrganismos patogênicos. "A contaminação pode vir a ocorrer pela ação de vetores químicos e microbiológicos que percolem com infiltração de chuvas em locais com nível de água menos profundo, ou onde haja inundação de sepulturas", ressalta Ana Paula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contaminação &lt;br /&gt;"Apesar dos cemitérios antigos terem sido locados nas áreas altas e com lençol freático profundo, não havia instrumentos legais de controle e não foram levados em conta estudos geológicos e hidrogeológicos", explica a pesquisadora. "Ou seja, eles podem constituir-se em fonte de contaminação, causando alterações físicas, químicas e biológicas no solo e nas águas subterrâneas e superficiais que não estiverem devidamente protegidas ou que estejam em locais vulneráveis". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análises de águas subterrâneas realizadas por outros pesquisadores em áreas de cemitérios indicaram, em casos específicos, a presença de microrganismos como coliformes totais, termotolerantes, bactérias heterotróficas, além de substâncias físicas e químicas como sólidos dissolvidos, nutrientes e cálcio, provavelmente oriundas do processo de decomposição. "Também foram detectados metais como alumínio, cobre, cromo, ferro, manganês e zinco, possivelmente oriundos da composição dos caixões ou do próprio solo", conta Ana Paula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora observa que o solo tem capacidade de atenuação e autodepuração de poluentes, principalmente na zona não-saturada. "Fatores como condutividade hidráulica, granulometria, composição do solo, permeabilidade, nutrientes e aeração adequadas, podem favorecer a eliminação de microrganismos e inviabilizar condições oportunas de contaminação das águas". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implantação de cemitérios deve considerar fatores como implantação geológica e hidrogeológica e operação técnica e sanitária adequadas, fixando faixas de proteção sanitária para garantir a qualidade das águas. "É necessário licenciar, fiscalizar, monitorar e acompanhar a atividade cemiterial rigorosamente, para prevenir e controlar a eventual poluição, além da utilização de técnicas de remediação para reutilização de áreas de cemitérios", alerta a pesquisadora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: (0XX11) 8196-0263, com Ana Paula Silva Campos. Pesquisa orientada pelo professor Wanderley da Silva Paganini &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência USP de Notícias)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7273575860986091081?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7273575860986091081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7273575860986091081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7273575860986091081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7273575860986091081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/cemitrios-podem-causar-riscos-ao-solo-e.html' title='Cemitérios podem causar riscos ao solo e águas subterrâneas'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5Z831MumMI/AAAAAAAAAh8/pulaVVEpzTk/s72-c/RR__7253_Bol_2219.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5105640281917637365</id><published>2008-01-19T01:12:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:52.293-08:00</updated><title type='text'>Desmatamento e urbanização contribuem para aumento da febre amarela, diz especialista</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5G_NlMulnI/AAAAAAAAAbo/Cypn0Kyi-QI/s1600-h/20070615-cut%2520tree.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5G_NlMulnI/AAAAAAAAAbo/Cypn0Kyi-QI/s320/20070615-cut%2520tree.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157113288360629874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Paula Laboissière, da Agência Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo Inpe, desmatamento cresce na Amazônia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgará hoje (18/1) um novo alerta sobre desmatamento na Amazônia. As informações têm base em imagens captadas por satélites no último trimestre do ano passado e que indicam a derrubada de matas em ritmo acelerado, numa média de mais de 1.000 quilômetros quadrados por mês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informes parciais encaminhados pelo Inpe a representantes da área ambiental do governo sinalizavam nova pressão de desmatamento no Mato Grosso, que havia perdido para o Pará a liderança no ranking dos Estados da Amazônia que mais abatem árvores. Rondônia aparece na seqüência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo estima que o desmatamento na Amazônia Legal não apenas parou de cair, como pode aumentar 10% no próximo levantamento consolidado, a ser divulgado no final do ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Mato Grosso, novos focos de desmatamento estariam próximos a áreas de cultivo da soja, grão que registrou aumento de preços no ano passado. No Pará, a derrubada de floresta seria associada à expansão da pecuária. Em Rondônia, não há sinais claros de que o avanço do desmatamento tenha relação com a futura construção da hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira do rio Madeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Inpe avalia que o futuro da Amazônia vai depender do controle da expansão da pecuária no Pará, Estado que registrou o maior crescimento do rebanho no país. As culturas de soja e cana-de-açúcar teriam papel importante, porém indireto no desmatamento, ao ocuparem áreas de pasto e empurrarem a pecuária para a Amazônia. &lt;br /&gt;(Com informações do jornal Folha de São Paulo) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desmatamento intenso, a urbanização desordenada de áreas rurais e as conseqüentes mudanças climáticas decorrentes de todo o processo colaboram para que doenças como a febre amarela se alastrem não só no Brasil, mas também em um grande número de países em todo o mundo. A afirmação é do médico epidemiologista José Cássio de Moraes, da Santa Casa de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta crescimento não apenas do número de casos de febre amarela como também do número de países atingidos pela doença nos últimos 20 anos. “Toda essa mudança do ecossistema, o aquecimento global, chuvas intensas, calor, tudo isso é um facilitador de doenças por vetores", disse o Moraes. Ele destacou a grande preocupação mundial com o que tais mudanças podem representar de aumento desse tipo de doença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Moraes, existe ainda outro agravante: a grande dificuldade de controle da transmissão pelo mosquito Aedes aegypti: Além do fácil acúmulo de água em recipientes, o combate ao mosquito transmissor com inseticidas tem uma grande limitação – o produto se espalha facilmente e é necessária a visita de agentes de controle de casa em casa para um combate efetivo às larvas. “Isso é praticamente inviável. Tem uma dificuldade ecológica importante na transmissão de doenças por vetores”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O epidemiologista lembrou que, no início do ano 2000, houve um aumento de casos de febre amarela similar ao que se registra atualmente no país – em viajantes que visitaram regiões turísticas durante o período de férias, sobretudo nos estados de Goiás e de Mato Grosso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na passagem do milênio, houve várias excursões a locais considerados exotéricos, como a Chapada dos Veadeiros [em Goiás] e a Chapada dos Guimarães [em Mato Grosso]. Tivemos um aumento razoável de casos de febre amarela em viajantes que foram para essas regiões e não estavam vacinados.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a invasão de terras para a criação de trilhas ecológicas com fins comerciais, como é o caso de regiões em Goiás e também em Minas Gerais, provocam grandes alterações no ecossistema, que podem levar o mosquito haemagogus a substituir o macaco pelo homem. “Os macacos vivem nas copas das árvores. O ciclo se forma e se mantém restrito ali. Na hora em que as árvores são destruídas e surge a presença de um outro primata, o ser humano, esse haemagogus vai substituir o macaco pelo homem”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moraes alerta que, se a expansão urbana em áreas rurais não for ordenada e equilibrada, a mudança pode acarretar não só o aumento de casos de febre amarela em escala mundial, como também de outras doenças transmitidas por vetores, como a leishmaniose e a malária. “Existe toda essa questão de desequilíbrio e ocupação desordenada, que traz este aumento de casos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acredita que o quadro de febre amarela no Brasil é de uma epidemia localizada em população não-vacinada, que mora em regiões rurais ou que entra em contato com a mata onde podem ser encontrados macacos portadores do vírus da doença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o epidemiologista, a situação endêmica ocorre quando existe um número bastante reduzido de casos. Os surtos são registrados apenas em áreas restritas, como uma comunidade ou uma escola. Já o alastramento de casos é caracterizado como epidemia. “Qualquer caso que exceda aquele padrão de poucos casos já se considera epidemia”, afirmou Moraes. &lt;br /&gt;(Foto: Divulgação)&lt;br /&gt;(Agência Brasil)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5105640281917637365?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5105640281917637365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5105640281917637365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5105640281917637365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5105640281917637365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/desmatamento-e-urbanizao-contribuem.html' title='Desmatamento e urbanização contribuem para aumento da febre amarela, diz especialista'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R5G_NlMulnI/AAAAAAAAAbo/Cypn0Kyi-QI/s72-c/20070615-cut%2520tree.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-418810507345898519</id><published>2008-01-19T01:10:00.000-08:00</published><updated>2008-01-19T01:11:09.040-08:00</updated><title type='text'>O Aëdes aegypti, pode transmitir a dengue e também a  febre amarela</title><content type='html'>&lt;strong&gt;http://www.cva.ufrj.br/vacinas/fam-v.html&lt;br /&gt;CVA  &lt;br /&gt;Centro de Vacinação de Adultos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vacina contra a febre amarela (17D) &lt;br /&gt;Fernando S. V. Martins &amp; Terezinha Marta P.P. Castiñeiras &lt;br /&gt;A vacina contra a febre amarela (17D) é elaborada com o vírus vivo atenuado, sendo produzida inclusive no Brasil (Rio de Janeiro). Em 95% das pessoas o efeito protetor (imunidade) ocorre uma semana após a aplicação.Confere imunidade por, pelo menos, 10 anos (provavelmente por toda a vida). Pode ser utilizada a partir dos 9 meses de idade. É aplicada por via subcutânea na região deltóidea (braço). &lt;br /&gt;O Ministério da Saúde, desde 1998, está intensificando a vacinação contra febre amarela (anti- amarílica), que está incluida nos Calendários de Vacinação. A vacinação está prevista para crianças a partir de 9 meses de idade. A vacina é gratuita e está disponível exclusivamente na Rede Pública. &lt;br /&gt;Os municípios com risco potencial  para reintrodução da  febre amarela (ou seja, todos onde ocorre dengue) devem procurar facilitar o acesso à vacinação, com prioridade para viajantes que tenham como destino as áreas de risco. O frasco tem 5 doses, o que facilita o atendimento em locais com demanda pequena. Nas cidades maiores, um certo número de Centros Municipais de Saúde (CMS), proporcional ao número de habitantes, deve estar apto a aplicar a vacina todos os dias para evitar um risco desnecessário de reintrodução da  febre amarela. &lt;br /&gt;No Rio de Janeiro, a vacina está disponível em todos os Centros Municipais de Saúde. Os Centros Municipais de Saúde, em geral, aplicam a vacina apenas em dias e horários pré-determinados, o que dificulta a vacinação de viajantes. Em todo o Brasil, a emissão do Certificado Internacional de Vacinação é feita apenas nos Postos da Anvisa. A vacina contra a febre amarela deve deve ser feita, pelo menos, dez dias antes da viagem. &lt;br /&gt;As pessoas vacinadas nos Centros Municipais de Saúde  recebem o Cartão Nacional de Vacinação, que é válido em todo território brasileirol. Se posteriormente necessitarem do Certificado Internacional deverão procurar um dos Postos da Anvisa munidas do Cartão Nacional. (ou seja, na maioria das vezes são obrigadas - sem nenhuma razão plausível - a procurarem dois locais diferentes apenas para obterem um documento que tem por base o emitido nos CMS). O Certificado tem validade por 10 anos, a contar a partir do décimo dia da primeira aplicação da vacina. Nas vacinações seguintes (feitas a cada 10 anos), o Certificado é válido no mesmo dia da aplicação, se apresentando junto com o anterior. Para a emissão do Certificado Internacional é imprescindível assinatura do viajante (o que torna obrigatória a sua  presença) e a apresentação de:&lt;br /&gt;• Cartão Nacional de Vacinação com data da administração da vacina, lote da vacina, carimbo e assinatura do profissional que realizou, e identificação da unidade de saúde. &lt;br /&gt;• Documento de identidade oficial* com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida etc). &lt;br /&gt;• Certidão de Nascimento, para menores de idade. &lt;br /&gt;        * = exceto para a população indígena, que está dispensada da apresentação de documento de identidade. &lt;br /&gt;Efeitos colaterais &lt;br /&gt;A vacina geralmente produz poucos efeitos colaterais. É utilizada há mais de sessenta anos e efeitos colaterais graves (incluindo óbitos) são raros. Cerca de de 5% das pessoas pode desenvolver, 5 a 10 dias depois da vacinação, sintomas como febre, dor de cabeça e dor muscular, sendo infrequente a ocorrência de reações no local de aplicação. Reações de hipersensibilidade são muito raras e geralmente atribuídas às proteínas do ovo contidas na  vacina. A ocorrência de encefalite é raríssima, tendo a maioria dos casos ocorrido em crianças vacinadas com menos de cinco meses de idade.&lt;br /&gt;• Reação alérgica grave (anafilática) ocorre em  aproximadamente 1 em cada 131.000 doses aplicadas. &lt;br /&gt;• Reações no sistema nervoso central (encefalite) – cerca de 1 caso para cada 150.000 - 250.000 doses. &lt;br /&gt;• Comprometimento de múltiplos órgãos com o vírus da febre amarela vacinal - aproximadamente 1 caso para cada 200.000 - 300.000 doses. Acima de 60 anos a incidência desta complicação é maior (cerca de 1 caso para cada 40.000 - 50.000 doses). Mais da metade dos indivíduos com febre amarela vacinal evoluem para o óbito. &lt;br /&gt;Contra-indicações &lt;br /&gt;• Crianças com 4 meses ou menos de idade, devido ao risco de encefalite viral (contra-indicação absoluta). &lt;br /&gt;• Gestantes, em razão de um possível risco de infecção para o feto. &lt;br /&gt;• Pessoas com  imunodeficiências resultante de doenças ou de terapêutica:  infecção pelo HIV,  neoplasias em geral (incluindo leucemias e  linfomas), Aids, uso de medicações ou tratamento imunossupressores (corticóides, metotrexate, quimioterapia, radioterapia), disfunção do timo (retirada cirúrgica ou doenças como miastenia gravis, síndrome de DiGeorge ou timoma). &lt;br /&gt;• Pessoas que tenham alergia a ovos, uma vez que a vacina é preparada em ovos embrionados. &lt;br /&gt;• Pessoas com alergia a eritromicina, um antibiótico que faz parte da composição da vacina. &lt;br /&gt;• Pessoas com alergia a ghelatina, que faz parte da composição da vacina.&lt;br /&gt;• Pessoas com antecedentes de reação alérgica a dose prévia da vacina anti-amarílica. &lt;br /&gt;A decisão de vacinar pessoas que tenham contra indicações, inclusive crianças entre 5 e 9 meses de idade e mulheres amamentando (flavivírus podem ser eliminados junto com o leite), deve ser feita em bases individuais pelo médico. Devem ser analisados os riscos de aquisição da doença e os da imunização. É prudente adiar a vacinação de pessoas com febre (até que esta desapareça), casos de doenças agudas ainda sem diagnóstico e doenças crônicas descompensadas. Deve-se, em razão de possível interferência na indução de imunidade, postergar a aplicação em pessoas que fizeram uso recente de vacinas com vírus vivo atenuado (MMR, sarampo, rubéola, varicela) e também de vacina contra a cólera (não disponível no Brasil), respeitando-se um intervalo de 4 semanas.  Recomenda-se também que as mulheres que tenham sido vacinadas evitem a gravidez por no mínimo 30 dias. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Cartão de Vacinação é um documento de comprovação de imunidade, sendo responsabilidade das Unidades de Saúde emití-lo ou atualizá-lo por ocasião da administração de qualquer vacina. Deve ser guardado junto com documentos de identificação pessoal. É importante que seja apresentado nos atendimentos médicos de rotina e fundamental que esteja disponível  nos casos de acidentes.&lt;br /&gt;Atualizado em 30/12/2007, 09:59 h &lt;br /&gt;Página Principal&lt;br /&gt;Doenças Imunopreveníveis&lt;br /&gt;Vacinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Os textos disponíveis no CVA são, exclusivamente, para uso individual.  O conteúdo das páginas não pode ser copiado, reproduzido, redistribuído ou&lt;br /&gt;    reescrito, no todo ou em  parte, por qualquer meio, sem autorização prévia. &lt;br /&gt;Créditos: Cives - Centro de Informação em Saúde para Viajantes &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-418810507345898519?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/418810507345898519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=418810507345898519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/418810507345898519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/418810507345898519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/o-ades-aegypti-pode-transmitir-dengue-e.html' title='O Aëdes aegypti, pode transmitir a dengue e também a  febre amarela'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-9131157261545613762</id><published>2008-01-18T00:06:00.000-08:00</published><updated>2008-01-18T00:07:18.828-08:00</updated><title type='text'>Conferência em Bali aprova roteiro que vai definir substituto de Protocolo de Quioto</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Luana Lourenço &lt;br /&gt;Enviada especial &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bali (Indonésia) - Em uma sessão plenária surpreendente, depois de uma madrugada de negociações, os 190 países da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas aprovaram hoje (15) o documento final com os resultados de 13 dias de trabalho em Bali, um dia a mais que o previsto inicialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamado Mapa do Caminho define um roteiro com os princípios que vão guiar as negociações do regime global de mudanças climáticas, que sucederá ao Protocolo de Quioto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da sessão, a delegação chinesa anunciou que se recusaria a participar das decisões no plenário porque negociações paralelas ainda estariam ocorrendo fora do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da 13ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-13), o ministro do Meio Ambiente da Indonésia, Rachmat Witoelar, suspendeu a sessão e, por mais de uma hora, o bloco G-77 (grupo dos países em desenvolvimento) ficou reunido com a China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta ao plenário, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, que decidiu voltar a Bali depois da falta de resultados até ontem, fez apelos para que os delegados entrassem em acordo e chegassem a um consenso sobre o Mapa do Caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse estar "decepcionado com a falta de progresso" e acrescentou que, apesar dos esforços durante a semana, os negocidores precisavam "terminar os trabalhos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impasse principal foi criado porque o G-77 e a China não aceitaram um texto que cobrava responsabilidades mensuráveis e verificáveis para os países em desenvolvimento na redução de gases de efeito estufa, sem deixar claro o papel dos países desenvolvidos no financiamento dessas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Índia propôs uma emenda para alterar o texto. Recebeu o apoio da União Européia e de países em desenvolvimento, mas nao convenceu os Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de discursos que cobraram o apoio da delegação norte-americana ao acordo, a secretária de Estado para a Democracia e Assuntos Globais dos Estados Unidos, Paula Dobriansky, anunciou que o país aceitaria a reivindicação dos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Viemos a Bali porque queremos avançar. Nossa missão é comum", afirmou a secretária, antes de a decisão ser aplaudida pelo plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos dois anos, o Mapa do Caminho será discutido por um grupo de trabalho criado para encaminhar as negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo cronograma estabelecido no texto, os 190 países da convenção terão até 2009 para definir o substituto do Protocolo de Quioto. Ou seja, para definir qual será o mecanismo global de mudanças climáticas após o final do primeiro período de compromisso do acordo, em 2012.&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-9131157261545613762?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/9131157261545613762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=9131157261545613762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9131157261545613762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9131157261545613762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/conferncia-em-bali-aprova-roteiro-que.html' title='Conferência em Bali aprova roteiro que vai definir substituto de Protocolo de Quioto'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-521665945898437048</id><published>2008-01-17T23:42:00.000-08:00</published><updated>2008-01-17T23:44:49.396-08:00</updated><title type='text'>Legislação definirá rotulagem e certificação de produtos orgânicos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Paulo Montoia &lt;br /&gt;Repórter da Agência Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A regulamentação dos alimentos orgânicos, que está em vias de ser enviada à Casa Civil pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é considerada importante para o setor porque definirá, entre outros pontos, a rotulagem de produtos orgânicos para a venda e um selo federal de conformidade orgânica. O selo e os rótulos poderão ser aplicados também a outros produtos que não alimentos, por exemplo roupas, tênis e calçados produzidos com algodão, couro e borracha orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O selo federal e a rotulagem serão a representação mais visível da regulamentação do setor. As empresas, cooperativas e certificadoras de produção orgânica esperam que ele ajude a orientar o consumidor na hora da compra e aumentar as vendas. Foi o que ocorreu na Europa, em meados dos anos de 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o consumidor brasileiro pode encontrar nas prateleiras, entre produtos importados ou produzidos no país, os selos das cinco correntes internacionais dominantes de produção orgânica certificada, conforme seus princípios e origem histórica. E a rotulagem de orgânicos mistura-se à de alimentos integrais, macrobióticos, naturais em geral e outros. Há confusão de orgânicos principalmente com os rótulos “caipira” (para ovos e frangos) e hidropônico, que é quase o oposto de orgânico, uma vez que a adubação desses alimentos frequentemente é feita apenas com adubos químicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Instrução Normativa 16, de 2004, haverá dois rótulos: o de produto orgânico, para alimentos ou produtos que contenham pelo menos 95% de componentes orgânicos (excluídos água e sal, no caso de alimentos) e o de produto com ingredientes orgânicos, para os que contiverem “pelo menos 70% de ingredientes orgânicos”. Essa rotulagem é a mesma adotada pela União Européia, em vigor desde 1993.&lt;br /&gt;Já o selo federal estará definido apenas no projeto de lei que está tramitando entre os ministérios, para ser enviado à Casa Civil. Segundo Roberto Mattar, chefe de Divisão de Mecanismos de Garantias de Qualidade Orgânica do ministério da Agricultura, o governo federal concederá o selo às empresas e cooperativas credenciadas, não aos produtos. De acordo com Rogério Dias, coordenador de Agroecologia do ministério, esse selo também será regulamentado depois e sua forma final provavelmente será escolhida através de um concurso público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tereza Cristina de Oliveira Saminez, responsável pelo Serviço de Normas Técnicas e substituta da mesma coordenação do ministério, explica que o selo de credenciamento federal deverá ser obrigatório em toda a cadeia de revendas de produtos orgânicos, ou seja, supermercados, hipermercados, quitandas e outros estabelecimentos. Ele não será obrigatório para a venda direta do produtor ao consumidor.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-521665945898437048?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/521665945898437048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=521665945898437048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/521665945898437048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/521665945898437048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/legislao-definir-rotulagem-e-certificao.html' title='Legislação definirá rotulagem e certificação de produtos orgânicos'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-4559161078573724790</id><published>2008-01-17T13:58:00.000-08:00</published><updated>2008-01-17T14:02:51.824-08:00</updated><title type='text'>O poder de mudança do consumo consciente</title><content type='html'>&lt;strong&gt;16/01/2008 &lt;br /&gt;Por Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental&lt;br /&gt;No final de 2007, em entrevista a esta coluna, o vice-presidente do IPCC (Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas) sentenciou do alto da sabedoria de quem acabara de ganhar o Prêmio Nobel da Paz: “O atual modelo de economia de mercado provou-se insustentável. Ou as pessoas e empresas mudam suas maneiras de consumir e produzir ou o Planeta poderá chegar, em 2030, ao seu temido ponto sem volta”, disse em defesa da idéia de que falta senso de urgência para uma reeducação de valores e práticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recortada assim, em tom alarmista, esta mensagem pode parecer inadequada para um artigo de início de ano. Mas aqui ela tem uma finalidade específica: chamar a atenção para a responsabilidade que cabe a cada um de nós na construção de um modo de vida mis sustentável. Início de ano, como se sabe, representa um momento de transição de ciclo. Propício para “balanços”, enseja revisões do que foi e do que deixou de ser feito e abre a possibilidade corrigir rumos, reprogramar sonhos ou tomar atitudes tantas vezes adiadas apesar de claramente vantajosas – a dieta saudável, o curso de MBA, o período sabático, a compra de um imóvel ou o projeto de ter filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nascer de um novo ano é, na essência, um tempo de esperança em que se permite querer mudar. Nada mais oportuno, portanto, do que recorrer á sua simbologia para propor uma reflexão baseada no enunciado de Munasinghe. “O quanto nós, brasileiros, estamos mudando modos de consumir diante da preocupante alteração do clima?”, é justo se perguntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro e mais óbvio indicador diz respeito à pegada ecológica, isto é, aos impactos que o nosso estilo de vida provoca no Planeta. A gravidade da atual situação impõe-nos o dever moral de reduzi-la ao máximo para que não esgotemos hoje a cota individual de recursos naturais que podemos legar aos nossos filhos e netos. Menos lembrado como fator de mudança é o uso pleno da capacidade que todos temos de influenciar as empresas, com decisões de consumo equilibradas e conscientes, que as punam ou as recompensem em decorrência de seus compromissos efetivos com a adoção de modelos mais limpos de produção e negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar o carro mais vezes na garage diminui a pegada ecológica e, por tabela, ajuda na solução do problema do clima. Se todos deixarmos de comprar um segundo ou terceiro carros fabricados exclusivamente para combustível fóssil, este ato forçará os fabricantes a reverem seus processos e produtos. A mudança necessária nada mais é do que a combinação de pequenos gestos de impacto individual com grandes gestos individuais de impacto coletivo. Quanto maior o nível de consciência no consumo, mais efetiva podem ser as contribuições para o desaquecimento da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa do Market Analysis, feita em 2007 em 18 países, revelou que os brasileiros estão entre os mais preocupados do mundo com as mudanças climáticas. No entanto, 46% acham que um indivíduo pode fazer muito pouco diante de um problema tão grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando as variáveis competência e capacidade para mudar o quadro, o interessante estudo identificou quatro grupos. O mais numeroso (40%), dos “mobilizáveis”, é formado por pessoas com bom nível de informação sobre o aquecimento global, alinhadas com a atuação das ONG´s, críticas em relação às empresas, mas que não desempenham necessariamente papel atuante em seu dia a dia. Apenas um em cada seis integrantes desse grupo, no entanto, pode ser classificado como consciente e mobilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo grupo, denominado “céticos alternativos”, reúne 38% de brasileiros muito bem informados sobre o problema, dispostos a adotar mudanças em seu estilo de vida e sensíveis á idéia de que é possível conciliar crescimento econômico com respeito ao meio ambiente. Eles acreditam que, individualmente, podem dar uma resposta mais clara do que sociedade como um todo. O terceiro grupo, dos “confiantes passivos” (12%) confia mais na sociedade do que em sua própria capacidade de mudar a situação. E o quarto grupo, da “retaguarda inoperante” (10%), não crê nem no potencial do indivíduo, nem no da sociedade. Ambos se caracterizam por uma postura desinformada e acrítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se pode ver por esses números, são grandes os desafios de mobilizar os brasileiros, fazendo com que percebam o poder de influência que tem o consumo consciente na mudança dos modelos de produção e estratégias de negócio. Que 2008 seja o primeiro ano no processo sugerido por Munasinghe de reeducação para valores e práticas mais sustentáveis. Afinal, o início de ano é sempre uma boa oportunidade para fazer o que precisa ser feito.ist &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ricardo Voltolini é publisher da revista Idéia Socioambiental e consultor de Idéia Sustentável. E-mail: ricardo@ideiasocioambiental.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Idéia Socioambiental)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-4559161078573724790?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/4559161078573724790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=4559161078573724790' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4559161078573724790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4559161078573724790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/o-poder-de-mudana-do-consumo-consciente.html' title='O poder de mudança do consumo consciente'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8836094784335832121</id><published>2008-01-16T15:24:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:52.503-08:00</updated><title type='text'>Corporações disponibilizam publicamente “patentes ecológicas”</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R46TCVMulaI/AAAAAAAAAZ4/Qlrwwy2KVks/s1600-h/efeito_estufa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R46TCVMulaI/AAAAAAAAAZ4/Qlrwwy2KVks/s320/efeito_estufa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156220291645347234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas patentes ecológicas foram liberadas para domínio público pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) e a IBM, em parceria com Nokia, Pitney Bowes e Sony. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As patentes empenhadas ao “Eco-Patent Commons”, como foi denominado, apresentam inovações concentradas nas questões ambientais e também em processos industriais ou de negócios em que a solução fornece um benefício ambiental. Por exemplo, uma empresa pode empenhar uma patente para um processo industrial que reduza a geração de resíduos perigosos, ou o consumo de energia e água. Já uma outra poderá compreender uma solução de compra ou logística que possa reduzir o consumo de combustível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O portfólio do "Eco-Patent Commons" está disponível em um website público e exclusivo para esse fim, hospedado pelo WBCSD (http://www.wbcsd.org/web/epc). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Eco-Patent Commons oferece uma oportunidade de liderança única e significativa para as empresas fazerem a diferença, compartilhando as suas inovações e soluções em defesa do desenvolvimento sustentável”, disse o presidente do WBCSD,Bjorn Stigson. “O Eco-Patent Commons também oferece uma oportunidade para as empresas e outras entidades identificarem áreas de interesse comum e estabelecerem novos relacionamentos que possam levar a um desenvolvimento nas tecnologias patenteadas e em outras áreas”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos dos benefícios ambientais esperados para essas patentes incluem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A conservação de energia ou melhorias na eficiência energética ou de combustíveis &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A prevenção da poluição (redução de fontes geradoras e de resíduos) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O uso de materiais ou substâncias ambientalmente preferíveis &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A redução no uso da água ou de materiais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ampliação das oportunidades de reciclagem &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A inovação para tratar de questões ambientais exigirá tanto a aplicação de tecnologia como também novos modelos para o compartilhamento da propriedade intelectual entre empresas em diversos segmentos de mercado”, disse o vice-presidente sênior e diretor da IBM Research, John E. Kelly III. “Como líder em patentes nos EUA por 15 anos consecutivos, com 3.125 patentes publicadas em 2007, a IBM está entusiasmada em disponibilizar suas patentes e colocá-las a serviço do meio-ambiente. Além de permitir que novos participantes se comprometam com a preservação ambiental, a livre troca de propriedade intelectual acelerará o trabalho no próximo nível de desafios ambientais. Nós encorajamos fortemente outras empresas a contribuir para o Eco-Patent Commons”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A associação ao Eco-Patent Commons é aberta a todos os indivíduos e empresas que contribuam com uma ou mais patentes. Fica a critério de cada organização a seleção e a submissão das patentes a serem empenhadas. As empresas fundadoras e o WBCSD convidam outras empresas interessadas a se tornarem membros e a participarem desta iniciativa promovendo a inovação e a colaboração para ajudar a proteger o planeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Eco-Patent Commons foi originalmente proposto na conferência Global Innovation Outlook (GIO) da IBM, que reuniu centenas de líderes empresariais, políticos, acadêmicos e de entidades sem fins lucrativos para discutir desafios sociais e de negócios, demonstrando o poder e os benefícios de modelos de inovação colaborativa e aberta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este é o momento para as empresas unirem esforços para proteger o ambiente mais eficazmente, ao invés de tentar solucionar as questões sozinhas. Nós realmente acreditamos que este esforço conjunto representará um passo significativo e ajudará a transferir idéias e tecnologias inovadoras entre os diversos segmentos de mercado e além das fronteiras dos países desenvolvidos. Estamos entusiasmados para lançar essa plataforma e compartilhar tecnologias que resultarão em mudanças positivas no meio-ambiente”, afirmou o gerente geral do departamento de Responsabilidade Social Coportativa da Sony, Hidemi Tomita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor de Propriedade Intelectual da Nokia, Donal O’Connell, as questões ambientais têm grande potencial para ajudar a descobrir a próxima onda de inovações, já que induzem a pensar diferentemente sobre como fazer, consumir e reciclar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carbono Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8836094784335832121?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8836094784335832121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8836094784335832121' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8836094784335832121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8836094784335832121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/corporaes-disponibilizam-publicamente.html' title='Corporações disponibilizam publicamente “patentes ecológicas”'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R46TCVMulaI/AAAAAAAAAZ4/Qlrwwy2KVks/s72-c/efeito_estufa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8660733345420464808</id><published>2008-01-12T10:59:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:52.704-08:00</updated><title type='text'>III Conferência Estadual do Meio Ambiente www.IIIcema.blogspot.com</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kQFFMulYI/AAAAAAAAAZo/oq3gNTFREOg/s1600-h/E+CUIDAR%C3%81S+DA+NATUREZA.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kQFFMulYI/AAAAAAAAAZo/oq3gNTFREOg/s320/E+CUIDAR%C3%81S+DA+NATUREZA.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154668927983195522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONHEÇA TODOS OS DETALHES E O QUE ACONTECE NAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS EM &lt;strong&gt;www.IIIcema.blogspot.com &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O BLOG CRIADO PARA MANTER A TODOS ATULAIZADOS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8660733345420464808?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8660733345420464808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8660733345420464808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8660733345420464808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8660733345420464808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/iii-conferncia-estadual-do-meio.html' title='III Conferência Estadual do Meio Ambiente www.IIIcema.blogspot.com'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kQFFMulYI/AAAAAAAAAZo/oq3gNTFREOg/s72-c/E+CUIDAR%C3%81S+DA+NATUREZA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5243488239380374866</id><published>2008-01-12T10:44:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:53.070-08:00</updated><title type='text'>Aquecimento global ganha força na corrida presidencial dos EUA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4x3X1MulZI/AAAAAAAAAZw/P_8YtvPy6b8/s1600-h/destaque.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4x3X1MulZI/AAAAAAAAAZw/P_8YtvPy6b8/s320/destaque.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155626924733535634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aquecimento global ganha força na corrida presidencial dos EUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil &lt;br /&gt;Pesquisador propõe dividendo do carbono nos EUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último ano, os rumos políticos em relação às mudanças climáticas sofreram várias modificações. O limite das emissões de dióxido de carbono (CO2) e de outros gases causadores do efeito estufa, por exemplo, passou a ser visto como uma ação inevitável para os Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa necessidade abre caminho para uma discussão ainda mais importante, sobre como essas reduções serão alcançadas. No meio desse debate, surgiu uma idéia nova: a de se criar um dividendo do carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine que a legislação imponha um corte nas emissões de 20% até 2020 e de 80% até 2060. Chegar a essa meta significa que limites deverão ser estabelecidos em cada setor da economia e em cada indústria. Ou, em outras palavras, cada setor e indústria do país terá o direito de emitir apenas uma determinada quantidade de gases-estufa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses direitos obviamente são valiosos e a questão que surge é se eles poderão ser dados para indústrias ou se terão de ser leiloados pelo governo. O primeiro caso resultaria em uma grande vantagem para as companhias que recebessem as permissões (uma vez que o direito de emitir carbono teria um valor consideravelmente alto, estimado entre 10 e 100 dólares por tonelada, dependendo do limite geral). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda opção, o leilão, elevaria o preço da energia e dos produtos, atingindo o bolso dos consumidores num nível de centenas de bilhões de dólares. Por outro lado, leiloar as permissões também resultaria em lucros de centenas de bilhões de dólares para o país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um ponto de vista econômico, o leilão é apresentado como a melhor solução. Também é a proposta com a qual os candidatos à presidência dos Estados Unidos, como Hillary Clinton, Barack Obama, e John Edwards simpatizam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta que fica no ar é: o que seria feito com o dinheiro? A idéia que vem naturalmente à mente das pessoas é a de se usar uma grande parte desse montante para incentivar ou subsidiar novas tecnologias limpas ou mesmo ajudar empresas a construírem novos carros movidos a combustíveis mais eficientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, há uma proposta potencialmente melhor, apresentada por Peter Barnes, diretor e fundador de um pequeno instituto de pesquisa chamado “Tomales Bay Institute”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sugere dividir o dinheiro igualmente entre os americanos como um dividendo (uma renda atribuída a cada ação de uma sociedade anônima), assim como os cheques que os moradores do Alasca recebem pela venda do óleo do estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barnes acredita que o dinheiro do leilão não precisa necessariamente ser investido em novas tecnologias. Afinal de contas, os altos preços da energia fóssil (ocasionados pelos custos das emissões de carbono) farão a energia eólica, a solar e outras fontes limpas competitivas sem a necessidade de subsídios adicionais. E retornar o dinheiro para os consumidores pode iniciar o que os economistas chamam de círculo virtuoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na média, cada americano receberá de volta a mesma quantia que deve compensar no preço do carbono. No entanto, aqueles que mudarem o estilo de vida para consumir menos energia irão pagar menos, enquanto continuarão ganhando os mesmos dólares do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um incentivo poderoso para que os cidadãos se tornem ainda mais eficientes energeticamente. “Aqueles que conservarem, serão recompensados, à medida que os gastadores pagarão mais”, diz Barnes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia irá vingar? Há uma estrada longa pela frente. Mesmo que Washington estipule limites de emissão e leiloe as permissões, a tentação de ficar com o dinheiro e aplicá-lo em programas de sua preferência é enorme. Mas é uma idéia que deve ser levada em conta. &lt;br /&gt;(CarbonoBrasil, com informações da BusinessWeek e do site GreenBiz)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados das primeiras prévias das eleições presidenciais norte-americanas dão um sinal de que a questão ambiental estará sim em foco no próximo governo e fortaleceram as expectativas de uma grande guinada política em 2009, com críticas implicações para o futuro da ação global contra as mudanças climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a administração Bush se nega a assumir metas e impor preços sob o carbono através de comércio de emissões ou impostos, os candidatos ao cargo neste ano apóiam este caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Democratas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os democratas se unificaram em torno de metas de cortes drásticos nas emissões em meados do século. Barack Obama, Hilary Clinton e John Edwards, todos apóiam uma redução de 80% até 2050 e um esquema ‘cap and trade’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através de um sistema denominado “cap and trade” (algo como captura e comércio), as empresas e instituições que o integram recebem metas de redução das emissões de gases do efeito estufa e, para cumpri-las, podem adquirir créditos de carbono ou vender os créditos advindos de reduções além da cota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será possível alcançar consenso para atingir este ambicioso objetivo no Congresso? Obama garante que, com liderança presidencial, é possível. “Esta será a prioridade número um do meu governo”, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama ressalta que é preciso lidar com o fato de que muitas das usinas energéticas do país são de queima de carvão e considerar os investimentos que deverão ser feitos no seqüestro de carbono. “Se nós garantirmos que as duras tarefas e benefícios de uma política ambiental forte eventualmente se espalhem por toda a economia, então as pessoas irão querer nos ver agindo de maneira agressiva contra este problema”, diz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Republicanos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os republicanos, as posições variam um pouco ou não são expostas com clareza. Porém, o resultado da primeira rodada das primárias eleitorais nos estados de Iowa e New Hampshire colocou a frente da corrida os republicanos que apóiam ações climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador John McCain, vencedor republicado em New Hampshire, tem sido um forte defensor do esquema de comercio de emissões e um dos autores do projeto McCain-Leiberman no Senado, que propõe um corte de 65% das emissões em 2050. Mike Huckabbe, que triunfou em Iowa, também apóia a implementação de um comércio de emissões, mas não se compromete com nenhuma meta de redução integrada ao esquema de negociações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros candidatos republicanos não são tão entusiasmados. Rudy Giuliani não declarou nenhuma política firme de mudanças climáticas enquanto que Mitt Romney apóia o regime de comércio de emissões se criado em conjunto com outros grandes emissores, como China e Índia. “Nós não chamamos de aquecimento americano, nós chamamos de aquecimento global”, disse durante um discurso na Carolina do Sul, no ano passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metas de longo prazo são o primeiro passo para alcançar um mercado de carbono viável e colocar a economia num caminho de transição para o chamado “low carbon”. Os detalhes das propostas de esquema de “cap and trade” e de metas de redução de emissões, no entanto, serão o verdadeiro teste de qualquer política climática que surja com o novo presidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama e Hillary apóiam a proposta “Ato de redução de poluição e aquecimento global” do Senado, que pede a volta das emissões para os níveis de 1990 em 2020 com uma contínua redução a cada década para alcançar 80% abaixo em 2050. Edwards apóia por completo o uso de permissões de emissões em um esquema obrigatório de “cap and trade”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se McCain continuar fiel a proposta feita ao Senado, pedirá a captura de emissões para alcançar em 2012 os níveis de 2004 e, em seguida, chegar em 2020 com os níveis de 1990, o que é o equivalente a cortar 15% os níveis atuais. Mas é enfático ao ser contra impostos de carbono. “Não. Cap and trade, para mim, é muito mais capitalista e orientado pelo liberalismo econômico”, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eficiência energética &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padrões de eficiência de combustíveis em motores de automóveis também se tornaram um campo de batalha político nos Estados Unidos e uma peça chave nas políticas climáticas. Os candidatos democratas querem que padrões rígidos sejam impostos aos fabricantes – Obama sugere 50 milhas por galão em 2025, Clinton 40 mpg em 2017 e Edwards 55 mpg em 2030. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hillary propõe ainda criar o Fundo Estratégico de Energia para financiar a transição para energias limpas, com recursos vindos de impostos que seriam cobrados de companhias petroleiras. A legislação permitiria a isenção de impostos àquelas que investirem em fontes alternativas como eólica e etanol. “Nós também tiraríamos os subsídios e usaríamos o fundo para criar uma indústria de energia limpa e milhões de emprego no país”, disse a candidata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os republicanos, McCain apóia altos padrões de combustíveis sem comprometer-se com nenhum, Huckabee é a favor de 35 mpg em 2020, Romney é contra qualquer proposta de padrão e Giuliani ainda não se pronunciou. &lt;br /&gt;(CarbonoBrasil, com informações do Grist.org)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kL4VMulXI/AAAAAAAAAZg/nxvcgUEzEas/s1600-h/ilustra%2520mobilizacao.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kL4VMulXI/AAAAAAAAAZg/nxvcgUEzEas/s320/ilustra%2520mobilizacao.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154664310893352306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia de mobilização e ação em todo o planeta Jan 11, '08&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Semana de mobilização culminará em um Dia de Mobilização e Ação Global em 26 de Janeiro para mostrar que um outro mundo é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, SP - No final de Janeiro, milhares de pessoas ao redor do planeta irão marchar, protestar, celebrar e promover discussões em vilas, zonas ruais e centros urbanos em centenas de ações descentralizadas e auto-organizadas. Uma semana de mobilização, culminando em um Dia de Mobilização e Ação Global em 26 de Janeiro para mostrar que um outro mundo é possível. Até o dia 5 de janeiro, 850 organizações de 64 países já haviam se cadastrado no site do Fórum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes mesmos dias, o “velho” mundo se encontrará em Davos para o Fórum Econômico Mundial, reunindo seus economistas e especialistas, suas ideologias e técnicas que produzem violência, exploração, exclusão, pobreza, fome e catástrofes ecológicas, privando a humanidade de seus direitos fundamentais e esgotando os recursos naturais da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum Social Mundial é um espaço aberto ao encontro de movimentos sociais, redes, ONGs e outras organizações da sociedade civil que pretendem levantar questões, debater idéias, formular propostas, compartilhar experiências e construir redes de articulação para ação concreta. Estes movimentos se opõem ao mundo dominado pelo capital e por todas as formas de imperialismo e dominação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o primeiro encontro em 2001, o Fórum Social Mundial se tornou um processo permanente de busca e construção de alternativas às políticas neoliberais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos sete anos, os Fóruns Sociais Mundiais aconteceram sempre no final de Janeiro em diferentes lugares do planeta e esse espírito de diversidade continuará a ser refletido nas atividades planejadas para o Dia de Mobilização e Ação Global de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site http://www.wsf2008.net é a principal ferramenta para articulação dos participantes do Fórum descentralizado de 2008. Convide seus amigos e parceiros para se inscrever no site, contribua com os Espaços de Ação, apresente a sua atividade, publique vídeos e notícias e conecte a sua ação com outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AÇÕES PROGRAMADAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja algumas ações programadas para a Semana de Ação e Mobilização Global do Fórum Social Mundial de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ALEMANHA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Haverá uma Feira Aberta em Stuttgart ligada ao Dia de Mobilização e Ação Global do FSM – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1152&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o FSM também acontecerá em Frankfurt: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1448.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Wuppertal, um seminário sobe mudanças climáticas - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2601&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ARGENTINA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Buenos Aires haverá um debate sobre Sexualidade e Espaço Público: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1583&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ARGÉLIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Encontro magrebino sobre o tema “Altermundismo: mitos e realidades”: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1749&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ÁUSTRIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um Carnaval de Solidariedade em Vienna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na BÉLGICA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Fórum Social Belga está organizando um tour guiado por “uma Bruxelas diferente”, convidando pessoas a visitar a cidade e conhecer seus movimentos e associações simultaneamente. Está planejada toda uma semana de mobilização que também inclui atividades interativas como vídeo-conferências: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1038&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No BRASIL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Belém, um grande desfile de carnaval vai tomar as ruas. - No Rio de Janeiro, uma feira alternativa e um show gratuito levarão músicos famosos e artistas de favelas à beira da praia - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2344.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em São Paulo, há diferentes eventos, como o Sábado Feira - um evento cultural e político http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1235, e um grande ato público chamado pela Coordenação de Movimentos Sociais (CMS), que acontecerá no centro de São Paulo à tarde - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2910. Esse ato será antecedido por atividades de rua realizadas durante a manhã nas diversas regiões da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Curitiba, acontece a marcha de mobilização para o Fórum Social do Mercosul - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1198 – e uma Bicicletada em prol de uma outra forma de mobilidade nas cidades - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1548.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em outras cidades como Natal, Goiânia, Belo Horizonte e Pelotas também acontecerão atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em CAMARÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Luta Contra Trapaceiros na Internet - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1605&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No CANADA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Organizações do Quebec estão organizando uma semana simbolicamente ligada à imagem de neve e fogo, sob a idéia de “A neve está queimando”: http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1139&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na CATALUNHA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Organizações da sociedade civil promoverão o primeiro Fórum Social Catalão (FSCat) entre 25 e 27 de Janeiro. E a sala de reuniões da Universidade Barcelona dará lugar a uma grande projeção de vídeos ligados a movimentos de todo o mundo – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1115&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No CHILE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Santiago, uma manifestação de cidadãos – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2297&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na COLÔMBIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade local do FSM está focando as atividades na luta contra pobreza e exclusão e um grande show acontecerá em Bogotá - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1717&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No CONGO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia vai coincidir com vários fóruns sociais locais, um deles em Kinshasa. Outras três províncias também manifestaram a intenção de promover algumas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na COSTA RICA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em San Jose acontecerão atividades acadêmicas e culturais sobre conservação da água e a importância desta para o planeta Terra - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1570&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em CUBA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma manifestação pública e uma conferência de imprensa lançará o chamado para a IV Assembléia Geral dos Povos do Caribe (IV APC) em Havana – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1275&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em EL SALVADOR:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em San Salvador as atividades começarão em 19 de Janeiro com uma convocação às organizações das comunidades para se mobilizarem durante o Dia de Mobilização e Ação Global - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2182&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na FINLÂNDIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As atividades do dia de mobilização do FSM estarão sob o tema “neoliberalismo e Ação Cidadã” - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2162&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na FRANÇA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma grande mobilização em Paris e outras iniciativas sobre migração e a Guerra no Iraque em diversas cidades, como Nantes - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2596.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Lyon haverá debates e projeções de vídeos, além de performances artísticas - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2685&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Nice, mais alguns debates - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2066&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na GALÍCIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Assembléia dos Movimentos Sociais na Universidade de História e Geografia, em Santiago de Compostela - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1812&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No HAITI:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma conferência de imprensa no dia 19 de Janeiro e intervenções no rádio e na televisão acontecerão durante a semana - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2290&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ÍNDIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Maharashtra haverá um protesto de agricultores reféns de dívidas e seus apoiadores. Em Mumbai uma passeata está sendo planejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na INDONESIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Grupos de agricultores responderão ao chamado da Via Campesina, unindo pequenos e médios produtores, sem-terra, mulheres e jovens do meio rural, comunidades indigenas e trabalhadores do campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No IRAQUE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Centro Hiwar (significa “diálogo” em Curdo) está coordenando atividades que acontecerão em Erbil, Dohuk, Suleymania e outras cidades do Iraque Curdo. A idéia é promover uma discussão entre políticos e ativistas islâmicos, sindicatos, ONGs e a sociedade civil. O Centro Hiwar também se encarregará de produzir material em árabe para o FSM, que serão colocados nos sites da rede iraquiana envolvidos com direitos humanos e contra violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O movimento antiviolência LAONF revelou interesse em organizar ações descentralizadas em algumas cidades do centro e do sul do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Najaf, uma celebração dentro de uma escola deverá acontecer para dar apoio a campanhas contra violência e a violação dos direitos da criança desde o início da ocupação – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2492.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na cidade de Samawa, todas as crianças que tiverem armas de brinquedo serão convidadas a troca-las por uma bola - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2692&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ISRAEL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Centro de Informação Alternativa está organizando um evento contra a ocupação dos territórios Palestinos e sobre a comunicação de informações em toda Israel sobre o que estará acontecendo na Palestina no Dia de Mobilização e Ação Global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ITÁLIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diversos eventos acontecerão em Roma, Florença e outras regiões sobre questões referentes à paz, desarmamento, racismo, xenofobia e economia solidária - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/921 – em Genova, no dia 25 de Janeiro o Consorzio Zenzero ARCI Genova apresentará a campanha "Un futuro senza atomiche" (Um Futuro Sem Energia Nuclear) - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2617&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No JAPÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para protestar contra a reunião do G8 que acontecerá em Hokaido, sindicatos, ONGs e um grande leque de movimentos sociais se unirão no Dia de Ação Global. Em foco também os diretos do trabalhador, migração, paz e direitos humanos – http://2008.jan26.jp/ e http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1260&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No LÍBANO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Fórum Social de Resistência Internacional de Beirute acontecerá entre 26 de Janeiro e 2 de Fevereiro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na MAURITÂNIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Fórum Social Magreb acontecerá na Mauritânia e o Conselho Africano está organizando apoio às iniciativas conectadas ao Dia de Mobilização e Ação Global – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1397&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Um debate acontecerá em Nouadhibou - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2282&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No MÉXICO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Fórum Social Mexicano apresentará conferências, fóruns, oficinas, manifestos e denúncias feitas pelos principais movimentos sociais, por grupos de agricultores, trabalhadores, estudantes, etc. - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1078&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na PALESTINA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Campanha Outra Voz organizará ações pedindo solidariedade internacional para com os habitantes de Gaza e estão planejando um evento em Ramallah para denunciar todas as mortes de palestinos na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Campanha Contra o Muro de Separação, formado por membros da comunidade palestina e o comitê Nacional em prol da Comemoração do Nakba apóiam o Dia de Mobilização e Ação Global e convidam todas as pessoas a mostrar sua solidariedade com os palestinos, iraquianos, iranianos, libaneses, sírios e afegãos, que encaram diariamente o estado de sítio, ocupação territorial e ameaças militares – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1148.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um comboio internacional em direção a Gaza irá partir em direção à fronteira de Karni, tanto do lado israelense quanto do palestino - http://www.end-gaza-siege.ps/EnReports/Events/Alert%20for%20Action.htm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas FILIPINAS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A União Pare a Guerra promoverá um protesto em frente à embaixada dos Estados Unidos em Manila. Eventos no People's Camp acontecerão nos dias 24 e 25 de Janeiro e uma grande mobilização no dia 26 - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2403&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em PORTUGAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Setúbal haverá uma feira política e cultural - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2449&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ROMÊNIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Fundação Ação Ecológica Romêna e a Associação para o Desenvolvimento do Fórum Social Romeno organizarão o Simpósio Europeu “Outro Mundo é Possível” na cidade Rimnicu-Vilcea - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2509&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na CORÉIA DO SUL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Haverá uma semana de ação envolvendo vários movimentos sociais, de 21 a 25 de Janeiro. Cada dia terá como foco um tema principal - http://action126.net/ e http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1737&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ESPANHA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Madrid, performances e debates em prol da paz no Oriente Médio e na defesa dos direitos humanos, serviço público e meio ambiente – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1159.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na Andaluzia, uma reunião dos movimentos sociais está marcada – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2416.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No SRI LANKA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma convergência nacional de organizações populares acontecerá em Colombo - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2616&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na SUÉCIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Feira de comércio justo, curtas-metragens sobre solidariedade e meio ambiente, música sem intervalos, grupos de estudos se preparando para o ESF em Malmoe – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2728.&lt;br /&gt;- Um fórum social local acontecerá no centro de Stocolmo, terminando com a festa "Se eu não puder dançar, esta não é a minha revolução..." - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1124&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na SUÍÇA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Zurique, a conferência “O outro Davos” irá se opor ao Fórum Econômico Mundial de Davos - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2153&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na TURQUIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mobilizações em Istanbul, Ankara e Izmir - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2237&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No REINO UNIDO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Londres, haverá ação direta para bloquear a nova estação de energia baseada na queima de carvão - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2441&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos ESTADOS UNIDOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Atlanta, a Caravana de Pessoas Pobres e Assembléia de Movimentos reunirá milhares de vozes pedindo mudanças – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1882.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em São Francisco, uma exibição no Emergency Biennale da Chechênia é um dos projetos da Global Commons Foundation – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2668.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na fronteira com o México, ações contra o muro que está sendo construído pelo governo estadunidense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Nova Orleans, ações com o tema do "Direito ao Retorno", pela solidariedade com os habitantes da Costa do Golfo e dos sobreviventes do furacão Katrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Vermont, uma grande reunião de trabalhadores, estudantes, educadores, médicos e enfermeiros construirão um movimento em prol dos direitos dos trabalhadores, de salários justos, da justiça econômica, de um sistema de saúde de qualidade para todos e da solidariedade global – http://www.wsf2008.net/pt-br/node/2081.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Indiana, cidadãos da região de South Bend começarão a discutir se/porque/como organizar um Fórum Social naquela região - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1128&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTRAS INICIATIVA GLOBAIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a CARITAS INTERNACIONAL apresentou um chamado a todos seus membros a participar - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1167&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a COALISÃO INTERNACIONAL DE MORADIA realiza a campanha "Moradia para Todos!" - http://www.wsf2008.net/pt-br/node/1930&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a ALIANÇA SOCIAL CONTINENTAL propõe a organização de atividades solidárias com foco especial na realidade boliviana - http://www.asc-hsa.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- VIA CAMPESINA fez um chamado de mobilização em todos os 56 países onde está presente contra as multinacionais do agronegócio e pela diversidade no planeta - http://www.viacampesina.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES: A MMM enviou um chamado mundial para solidariedade com as mulheres de todo o mundo, especialmente aquelas que se encontram em áreas de conflito, como Burma, Colômbia, Haiti, Irã, República Democrática do Congo, Sudão e não poderão sair às ruas no dia 26. A proposta é fortalecer a solidariedade entre as mulheres e mostrar que a violência patriarcal é uma realidade na maioria dos países - http://www.wmw-action26january.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações estão no site http://www.wsf2008.net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Texto da redação da EcoAgência com informações da organização do FSM2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Ecoagência)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5243488239380374866?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5243488239380374866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5243488239380374866' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5243488239380374866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5243488239380374866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/dia-de-mobilizao-e-ao-em-todo-o-planeta.html' title='Aquecimento global ganha força na corrida presidencial dos EUA'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4x3X1MulZI/AAAAAAAAAZw/P_8YtvPy6b8/s72-c/destaque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-8100769576423351207</id><published>2008-01-12T10:36:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:53.211-08:00</updated><title type='text'>Em SP, parque é construído com entulho reciclado.11/01/08</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kJUlMulWI/AAAAAAAAAZY/xbilap9XLRA/s1600-h/parque+%C3%A9+constru%C3%ADdo+com+entulho+reciclado.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kJUlMulWI/AAAAAAAAAZY/xbilap9XLRA/s320/parque+%C3%A9+constru%C3%ADdo+com+entulho+reciclado.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154661497689773410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um projeto totalmente pioneiro promete trazer para a cidade de São Paulo (SP) um novo modelo de construção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se do Parque do Povo " localizado em uma das áreas mais nobres da capital paulista, no Itaim Bibi -, que está sendo criado com materiais de imóveis demolidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um terreno de 111 mil m², o local, que foi ocupado irregularmente por mais de 20 anos, receberá resíduos de 80 imóveis dos antigos moradores do espaço, de demolições da região da Nova Luz, no Centro da cidade, e de um empreendimento imobiliário desenvolvido pela construtora Wtorre, próximo à área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O entulho que seria jogado num aterro e que certamente geraria problemas ambientais passa a ganhar um novo destino. Também há uma redução de custos com a obra do parque de cerca de 20%, uma vez que não é preciso comprar materiais novos", explica o arquiteto da Secretaria da Subprefeitura e responsável pelo projeto André Graziano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a reciclagem e o reaproveitamento do entulho a Prefeitura de São Paulo firmou uma parceria com a construtora, que será responsável pela execução dos projetos arquitetônico e paisagístico do parque e a manutenção do local pelos próximos três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia alugou uma máquina que transforma ferros e tijolos em areia e pedregulho. Da mistura dos dois materiais com o cimento, surgem os pisos e as nove mil placas que serão usadas como calçada ao redor do parque. O entulho reciclado também servirá de base para a construção da ciclovia e da pista de caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A massa que une as placas é feita com material reciclado e altamente permeável para absorver rapidamente a água das chuvas. "Por ser feita com o material reciclado toda a calçada é porosa, capaz de absorver a água da chuva. Isso evita que a água vá para as ruas, diminuindo o risco de enchentes. A água fica armazenada no próprio parque, fazendo com que as plantas sejam regadas naturalmente", afirma Graziano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Graziano, o método inovador da construção será incorporado à proposta do espaço, de ser um local completamente acessível e voltado à educação. "O mote do parque é que ele tem que ser educativo e por isso a questão ambiental foi levada muito a sério. Queremos mostrar que existem coisas que podem ser feitas sob o ponto de vista educativo e que também podem reduzir os gastos numa obra", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto do parque prevê, além da pista de caminhada e da ciclovia, a construção de três quadras poliesportivas com marcação para atividades para-olímpicas, campo de futebol, jardim acessível a deficientes visuais e sete trilhas auto-explicativas, que serão compostas por coleções de plantas e famílias botânicas específicas. Entre elas estão uma trilha de Madeiras de Lei, Árvores Ornamentais, Plantas de Sombra, Árvores Frutíferas, Flores, Plantas Trepadeiras e Plantas Medicinais e Aromáticas. Todas as espécies serão identificadas por placas, com o nome científico e popular de cada planta, sua origem e algumas curiosidades, inclusive em Braille.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é que o rico material vegetal da área possa ser utilizado por escolas para aulas de biologia e meio ambiente, propiciando o contato direto dos alunos com a natureza. "Quando estiver pronto, o parque será um modelo de adoção e sustentabilidade, além de totalmente educacional e acessível", disse o secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Graziano, o Parque do Povo é um projeto-piloto, que deverá ter seu ganho ambiental e econômico bem avaliado. "Se os resultados forem bons, a idéia é ampliar para toda a cidade a reciclagem de entulho e fazer esse tipo de trabalho em grande escala e em caráter permanente". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ecopress com informações do site Aprendiz - 11/01/08, às 11h15&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-8100769576423351207?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/8100769576423351207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=8100769576423351207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8100769576423351207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/8100769576423351207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/em-sp-parque-construdo-com-entulho.html' title='Em SP, parque é construído com entulho reciclado.11/01/08'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kJUlMulWI/AAAAAAAAAZY/xbilap9XLRA/s72-c/parque+%C3%A9+constru%C3%ADdo+com+entulho+reciclado.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-350208282974679879</id><published>2008-01-12T10:28:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:53.339-08:00</updated><title type='text'>Todo mundo está contaminado?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kHMlMulVI/AAAAAAAAAZQ/fLoA3W3gfGg/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kHMlMulVI/AAAAAAAAAZQ/fLoA3W3gfGg/s320/imagem.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154659161227564370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;07/01/2008&lt;br /&gt;Todo mundo está contaminado?&lt;br /&gt;Um estudo da Universidade de Granada, na Espanha, concluiu que todos os 387 voluntários da pesquisa estavam contaminados por substâncias tóxicas nocivas ao organismo. Os participantes tinham acumulado no corpo pelo menos 1% dessas substâncias, chamadas de poluentes orgânicos persistentes (POPs). Elas são produzidas na fabricação de certos tipos de plástico, de determinados herbicidas, inseticidas e fungicidas e na incineração do lixo. Sua presença cumulativa no organismo pode causar câncer e problemas neurológicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores também coletaram dados sobre o modo de vida e os hábitos alimentares dos voluntários e perceberam que a ingestão de alimentos, principalmente de origem animal e ricos em gordura, estava associada a um maior nível de poluentes no organismo. Os participantes mais velhos também apresentaram maior concentração de poluentes no corpo, o que mostra a persistência dessas substâncias na natureza e seu potencial cumulativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Marcela Buscato)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03/01/2008&lt;br /&gt;Os metais que a gente respira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo sabe que a queima de combustíveis fósseis aquece o planeta. E que o excesso de alguns gases na atmosfera prejudica a saúde da população. Na última semana um estudo realizado na Faculdade de Saúde Pública de São Paulo mostrou algo que se imaginava, mas que ninguém ainda havia medido: a quantidade de partículas sólidas despejadas na atmosfera pelos veículos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nível de emissão está muito acima (cerca de 40%) do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. E não há nenhuma lei que estabeleça um limite, nem órgãos preparados para fazer a fiscalização dos automóveis, ônibus e caminhões mais antigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao inspirar partículas sólidas, o corpo retém parte delas. Muitas se alojam no sistema respiratório, causando mais que irritação. O mal de Alzheimer, por exemplo, está relacionado de alguma forma à presença de alumínio no organismo. O estudo revela que o alumínio foi um dos metais com maior ocorrência durante os testes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram usadas gasolinas premium, adulterada e aditivada. A premium foi a que mais despejou resíduos sólidos na atmosfera, provavelmente pela característica de impedir a acumulação desses resíduos no motor. Na simulação com veículos movidos a etanol não houve variação significativa entre os tipos de álcool testados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos científicos já mostraram como a presença desses metais na atmosfera também prejudica as plantas. Nos grandes centros urbanos, mais de 500 espécies apresentaram alterações em suas formas durante o período de floração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Luciana Vicária)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-350208282974679879?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/350208282974679879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=350208282974679879' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/350208282974679879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/350208282974679879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/todo-mundo-est-contaminado.html' title='Todo mundo está contaminado?'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4kHMlMulVI/AAAAAAAAAZQ/fLoA3W3gfGg/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-9118178429219572277</id><published>2008-01-10T23:18:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:53.476-08:00</updated><title type='text'>"Poluição Branca" Notícia do Dia: China proíbe distribuição de sacolas plásticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4cYylMuk0I/AAAAAAAAAVM/1O_EaCyYIUM/s1600-h/China+pro%C3%ADbe+distribui%C3%A7%C3%A3o+de+sacolas+pl%C3%A1sticas.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4cYylMuk0I/AAAAAAAAAVM/1O_EaCyYIUM/s320/China+pro%C3%ADbe+distribui%C3%A7%C3%A3o+de+sacolas+pl%C3%A1sticas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154115555806843714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pequim - O governo da China anunciou que vai proibir a distribuição de sacolas plásticas gratuitas no comércio e pediu aos consumidores que usem sacolas de tecido e cestos para reduzir a poluição ambiental.&lt;br /&gt;A regulamentação acontece 15 anos depois de os lojistas passarem a oferecer sacolas baratas, muito finas, para os consumidores. A "poluição branca", uma referência à maioria da cor das sacolas, que abarrotam aterros sanitários e se tornaram uma incômoda visão espalhadas pelas ruas. "Nosso país consome uma enorme quantidade de sacolas plásticas por ano (3 BILHÕES POR DIA). São uma facilidade para os consumidores, mas causam uma enorme perda de energia e recursos e poluição ambiental devido ao uso excessivo, reciclagem inadequada e outras razões", informou o gabinete do Conselho de Estado chinês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regulamentação acontece em meio a esforços de Pequim para combater a poluição que acompanha o crescimento econômico. Empresas e plantações produzem produtos de baixo custo para consumo mundial, mas também comprometem gravemente a água e o ar do país. A partir de 1º de junho todos os supermercados, lojas de departamento e comércio em geral serão proibidos de fornecer sacos plásticos gratuitos. Os comerciantes devem expor claramente o preços das sacolas e não podem adicionar esse custo aos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reciclagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção, venda e uso dos plásticos ultra finos - com menos de 0,025 milímetros de espessura - também foi banido, de acordo com comunicado do Conselho de Estado. A norma, de 31 de dezembro, publicada no site do governo na terça-feira, pede um "retorno das sacolas de tecido e cestos de compra para reduzir o uso de sacolas plásticas". Também pede aos coletores de lixo que ajudem nos esforços de reciclagem para reduzir a quantidade de sacolas queimadas ou enterradas. Autoridades financeiras devem estudar a aplicação de impostos para desencorajar a produção e venda de sacolas plásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo, a legislação para diminuir o uso de sacolas plásticas foi aprovada em partes da África do Sul, Irlanda e Taiwan, onde autoridades taxam os consumidores que as usam e as companhias que as distribuem. Bangladesh proibiu o uso, assim como ao menos 30 vilas remotas do Alasca. No ano passado, São Francisco foi a primeira cidade americana a banir dos mercados sacolas plásticas que têm petróleo em sua composição. (AE-AP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Estado.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-9118178429219572277?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/9118178429219572277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=9118178429219572277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9118178429219572277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9118178429219572277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/poluio-branca-notcia-do-dia-china-probe.html' title='&quot;Poluição Branca&quot; Notícia do Dia: China proíbe distribuição de sacolas plásticas'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4cYylMuk0I/AAAAAAAAAVM/1O_EaCyYIUM/s72-c/China+pro%C3%ADbe+distribui%C3%A7%C3%A3o+de+sacolas+pl%C3%A1sticas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-3191670862070372038</id><published>2008-01-10T01:13:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:53.921-08:00</updated><title type='text'>Consumo consciente - consumo sustentável CURSO DE FORMAÇÃO ECOLÓGICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4cdi1Muk1I/AAAAAAAAAVU/Z0cz4tDoOno/s1600-h/luz.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4cdi1Muk1I/AAAAAAAAAVU/Z0cz4tDoOno/s320/luz.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154120782782042962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSUMO CONSCIENTE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Infiltração na parede, luzes acesas na casa inteira, torneira pingando, vaso sanitário vazando, frutas e legumes apodrecendo... Você vai ao supermercado para comprar 2 itens e volta com 30 a mais, e cada um numa embalagem diferente que depois vão todas parar no lixo...Escova o dente, lava a louça, toma banho com a torneira ou chuveiro o tempo todo abertos... Essas situações são familiares a você? Então multiplique isto por milhões de pessoas, 365 dias do ano, e você terá a dimensão do nível de desperdício de água, eletricidade, alimentos e outros recursos naturais que ocorre no mundo inteiro e provoca, direta ou indiretamente, um impacto negativo no meio ambiente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora me diga uma coisa: quando você vê televisão, sente-se atraído por itens de anúncios que ficam martelando na sua cabeça e só desaparecem depois que você os adquiriu..... Sente-se vazio e infeliz porque não possui o último modelo de celular lançado pela mídia, ou o carro do ano mais cobiçado pelo seu grupo de amigos, ou aquela marca de tênis, mochila ou sandália bombardeada maciçamente pelos meios de comunicação? E às vezes você compra não apenas um, mas dois ou três itens seja lá do que for porque não conseguiu decidir-se pela cor, modelo, tamanho, etc...  Se você se identifica com alguma dessas questões, então...Atenção.... Você pode estar contaminado pelo vírus do consumo, que gera uma doença terrível e muito comum no atual mundo globalizado: a compulsão.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas ainda tem mais: Você conhece as empresas que produzem os produtos que você consome? Sabe se elas respeitam as leis ambientais do país, se não perderam ações na justiça pelo uso de trabalho escravo ou infantil, se são corretas com seus funcionários e se desenvolvem projetos de ação e responsabilidade social?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Todas estas questões são importantes de se ter em mente hoje em dia, antes de pensarmos em consumir algo, pois o consumo atual é o maior e mais danoso problema ecológico da atualidade. E a questão da cidadania no século XXI passa pela discussão do consumismo. Somos uma família de 6 bilhões de habitantes, partilhando um futuro comum.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O relatório Planeta Vivo 2004, da organização americana WWF, diz que consumimos 20% a mais do que o planeta consegue renovar. E se nada for feito para mudar o padrão de consumo global, será necessário mais meio planeta Terra de recursos naturais para suprir este consumo, mas se todos os povos do planeta passarem a consumir como os americanos e europeus, serão necessários mais 4,5 planetas Terra. Ou seja, já não temos recursos naturais atualmente para alimentar este padrão de consumo. É preciso, então, mudarmos imediatamente a maneira como nos comportamos enquanto consumidores. E acredite, não nos comportamos muito bem, pois não apenas consumimos muito, como também desperdiçamos muito!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os Números do Desperdício&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Brasil desperdiça 14 milhões de toneladas de alimentos por ano, enquanto 44 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. 44% de tudo o que é plantado se perde desde a colheita até a distribuição e a comercialização. A cada ano, o Brasil joga fora R$ 12 bilhões de reais com o desperdício de alimentos. Com isto, 8 milhões de famílias, ou 30 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas com cestas básicas no valor de um salário mínimo. Uma casa brasileira desperdiça, em média, 20% dos alimentos que compra semanalmente. Isto representa uma perda de 1 bilhão de dólares por ano, ou o suficiente para alimentar 500 mil famílias. Se uma família desperdiça 350 grs de alimentos por dia, em um mês acaba jogando fora pouco mais de 10 kg de comida, quantidade suficiente para fornecer uma refeição para 30 pessoas...E tudo vai para no lixo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os 5 R´s do Cidadão Consciente para Combater o Desperdício&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reduzir o consumo e, conseqüentemente, o lixo produzido; &lt;br /&gt;Reaproveitar embalagens e recipientes sempre que for possível;&lt;br /&gt;Reciclar utensílios e materiais que ganham cara e uso novos;&lt;br /&gt;Respeitar o ambiente em que vive, freqüenta e usa; &lt;br /&gt;Responsabilizar-se pelo lixo produzido, recolhendo-o e descartando-o sempre de forma ambientalmente correta são 5 práticas ecológicas necessárias hoje em dia. Faz bem a todo mundo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um consumidor consciente sabe bem o que quer, tem autonomia de pensamentos, não se deixa levar pela cabeça dos outros e nem pelas seduções do mundo moderno, não desperdiça alimentos, não compra mais do que de fato precisa, usa racionalmente a água e a luz e não apenas consome, mas também busca soluções criativas para dar conta do lixo que produz, responsabilizando-se pelo meio ambiente em que vive. Sabe que sua felicidade não está naquilo que tem, nem que seu vazio afetivo pode ser preenchido com a posse de bens materiais. Escolhe consumir preferencialmente produtos que não sejam agressivos ao meio ambiente e/ou a saúde humana, preferindo empresas de credibilidade comprovada, socialmente justas e ambientalmente corretas.&lt;br /&gt;Agora é Com Você&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Programe as compras semanais, pois isso permitirá a aquisição apenas do essencial para a alimentação da família, evitando a perda de alimentos que se estragam ou ficam com a data de validade vencida;&lt;br /&gt;Ponha no prato apenas aquilo que realmente você tem certeza de que vai comer;&lt;br /&gt;Se sobrar algum alimento do almoço, recicle: bem temperadas as sobras podem se transformar em ótimos bolinhos, sopas, risotos e outros pratos novos e criativos;&lt;br /&gt;Não jogue fora talos e folhas: são ingredientes preciosos para acrescentar às saladas, sopas e recheios de tortas;&lt;br /&gt;Compre apenas aquilo que for necessário, evitando os supérfluos excessivos e de última hora;&lt;br /&gt;Informe-se sobre as empresas que produzem os produtos que você mais consome. Procure saber que tipo de postura ela adota com relação ao meio ambiente e com seus trabalhadores, se respeita a legislação ambiental do seu país e se ela desenvolve algum projeto de ação e responsabilidade social; Há inúmeras empresas poluidoras que só se mantêm no mercado porque seus consumidores continuam à comprar seus produtos apesar das irregularidades e ilegalidades.&lt;br /&gt;Ao ir às compras, evite a compulsão de levar vários itens de um mesmo produto;&lt;br /&gt; Antes de adquirir um aparelho eletroeletrônico, procure saber quais marcas economizam mais energia;&lt;br /&gt;Para reeducar o impulso e combater a compulsão adote o seguinte método: Quando vir algo numa loja, supermercado ou num site de compras, não o compre no mesmo dia. Vá embora e pense sobre o assunto. Questione seu desejo de consumo. Será que você realmente quer ou precisa daquilo? Pense nisso primeiro por 3 dias. Se após este tempo você ainda quiser comprar este produto, faça-o então, e seja feliz.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tempo de Degradação dos Materiais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Xjx1MukzI/AAAAAAAAAVE/W5_1D-H2XZ8/s1600-h/lixo.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Xjx1MukzI/AAAAAAAAAVE/W5_1D-H2XZ8/s320/lixo.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153775793828959026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  Resíduo    Tempo&lt;br /&gt;ÓLEO DE FRITURA RESIDUAL - INDETERMINADO&lt;br /&gt;Jornais - de 2 a 6 semanas&lt;br /&gt;Embalagens de papel - de 1 a 4 meses&lt;br /&gt;Guardanapos de papel - 3 meses&lt;br /&gt;Pontas de cigarro - 2 anos&lt;br /&gt;Palito de fósforo - 2 anos&lt;br /&gt;Chiclete - 5 anos&lt;br /&gt;Cascas de frutas - 3 meses&lt;br /&gt;Nylon - de 30 a 40 anos&lt;br /&gt;Copinhos de plástico de - 200 a 450 anos&lt;br /&gt;Latas de alumínio - de 100 a 500 anos&lt;br /&gt;Tampinhas de garrafa - de 100 a 500 anos&lt;br /&gt;Pilhas e baterias - de 100 a 500 anos&lt;br /&gt;Garrafas de plástico - mais de 500 anos&lt;br /&gt;Pano - de 6 a 12 meses&lt;br /&gt;Vidro - indeterminado&lt;br /&gt;Madeira pintada - 13 anos&lt;br /&gt;Fralda descartável - 600 anos&lt;br /&gt;Pneus - indeterminado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Grippi 2001, Lixo 2003.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;COLETA SELETIVA NAS ESCOLAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4chPVMuk2I/AAAAAAAAAVc/eCG4i1qCNHc/s1600-h/COLETA+SELETIVA+NAS+ESCOLAS.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4chPVMuk2I/AAAAAAAAAVc/eCG4i1qCNHc/s320/COLETA+SELETIVA+NAS+ESCOLAS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154124845821104994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Projeto de Lei da deputada Vanessa Damo (PV) que torna as escolas estaduais postos de coleta seletiva de resíduos recicláveis foi aprovado pela Assembléia Legislativa de São Paulo. Agora, aguarda sanção do governador do Estado&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Estado de São Paulo pode ganhar, nos próximos meses, seu primeiro programa de coleta seletiva em escolas da rede estadual de ensino. O Projeto de Lei nº 759 " Programa de Reciclagem Ambiental Participativa (Perap) ", de autoria da deputada Vanessa Damo (PV), foi aprovado na última quarta-feira (21/11), pela Assembléia Legislativa do Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for sancionado pelo governador José Serra, o PL garantirá que todas as escolas estaduais de ensino integral e as Escolas da Família se tornem postos de coleta seletiva de resíduos recicláveis. Os recursos provenientes da venda desses materiais serão revertidos em prol da própria instituição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo principal do Perap é ser um projeto-piloto eficaz para resolver o problema do "apagão do lixo" de São Paulo. Diariamente, são produzidas, apenas na capital do Estado, cerca de 14 toneladas de resíduos sólidos por dia " o que provoca o esgotamento dos aterros sanitários existentes. "É urgente que o poder público paulista adote políticas públicas que busquem incentivar a reciclagem. Só assim poderemos gerenciar, com eficiência, o problema do lixo", defende a deputada Vanessa Damo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a implantação do programa, todo o material com potencial para ser reciclado " como papel, papelão, derivados de celulose, garrafas plásticas, vidros, metais, lâmpadas fluorescentes e halógenas e borracha " poderá ser levado para uma escola estadual. E, dali, encaminhado para a reciclagem. Além disso, as instituições também poderão receber óleo de cozinha usado, que será destinado à produção de biodiesel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não bastasse servir como fonte de energia renovável, a medida ainda evitará o despejo de toneladas de óleo nos esgotos domésticos, o que contamina seriamente rios e córregos", explica Vanessa. Materiais como pilhas, baterias, e artigos eletrônicos, que não são recicláveis, também poderão ser encaminhados às instituições para que não poluam o ambiente. Esses itens serão devolvidos aos respectivos fabricantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto previsto no Perap é um incremento à educação ambiental nas escolas em que programa estiver em funcionamento. As instituições deverão oferecer aos alunos metodologia para que aprendam sobre sustentabilidade ambiental. A intenção é que se tornem multiplicadores desta consciência e envolvam toda a família no processo da reciclagem. (Ecopress com informações da assessoria - 03/12/07, às 8h05)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações para a imprensa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex-Libris Comunicação Integrada " (11) 3266-6088&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Kadaoka " fernando@libris.com.br - ramal 219&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia Mesquita " lucia@libris.com.br - ramal 205&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda Mira " fernanda@libris.com.br - ramal 201&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;+ A GUERA CONTRA A GARAFA PLÁSTICA DE ÁGUA MINERAL =&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar. As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessório dos esportistas, e, em casa, muita gente nem pensa em tomar o líquido que sai da torneira – compra água em garrafas ou galões. Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145% – e passou a ocupar um lugar de destaque nas preocupações de muitos ambientalistas. O foco não está exatamente na água, mas na embalagem. A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases que agravam o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado. Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada é bem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas. Organizações européias e americanas até estimulam as pessoas a escrever a seus restaurantes favoritos pedindo que suspendam a venda de água mineral e, dessa forma, contribuam com a preservação do planeta.&lt;br /&gt;As campanhas têm dado resultado nos lugares onde a preocupação ambiental já ganhou a adesão das multidões e os moradores confiam na água encanada. Os órgãos públicos de São Francisco, nos Estados Unidos, estão proibidos de comprar água mineral para seus funcionários. Outras grandes cidades americanas, como Los Angeles e Salt Lake City, já adotaram a mesma medida. Apenas nos Estados Unidos, os processos de fabricação e reciclagem das garrafas plásticas consumiram 17 milhões de barris de petróleo em 2006. Esses processos produziram estimados 2,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa, poluição equivalente à de 455.000 carros rodando normalmente durante um ano. O dano é multiplicado por três quando se consideram as emissões provocadas pelo transporte e refrigeração das garrafas.&lt;br /&gt;O problema comprovado e imediato causado pelas embalagens de água é o espaço que elas ocupam ao ser descartadas. Só no Brasil, que recicla menos da metade das garrafas PET que produz, mais de 4 bilhões delas viram lixo todos os anos. Como demoram pelo menos 100 anos para se degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente. Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água que pode ser foco de doenças, como a dengue. A maioria dos ambientalistas reconhece, evidentemente, que no Terceiro Mundo, com vastas regiões nas quais não é recomendável consumir água diretamente da torneira, quem tem poder aquisitivo para comprar água mineral precisa fazê-lo por uma questão de segurança. De acordo com um relatório da ONU divulgado recentemente, 170 crianças morrem por hora no planeta devido a doenças decorrentes do consumo de água imprópria.&lt;br /&gt;Um estudo apresentado neste ano na Royal Geographical Society, na Inglaterra, chamou atenção para o fato de que a contaminação da água potável por arsênio em inúmeros países, principalmente na Ásia e na África, poderá aumentar consideravelmente os casos de câncer nos próximos anos. Mesmo assim, ao comprar água mineral nesses países, não se tem segurança de estar consumindo um produto saudável. Estima-se que quase metade da água vendida como mineral em Pequim seja de má qualidade. A questão é tão grave que o governo chinês elaborou um plano para reforçar o controle de procedência das garrafas de água por meio de etiquetas eletrônicas durante as Olimpíadas de Pequim, no ano que vem. Espera, dessa forma, impedir a circulação de produtos adulterados.&lt;br /&gt;No Brasil, o termo água mineral acabou se tornando referência para designar diferentes tipos de água engarrafada. A rigor, a expressão identifica a água proveniente de nascentes ou aqüíferos subterrâneos e que contém minerais como cálcio, potássio e sulfato de sódio. Cada água, dependendo de sua composição mineral, pode ter um sabor característico. A água mineral também pode ser produzida artificialmente por meio da adição de sais ou gases à água tratada. Nesse caso, é chamada de água adicionada de sais. Ao contrário do que ocorre no Brasil, onde as minerais representam quase a totalidade do mercado, a maior parte do mundo consome outro tipo de água engarrafada: a purificada. Ela é a água da torneira submetida a processos de filtragem e tratamentos químicos que variam conforme cada fabricante. As marcas mais vendidas estão nas mãos de apenas quatro grandes empresas: Nestlé, Danone, Coca-Cola e PepsiCo, em ordem de porcentual de participação. O restante do mercado mundial é formado pelas águas purificadas e fortificadas por vitaminas, estimulantes naturais, como a cafeína, e extratos de ervas com propriedades terapêuticas. Segundo os médicos, a quantidade de minerais contida tanto nas águas de nascentes e aqüíferos quanto nas purificadas é muito pequena para torná-las mais saudáveis do que a água da torneira. Diz o fisiologista Paulo Zogaib, professor de medicina esportiva da Universidade Federal de São Paulo: "Não há pesquisas científicas que comprovem que essas águas são melhores para a saúde. O importante é manter o corpo hidratado com água de procedência segura".&lt;br /&gt;A crença nos benefícios da água mineral remonta à Antiguidade, quando se disseminou o costume de beber água de fontes consideradas terapêuticas ou utilizá-la em banhos especiais. Dizia Píndaro, poeta grego que viveu no século V antes de Cristo: "O mais nobre dos elementos da natureza é a água". No século XIII, as águas de San Pellegrino, região próxima a Milão, na Itália, e de Fiuggi, ao sul de Roma, já eram consideradas milagrosas para tratar uma série de males. Michelangelo foi a Fiuggi para se tratar de pedras nos rins. No século XIX, as visitas periódicas a estâncias hidrominerais, inspiradas nas antigas termas romanas, tornaram-se um hábito bastante difundido. No verão, Vichy, na França, costumava receber Napoleão III e sua corte, além de outros 300.000 visitantes que acreditavam nos benefícios da água local. Nesse período, as águas de algumas dessas estâncias já eram engarrafadas e vendidas. O vidro das garrafas, no entanto, dificultava o transporte, além de encarecer o produto. A partir do século XIX, o advento das rodovias e da industrialização facilitou o comércio e permitiu que a venda de águas se tornasse um negócio lucrativo. Hoje, com o culto à saúde na ordem do dia, a mística em torno das águas minerais se mantém. Para desgosto dos ambientalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:  Rafael Corrêa e Vanessa Vieira (Veja) - Boletim Recicláveis.com.br&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-3191670862070372038?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/3191670862070372038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=3191670862070372038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3191670862070372038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3191670862070372038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/tempo-de-degradao-dos-materiais.html' title='Consumo consciente - consumo sustentável CURSO DE FORMAÇÃO ECOLÓGICA'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4cdi1Muk1I/AAAAAAAAAVU/Z0cz4tDoOno/s72-c/luz.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-3657505721588620215</id><published>2008-01-10T00:58:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.079-08:00</updated><title type='text'>CO2, todo mundo emite</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Xff1MukyI/AAAAAAAAAU8/k0S7RT56Wlo/s1600-h/CO2,+todo+mundo+emite.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Xff1MukyI/AAAAAAAAAU8/k0S7RT56Wlo/s320/CO2,+todo+mundo+emite.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153771086544802594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine a vida que você leva. Chega do trabalho, acende as luzes da sua casa, vai tomar um banho de 8 minutos. Usa o fogão à gás para fazer sua comida (hoje tem bife acebolado!!!), ou, se já está pronta, usa o microondas para esquentá-la. Senta em frente à televisão, assiste algum telejornal e depois um filme. Desliga tudo e vai dormir (mas a TV, o DVD ficam em stand-by). O reloginho do microondas também permanece aceso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte acorda, toma um café da manhã rápido e vai para o trabalho (25 minutos de carro). Liga seu computador e acelera o serviço até a hora do almoço. Aproveita e manda imprimir os últimos relatórios (mas imprimir usando a frente e o verso das folhas de papel vai consumir o dobro do tempo). Como o almoço é rápidinho, não vale a pena desligar o computador, então ele fica ligado. Ás vezes nem o monitor a gente se lembra de desligar. Mais meia jornada de trabalho e é hora de voltar pra casa (mais 25 minutos de carro) e o ciclo recomeça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No feriado prolongado, nada como uma viagenzinha. Nem que seja pra ir só até o litoral. 6 horas, por causa do congestionamento. Carro ligado, motor esquentando, o combustível queimando. Chega na praia exausto, mas vai pra areia beber uma cervejinha gelada e comer uns petiscos. No final do dia recolhe as latinhas, a garrafa PET, os plásticos e papés dos petiscos, põe tudo na lixeira e vai pra pousada. Final de semana perfeito. 6 horas pra voltar pra casa. Maldito congestionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta vida simples, sem viagens de avião e considerando que a maior parte da energia elétrica que chega na nossa casa é renovável (vindo das hidreléticas), você, sozinho, terá emitido pelo menos 4 toneladas de carbono em um ano. E isso é só a média de quem vive em grandes centros urbanos no Brasil. A média nacional era de 0,5 toneladas CO2/ano em 1994 e passou para 1,6 toneladas CO2/ano em 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tudo sem contar o consumo das empresas, que também adiciona muitas toneladas neste cálculo pessoal, das quais somos indiretamente responsáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de onde vem este carbono todo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa emissão pessoal é resultado do consumo direto de luz e combustíveis, e do consumo indireto de fertilizantes e agrotóxicos que vão pros nossos vegetais, do metano liberado pelos animais (de onde tiramos carnes, leites e derivados), da energia gasta para produzir as embalagens de papel e plástico que protegem a comida que compramos, da enegia gasta para produzir nossas roupas, sapatos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescente a isso a energia gasta para construir e manter patrimônio público (escolas, hospitais, prédios do governos, bibliotecas públicas, museus, estações de trem e metrô etc.), o banco e os caixas eletrônicos, o supermecado, a usina hidrelétrica e todo metano que foi liberado do alagamento de áreas verdes onde agora está a represa. A lista é grande e não pára por aqui. E isso porque nem somos grandes poluidores (lembre-se que a média de carbono emitido por um americano é 20 toneladas de carbono por ano - bem maior que a média brasileira). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, tudo que fazemos dentro de casa e dentro de uma cidade geram, direta ou indiretamente, gases do efeito estufa. Somos 6 bilhões de seres humanos na Terra, todos lançando toneladas de gases do efeito estufa na atmosfera todos os anos. E este é o custo ambiental de estarmos vivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diminuir nossas emissões nem é tão difícil assim. E depois, quando não há mais nada que possa ser reduzido, vale a pena pensar em projetos para neutralizar o carbono restante. O nosso rastro de carbono será bem menor, a um custo bem baixo. E isso sem pensar no que os governos e as empresas podem fazer. No fim, é possível passar por aqui e deixar nossa pegada. E ela nem precisa ser de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTINUA AQUI&lt;/strong&gt;REDUZIR&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-3657505721588620215?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/3657505721588620215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=3657505721588620215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3657505721588620215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3657505721588620215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/co2-todo-mundo-emite.html' title='CO2, todo mundo emite'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Xff1MukyI/AAAAAAAAAU8/k0S7RT56Wlo/s72-c/CO2,+todo+mundo+emite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-4839111940460646701</id><published>2008-01-09T00:14:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.212-08:00</updated><title type='text'>Meio Ambiente e Cidades firmam parceria para estudar aproveitamento do lixo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4SC1FMukwI/AAAAAAAAAUs/dZ_rJDW3Pbs/s1600-h/LIXO+ecol3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4SC1FMukwI/AAAAAAAAAUs/dZ_rJDW3Pbs/s320/LIXO+ecol3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153387722058928898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Meio Ambiente e Cidades firmam parceria para estudar aproveitamento do lixo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irene Lôbo &lt;br /&gt;Repórter da Agência Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília - Como o lixo pode se tornar fonte de riqueza e gerar renda para famílias de catadores de lixo? Responder a essa pergunta é um dos objetivos do Projeto Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), aplicado a resíduos sólidos urbanos. Uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e das Cidades, assinada hoje (20), formalizou a criação de comitês interministeriais que vão implementar e acompanhar o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos indicarão como poderá ser aproveitado o lixo produzido nos 30 maiores municípios do país. Uma das idéias é analisar a viabilidade do aproveitamento do biogás (ou gás metano) produzido em aterros sanitários, mostrando como ele pode ser aproveitado com fonte de energia. O projeto também vai indicar formas de geração de empregos e inclusão social, integrando os catadores de lixo dos aterros e os de rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao firmar a parceria, o ministro das Cidades, Márcio Fortes, disse que todo o conhecimento deverá ser produzido utilizando tecnologias já disponíveis no país, com a utilização de experiências que já estão em curso em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele lembrou que as iniciativas de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo também poderão ser financiadas por empresas que poluem o planeta, como forma de adquirem créditos de carbono, uma espécie de compensação financeira para os países que mais poluem o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os créditos de carbono são cedidos pelas agências de proteção ambiental reguladoras aos países que comprovadamente reduziram a emissão do poluente por meio de um projeto MDL, que pode ser um programa de reflorestamento ou de desenvolvimento de energias alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nós temos que ter esses elementos poluidores como fator positivo para nós, ou seja, nós queremos disponibilizar mecanismos que possibilitem a países que têm em sua origem problemas quanto à limitações, que possam vir comprar aqui as compensações que podem ser geradas inclusive pelas atividades dos lixões”, disse Fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lembrou que os gases produzidos pelo lixo contribuem para o efeito estufa e influenciam nas mudanças globais do clima. Com o projeto, a ministra prevê a diminuição dos impactos ambientais. “Na medida em que você faz a redução das emissões, você está contribuindo com outros esforços no âmbito da convenção da biodiversidade e outros segmentos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo vai ser financiado com recursos doados pelo governo japonês e com apoio do Banco Mundial, por intermédio do Programa de Modernização do Setor de Saneamento (PMSS). A partir do resultado dos estudos, as prefeituras poderão buscar financiamento nacional e internacional para implantar seus projetos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-4839111940460646701?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/4839111940460646701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=4839111940460646701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4839111940460646701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4839111940460646701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/meio-ambiente-e-cidades-firmam-parceria.html' title='Meio Ambiente e Cidades firmam parceria para estudar aproveitamento do lixo'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4SC1FMukwI/AAAAAAAAAUs/dZ_rJDW3Pbs/s72-c/LIXO+ecol3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5403505240219384179</id><published>2008-01-09T00:05:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.431-08:00</updated><title type='text'>Nordeste seria outra região gravemente afetada, pode passar de semi-árido para árido</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4SArVMukvI/AAAAAAAAAUk/GqfE4kk-T0E/s1600-h/semi-%C3%A1rido+para+%C3%A1rido.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4SArVMukvI/AAAAAAAAAUk/GqfE4kk-T0E/s320/semi-%C3%A1rido+para+%C3%A1rido.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153385355531948786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Estudo do Inpe traçou cenário de mudanças climáticas no Brasil para os próximos 50 anos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juliane Sacerdote e Yara Aquino &lt;br /&gt;Da Agência Brasil    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasília - O Brasil sofrerá sérias mudanças climáticas nos próximos 50 anos, se não forem tomadas medidas de preservação do meio ambiente, como a redução dos índices de desmatamento e de liberação de gases causadores do efeito estufa.É o que aponta o estudo "Cenário climático futuro: avaliações e considerações para a tomada de decisões", coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e lançado em dezembro do ano passado. O trabalho foi financiado pelo Ministério do Meio Ambiente e teve apoio do Banco Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo leva em conta dois cenários: um pessimista e outro otimista. No primeiro, estima-se que o desmatamento e a poluição continuem na proporção em que ocorrem atualmente e que o Protocolo de Quioto não seja seguido. Nesse caso, nos próximos 50 anos, a temperatura na Amazônia poderia sofrer aquecimento entre 6 e 8 graus e redução da chuva em 20%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário otimista considera uma sociedade ecologicamente correta, onde seriam reduzidas a poluição e o desmatamento e seguido o Protocolo de Quioto. O aumento de temperatura na região amazônica não seria evitado, porém seria menor, entre 4 e 5 graus e a redução das chuvas ficaria entre 10% e 15%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nordeste seria outra região gravemente afetada. De acordo com o estudo, o clima da região pode passar de semi-árido para árido, que se assemelha ao clima de deserto, sem chuvas. A alteração teria, inclusive, conseqüências sociais, como a migração da população local, aponta o estudo. Em outras regiões, como a Sul, deve haver mudanças na distribuição das chuvas durante o ano, o que pode resultar em problemas para a agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro, o coordenador do estudo, José Antônio Marengo, explicou que para amenizar o cenário futuro é preciso evitar a queimada de biomassas, reduzir o desmatamento e oferecer incentivos governamentais para as empresas que poluem menos. Segundo Marengo, que é pesquisador do Inpe, a população também pode colaborar usando menos os veículos e consumindo menos água.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5403505240219384179?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5403505240219384179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5403505240219384179' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5403505240219384179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5403505240219384179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/nordeste-seria-outra-regio-gravemente.html' title='Nordeste seria outra região gravemente afetada, pode passar de semi-árido para árido'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4SArVMukvI/AAAAAAAAAUk/GqfE4kk-T0E/s72-c/semi-%C3%A1rido+para+%C3%A1rido.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-6108032492294327998</id><published>2008-01-08T23:49:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.588-08:00</updated><title type='text'>Norte e Nordeste serão mais afetados por aquecimento global</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R9w1MukuI/AAAAAAAAAUc/ooUvPMQ_c2U/s1600-h/aquecimento_global_amazonia_greenpeace_bem_vindo_ao_futuro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R9w1MukuI/AAAAAAAAAUc/ooUvPMQ_c2U/s320/aquecimento_global_amazonia_greenpeace_bem_vindo_ao_futuro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153382151486345954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Norte e Nordeste serão mais afetados por aquecimento global, diz secretário do Fórum de Mudanças Climáticas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bárbara Lobato &lt;br /&gt;Da Agência Brasil    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasília - As regiões Norte e Nordeste do Brasil sentirão muito o impacto do aquecimento global nos próximos anos, avalia o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), Luiz Pinguelli Rosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o país pode ter a produção agrícola diminuída drasticamente com alteração nos fenômenos climáticos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) divulgado hoje (2), a Terra vai se tornar mais quente até o ano de 2100, o que significa aumento do nível do mar e catástrofes naturais mais intensas. "Ainda não foi feito um estudo no Brasil para definir com clareza as conseqüências, mas podem surgir furacões, o que atualmente não existe no país”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinguelli teme que a desertificação mude a estrutura social na região do semi-árido. “As colheitas diminuirão e a comida pode não ser suficiente. Haveria, com isso, um desequilíbrio populacional muito grande”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário ressaltou que as medidas de precaução precisam ser globais, uma vez que a poluição produzida em poucos países, como os Estados Unidos e a China, pode afetar o mundo todo. “Vivemos numa sociedade muito individualista e isso prejudica muito”, finalizou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-6108032492294327998?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/6108032492294327998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=6108032492294327998' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6108032492294327998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6108032492294327998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/norte-e-nordeste-sero-mais-afetados-por.html' title='Norte e Nordeste serão mais afetados por aquecimento global'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R9w1MukuI/AAAAAAAAAUc/ooUvPMQ_c2U/s72-c/aquecimento_global_amazonia_greenpeace_bem_vindo_ao_futuro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-3685926370336217845</id><published>2008-01-08T23:46:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.742-08:00</updated><title type='text'>Ministério contabiliza 1.488 municípios com processo de desertificação no Nordeste</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R8A1MuktI/AAAAAAAAAUU/eZhKloRSuCU/s1600-h/desertifica%C3%A7%C3%A3o+no+Nordeste.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R8A1MuktI/AAAAAAAAAUU/eZhKloRSuCU/s320/desertifica%C3%A7%C3%A3o+no+Nordeste.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153380227340997330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ministério contabiliza 1.488 municípios com processo de desertificação no Nordeste &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irene Lôbo &lt;br /&gt;Repórter da Agência Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília - De acordo com as Nações Unidas, desertificação é o processo de degradação de regiões áridas, semi-áridas e subúmidas secas, resultantes de fatores climáticos e da ação humana. No caso do Brasil, o processo de desertificação abrange 1.488 dos cerca de 1.800 municípios que compõem os nove estados do Nordeste, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O problema atinge ainda algumas cidades do norte de Minas Gerais e do noroeste do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área total sujeita ao processo de desertificação aumentou de cerca de 900 mil quilômetros quadrados em 2003 para 1,3 milhão nos dias de hoje, o que equivale a 15,7% do território nacional. De acordo com o coordenador-técnico do Programa de Combate à Desertificação, do MMA, José Roberto Lima, o avanço dos estudos sobre o tema permite que o país tenha atualmente uma maior exatidão da dimensão do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não conseguir paralisar e reverter a desertificação, o Brasil poderá, num prazo de 60 anos, ter todo o Semi-Árido transformado em regiões áridas, ou seja, desertos. Já as regiões subúmidas secas se transformariam em semi-áridas. A previsão é do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-3685926370336217845?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/3685926370336217845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=3685926370336217845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3685926370336217845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/3685926370336217845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/ministrio-contabiliza-1488-municpios.html' title='Ministério contabiliza 1.488 municípios com processo de desertificação no Nordeste'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R8A1MuktI/AAAAAAAAAUU/eZhKloRSuCU/s72-c/desertifica%C3%A7%C3%A3o+no+Nordeste.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-9023440482297930928</id><published>2008-01-08T23:37:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.805-08:00</updated><title type='text'>Desertificação pode criar "refugiados ambientais", alerta consultor</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R6c1MuksI/AAAAAAAAAUM/gtZR9SAsCGs/s1600-h/desertificacao.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R6c1MuksI/AAAAAAAAAUM/gtZR9SAsCGs/s320/desertificacao.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153378509354078914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Érica Santana &lt;br /&gt;Repórter da Agência Brasil    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasília - Mais de 1 bilhão de pessoas vive em regiões áridas, semi-áridas e subúmidas secas, responsáveis por 22% da produção de alimentos do mundo. Só no Brasil, de acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, 32 milhões de pessoas habitam áreas que podem se tornar desérticas – áreas que ocupam mais de 1,3 milhão de quilômetros quadrados, ou seja, 15,7% do território nacional. O diretor de Relações Institucionais da Associação Maranhense para a Conservação da Natureza (Amavida), João Otávio Malheiros, aponta o risco de elas se tornarem “refugiados ambientais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Malheiros, se não se reverter a desertificação, essas pessoas não conseguirão permanecer nas áreas em que habitam hoje. “Antes se tinha um processo de êxodo rural a partir das secas, e isso não vai ser mais episódico. Vai ser um problema sério”. Ele é consultor no “Relatório de Implementação de Combate à Desertificação”, documento elaborado sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente e que será apresentado a outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal causa da desertificação é o acelerado processo de degradação do solo, avaliou o ambientalista. “Os panoramas que estão sendo delineados, mantidas as atuais tendências, são todos muito preocupantes. O que nós da sociedade civil temos como solução são milhares de ações, que somadas sejam uma grande solução para um grande problema”, disse, em entrevista à Agência Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malheiros defendeu a estabilização do avanço da desertificação, impedindo que novas áreas sejam degradadas, e a adoção de práticas agrícolas mais desenvolvidas como medidas a serem adotadas no combate e prevenção da deterioração do solo. “É vital que se recomponha a malha hídrica, que se protejam as nascentes, que se  faça um trabalho muito grande de capacitação da agricultura, das práticas apropriadas que tenham relação mais simbiótica com o clima e que se  desenvolvam estratégias apropriadas para o clima, que está cada vez mais árido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ambientalista lembrou que as mudanças climáticas provocadas pelo efeito estufa têm reflexo direto no processo de desertificação: “Nós vamos ter uma agudização do problema, e a desertificação, que já vinha se acelerando, com esse impulso do aquecimento global vai ter um ritmo mais acelerado ainda”. Para ele, “é necessária uma grande reflexão na sociedade com construção urgente de políticas públicas efetivas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Otávio Malheiros informou que a cada ano a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que uma superfície equivalente a Bélgica e a três Sergipes perde sua capacidade vital.  “É uma questão que não é opção”, comentou. “Ou nós damos respostas efetivas ou seremos todos tragados por uma crise ambiental de proporção ainda inusitada.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-9023440482297930928?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/9023440482297930928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=9023440482297930928' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9023440482297930928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/9023440482297930928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/desertificao-pode-criar-refugiados.html' title='Desertificação pode criar &quot;refugiados ambientais&quot;, alerta consultor'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R6c1MuksI/AAAAAAAAAUM/gtZR9SAsCGs/s72-c/desertificacao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5754358408847998210</id><published>2008-01-08T23:24:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:54.985-08:00</updated><title type='text'>Aumento do nível do mar afetará mais Rio de Janeiro e Ilha do Marajó, aponta estudo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R4a1MukrI/AAAAAAAAAUE/ihpLK2i6DK4/s1600-h/ministra+do+Meio+Ambiente,+Marina+Silva.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R4a1MukrI/AAAAAAAAAUE/ihpLK2i6DK4/s320/ministra+do+Meio+Ambiente,+Marina+Silva.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153376275971084978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Brasília - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, divulga os resultados preliminares de oito estudos sobre mudanþas climáticas e os efeitos sobre a biodiversidade brasileira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumento do nível do mar afetará mais Rio de Janeiro e Ilha do Marajó, aponta estudo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irene Lôbo &lt;br /&gt;Repórter da Agência Brasil &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elza Fiúza/ABr&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;BrasÝlia - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o secretßrio de Biodiversidade e Florestas do MinistÚrio do Meio Ambiente, JoÒo Paulo Capobianco, divulga os resultados preliminares de oito estudos sobre mudanþas climßticas e os efeitos sobre a biodiversidade brasileira  &lt;br /&gt;Brasília - O Ministério do Meio Ambiente divulgou hoje (27) oito pesquisas sobre mudanças climáticas e seus efeitos sobre a biodiversidade brasileira. Realizado pelo cientista José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um dos estudos mostra que Amazônia e Pantanal são as regiões mais vulneráveis do país à mudança de clima. O Semi-Árido é a região onde a população estará mais sensível às mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao nível do mar, o estudo observou uma tendência de aumento do nível do mar da ordem de 40 centímetros por século ou quatro milímetros por ano. As conseqüências desse possível aumento poderão, segundo o estudo, atingir as cidades litorâneas e 25% da população brasileira, ou seja, 42 milhões de pessoas que vivem na zona costeira, sendo que a cidade do Rio de Janeiro é uma das mais vulneráveis, juntamente com a Ilha do Marajó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à temperatura, a pesquisa diz que o aumento da temperatura média no ar pode chegar até 4 graus acima da média em 2100. O estudo fala ainda da probabilidade de maior redução de chuvas na Amazônia e no Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros oito estudos mostram respectivamente dos efeitos da elevação do nível do mar nas bacias de Santos e São Vicente, em São Paulo; os efeitos das mudanças climáticas na Ilha dos Marinheiros, situada na Laguna dos Patos, no Rio Grande do Sul; um diagnóstico sobre as alterações do nível das águas em ecossistemas do Rio Grande do Sul por meio da análise da vegetação e de pequenos invertebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;També foi incluído no levantamento um estudo sobre a diversidade e abundância de peixes e sua sensibilidade às mudanças climáticas, uma pesquisa sobre proteínas que permitem maior tolerância térmica em animais, um mapeamento da mudanças que poderão ocorrer no Pantanal com as mudanças climáticas e um diagnóstico sobre a reação dos recifes das costa brasileira às essas mesmas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério do Meio Ambiente afirma que o governo brasileiro já adota uma série de providências para enfrentar o problema do aquecimento de outras mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Biodiversidade e Florestas, João Paulo Capobianco, destacou em coletiva à imprensa que o uso de energias limpas, como o biodiesel, e o incentivos ao uso de fontes alternativas de energia elétrica são alguns programas que demonstram a preocupação do país com os resultados dos estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras medidas que o governo brasileiro também vem adotando são a queda nas emissões e a redução em mais de 50% do desmatamento da Amazônia nos dois últimos anos, que teria evitado a emissão de cerca de 430 milhões de toneladas de gás carbônico. A criação de novas unidades de conservação federal, que já superam 50 milhões de hectares, também foi uma das medidas destacadas por Capobianco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5754358408847998210?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5754358408847998210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5754358408847998210' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5754358408847998210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5754358408847998210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/aumento-do-nvel-do-mar-afetar-mais-rio.html' title='Aumento do nível do mar afetará mais Rio de Janeiro e Ilha do Marajó, aponta estudo'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4R4a1MukrI/AAAAAAAAAUE/ihpLK2i6DK4/s72-c/ministra+do+Meio+Ambiente,+Marina+Silva.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-5760385851391468136</id><published>2008-01-08T18:54:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.133-08:00</updated><title type='text'>Clima e Meio Ambiente Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Q4KVMukqI/AAAAAAAAAT8/dISe4J5PZBo/s1600-h/GLOBO+TERRA.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Q4KVMukqI/AAAAAAAAAT8/dISe4J5PZBo/s320/GLOBO+TERRA.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153305623759065762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e Meio Ambiente&lt;br /&gt;O Brasil é o país de maior biodiversidade do planeta. Foi o primeiro signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), e é considerado megabiodiverso - país que reúne ao menos 70% das espécies vegetais e animais do planeta -, pela Conservation International (CI). A biodiversidade pode ser qualificada pela diversidade em ecossistemas, em espécies biológicas, em endemismos e em patrimônio genético. Devido a sua dimensão continental e à grande variação geomorfológica e climática, o Brasil abriga sete biomas, 49 ecorregiões, já classificadas, e incalculáveis ecossistemas. A biota terrestre possui a flora mais rica do mundo, com até 56000 espécies de plantas superiores, já descritas; mais de 3000 espécies de peixes de água doce; 517 espécies de anfíbios; 1677 espécies de aves; e 518 espécies de mamíferos; pode ter até 10 milhões de insetos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Clima no Brasil &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em conseqüência de fatores variados, o clima brasileiro é bastante diversificado devido à sua extensão territorial, fisionomia geográfica, ao seu relevo e a dinâmica das massas polares que atuam diretamente tanto na temperatura quanto na pluviosidade provocando as diferenciações climáticas regionais. Predominam os climas quentes, com temperaturas médias superiores a 20ºC. As massas de ar que interferem mais diretamente são a Equatorial (Continental e Atlântica), a Tropical (Continental e Atlântica) e a Polar Atlântica. A linha do Equador passa ao norte, junto a Macapá (AP) e a Grande São Paulo (SP) fica na linha de Capricórnio. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Brasil apresenta o clima super-úmido com características diversas, tais como o super-úmido quente (equatorial), em trechos da região Norte; super-úmido mesotérmico (subtropical), no norte do Paraná e sul de São Paulo, e super-úmido quente (tropical), numa estreita faixa litorânea de São Paulo ao Rio de Janeiro, Vitória, sul da Bahia até Salvador, sul de Sergipe e norte de Alagoas. Belo Horizonte, a primeira cidade planejada do Brasil. Construída por uma comissão de engenheiros chefiada por Aarão Reis. Atualmente, é a terceira maior metrópole do país. O clima úmido, também com várias características: clima úmido quente (equatorial), no Acre, Rondônia, Roraima, norte de Mato Grosso, leste do Amazonas, Pará, Amapá e pequeno trecho a oeste do Maranhão; clima úmido subquente (tropical), em São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul, e o clima úmido quente (tropical), no Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sudoeste e uma estreita faixa do oeste de Minas Gerais, e uma faixa de Sergipe e do litoral de Alagoas à Paraíba. O clima mesotérmico, tipo temperado, domina praticamente toda a Região Sul do Brasil. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os Tipos de Clima &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TROPICAL (super-úmido quente) &lt;br /&gt;Atinge parte de Roraima e do Pará, Planalto Central e das Regiões Nordeste e Sudeste. O clima semi-úmido quente (tropical) corresponde à área sul do Mato Grosso do Sul, Goiás, sul do Maranhão, sudoeste do Piauí, Minas Gerais, uma faixa bem estreita a leste da Bahia, a oeste do Rio Grande do Norte e um trecho da Bahia meridional. Caracteriza-se por apresentar duas estações com temperaturas bem distintas: o verão, com chuvas e o inverno, seco. As temperaturas médias excedem os 20ºC. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;EQUATORIAL (úmido quente) &lt;br /&gt;Atinge toda a Planície Amazônica, o Planalto Norte-Amazônico e parte do Planalto Sul-Amazônico. Caracteriza-se por temperaturas elevadas (24ºC e 26ºC) e grandes quantidades de chuva durante todo o ano, causadas principalmente pela ação da Massa Equatorial. No inverno, a parte ocidental da região amazônica pode receber frentes frias originárias da Massa Polar Atlântica. Elas são as responsáveis pelo fenômeno da friagem, a queda brusca na temperatura, que pode chegar a 10ºC. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SEMI-ÁRIDO &lt;br /&gt;Atinge o Sertão Nordestino e parte do Vale do São Francisco. O clima semi-árido, com diversificação quanto à umidade, correspondendo a uma ampla área do clima tropical quente. Assim, tem-se o clima semi-árido brando, no nordeste do Maranhão, Piauí e parte sul da Bahia; o semi-árido mediano, no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e interior da Bahia; o semi-árido forte, ao norte da Bahia e interior da Paraíba, e o semi-árido muito forte, em pequenas porções do interior da Paraíba, de Pernambuco e norte da Bahia. Caracteriza-se por temperaturas elevadas (acima de 27º), com pequenas quantidades de chuva no verão, o que leva a longos períodos de seca. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TROPICAL ATLÂNTICO &lt;br /&gt;Atinge toda a Planície Litorânea, do Rio Grande do Norte ao Paraná. Caracteriza-se por temperaturas elevadas (18ºC e 26ºC), com estações distintas. No litoral do Nordeste, as chuvas intensificam-se no outono eno inverno e mais ao sul, são concentradas no verão. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;TROPICAL DE ALTITUDE &lt;br /&gt;Atinge as partes mais altas do relevo, pois recebe grande influência deste. Abrange regiões de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Apresenta duas estações: o verão chuvoso devido à ação da Massa Tropical Atlântica, e o inverno, seco, causado pelas frentes frias originárias da Massa Polar Atlântica que chegam a provocar geadas. Apresenta temperaturas médias entre 18ºC e 22ºC. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SUBTROPICAL (super úmido meso térmico) &lt;br /&gt;Atinge quase todo o Sul do País. Sua característica principal é a de não apresentar estação seca, pois chove regularmente durante todo o ano. Suas temperaturas são as mais baixas do Brasil (inferiores a 18ºC), chegando a nevar em alguns pontos, e seus verões, quentes.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-5760385851391468136?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/5760385851391468136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=5760385851391468136' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5760385851391468136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/5760385851391468136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/clima-e-meio-ambiente-brasil.html' title='Clima e Meio Ambiente Brasil'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Q4KVMukqI/AAAAAAAAAT8/dISe4J5PZBo/s72-c/GLOBO+TERRA.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-6411113466805246881</id><published>2008-01-08T18:13:00.001-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.239-08:00</updated><title type='text'>2007, o ano em que a imprensa sentiu o clima</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qt61MukpI/AAAAAAAAAT0/EySp4Orsy7U/s1600-h/a+imprensa+descobriu+o+meio+ambiente.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qt61MukpI/AAAAAAAAAT0/EySp4Orsy7U/s320/a+imprensa+descobriu+o+meio+ambiente.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153294362354815634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2007, o ano em que a imprensa sentiu o clima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luciano Martins Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o ano em que a imprensa descobriu o meio ambiente. Por conta do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC, na sigla em inglês), divulgado em fevereiro, os jornalistas se viram colocados diante da constatação científica, com quase 100% de certeza, de que o ser humano é responsável pelas mudanças climáticas que podem custar o futuro da humanidade. No rastro da questão ambiental, a mídia se aproximou do tema sustentabilidade e tivemos nos últimos meses um crescimento no número de iniciativas editoriais nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons produtos foram colocados à disposição dos leitores e muito dinheiro entrou nos cofres das empresas de comunicação, por conta do interesse de grandes companhias de vincular suas marcas às preocupações com a salvação do planeta. Tivemos cadernos especiais, revistas gordas de anúncios falando da Amazônia, de empresas verdes e empresários motivados pela mais ferrenha responsabilidade socioambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a realidade não mudou. A imprensa não tomou uma posição firme na cobrança dos governantes e do capital globalizado por uma mudança nas políticas públicas e nos paradigmas econômicos, e chegamos a dezembro com índices ainda mais vergonhosos de destruição do meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congestionamento final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Multidões se acotovelam nas lojas em busca de seus sonhos de consumo, num Natal aquecido por combustíveis poluidores e pela lenha das florestas. No Brasil, o governo comemora um aumento de 11% na arrecadação, e apesar de haver perdido uma receita de 40 bilhões de reais por ano, segue tocando um dos mais ambiciosos projetos de obras já produzido no país – o Plano de Aceleração do Crescimento. O Brasil precisa dessas obras, mas a mídia não questiona que garantias cada uma delas oferece de que o meio ambiente será preservado, ou de que elas representam uma estratégia sustentável de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, o Brasil de 2007 pouco se diferencia do Brasil de 1970, com a importante ressalva de que, hoje, vivemos formalmente numa das democracias mais avançadas entre os países em desenvolvimento. Em termos institucionais, com todas as falhas que o Estado brasileiro possa ter, temos democracia para dar e vender a russos, chineses, indianos e sul-africanos. Mas tendemos perigosamente a recriar a ideologia do "Brasil grande" dos tempos do regime militar, sob os aplausos da imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, o presidente Lula celebrava o reaquecimento da indústria automobilística, quando uma única empresa anunciou a criação de mil empregos no ABC paulista. São licenciados em São Paulo 700 veículos por dia. Nascem na cidade 500 crianças por dia. "Nasce" mais carro do que gente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de um mês, o urbanista Cândido Malta Campos Filho dizia, no programa Domingo Espetacular, da TV Record, que, pela equação atual, São Paulo vai parar no dia 14 de novembro de 2012, com um congestionamento de 500 quilômetros provocado pelo excesso de veículos. Cândido Malta sabe o que diz. Em mais de 30 anos em cargos importantes do planejamento urbano, ele e seus contemporâneos ajudaram a construir, com políticas públicas equivocadas ou por omissão, o caos que agora denunciam. Talvez ele pudesse publicar neste Observatório um artigo esclarecendo o que mudou em sua visão desde 1978, quando propôs a construção de passarelas sobre o Vale do Anhangabaú, em São Paulo, confinando os pedestres e abrindo espaço para os carros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estímulo às soluções individuais em detrimento do transporte coletivo deu no que deu. Isso se chama insustentabilidade. Mas a imprensa ainda celebra números de crescimento, sem atentar para os efeitos colaterais que muitos deles produzem – e que podem inviabilizar nossas grandes cidades e produzir lá adiante um grande congestionamento econômico e social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade de consumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo agrícola vinculado à produção de biocombustíveis, as matrizes de energia definidas hoje, os modais de transporte projetados para as próximas décadas – tudo isso são oportunidades para a construção de um país moderno e ao mesmo tempo comprometido com a preservação do patrimônio de qualidade de vida que precisa ser legado às futuras gerações. Mas não é isso que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, nas questões que vão a público, as contestações de grupos dissidentes são apontadas pela mídia como retrocesso, quando se dirigem contra os interesses das grandes empresas. Veja-se, por exemplo, o caso da soja transgênica: desde o primeiro protesto dos movimentos de agricultores e ambientalistas contra a disseminação das sementes manipuladas pela Monsanto, a imprensa se colocou claramente a favor da "inovação". Em parte porque os protestos eram liderados por movimentos populares considerados radicais, como o MST, em parte porque viceja nas redações um natural deslumbramento com novidades tecnológicas sem muitas exigências quanto ao fundamento científico. A imprensa é "novidadeira", o que é diferente de ser inovadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Encerra-se o ano de 2007 com a revelação de que a soja transgênica terá para os agricultores um aumento de custo quase 100% superior ao aumento sofrido pelos produtores da soja natural. Ou seja: além dos riscos ambientais apontados por especialistas desde que começou a polêmica, temos a constatação de que a soja transgênica só é boa para a Monsanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é apenas um exemplo de como escolhas editoriais que não levam em conta a amplitude dos elementos suscitados pelos fatos podem se revelar desastrosas. A imprensa passou décadas elogiando prefeitos e governadores que construíam viadutos e vias expressas para os automóveis. A sociedade do automóvel está próxima do colapso. A imprensa embarcou nos delírios de grandeza econômica e cobrou crescimento a qualquer custo. O modelo econômico avança para o esgotamento dos recursos naturais, sob a pressão dos enormes contingentes de cidadãos que exigem sua inclusão na sociedade de consumo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imprensa chamou de "ecochatos" aqueles que vislubraram o desastre com décadas de antecedência. O desastre está aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Observatório da Imprensa)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-6411113466805246881?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/6411113466805246881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=6411113466805246881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6411113466805246881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6411113466805246881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/2007-o-ano-em-que-imprensa-sentiu-o.html' title='2007, o ano em que a imprensa sentiu o clima'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qt61MukpI/AAAAAAAAAT0/EySp4Orsy7U/s72-c/a+imprensa+descobriu+o+meio+ambiente.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-6661000004678307067</id><published>2008-01-08T18:06:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.322-08:00</updated><title type='text'>Sobre pinhões e cerejas...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qst1MukoI/AAAAAAAAATs/88RJOb1vRTg/s1600-h/Sobre+pinh%C3%B5es+e+cerejas....JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qst1MukoI/AAAAAAAAATs/88RJOb1vRTg/s320/Sobre+pinh%C3%B5es+e+cerejas....JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153293039504888450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre pinhões e cerejas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Aron Belinky*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se fala nas mudanças climáticas e não faltam pessoas que já apontem em nosso cotidiano seus efeitos. Se faz calor, a culpa é do aquecimento global. Quando de repente chega um frio digno desse nome, é o clima que está maluco. Chuvaradas, ventanias, enchentes, secas e incêndios pululam no noticiário e não nos deixam esquecer que algo muito sério está acontecendo. Mesmo que boa parte disso seja mera coincidência ou fruto da cobertura seletiva da imprensa, o fato incontestável é que estamos, sim, nos deparando com efeitos inconvenientes de nossas próprias ações. E quando digo próprias, não me refiro a “nós, a humanidade”. Falo sim de nós mesmos, todos seres humanos vivos e ativos, aqui e agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nasci, no início da década de 60, éramos 3 bilhões de pessoas no planeta. Hoje, nos primeiros anos do século XXI, estamos próximos a 7 bilhões. No curso de meus primeiros 40 anos de vida, a humanidade dobrou de tamanho, ao mesmo tempo em que multiplicou por quatro o volume de bens e serviços produzidos (e por fator bem maior a quantidade de lixo). Somos nós a geração herdeira do patrimônio tecnológico e organizacional que permitiu tamanho sucesso material, mas somos também a primeira geração que – literalmente – colherá as tempestades dos ventos (ou fumaças) que plantou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantios, estações do ano e ciclos naturais têm sido por milhares de gerações uma referência para as comunidades humanas. Cadências astronômicas governam o dia e a noite, assim como as luas e as marés. Definem a duração de um ano e o dividem em estações. Plantas e todos outros seres vivos entram nessa dança, aprendendo a medir seu tempo e a dar ritmo para suas vidas. Para mim, nascido e criado na metrópole de São Paulo, mais do que pelas alternâncias de calor e frio, de chuvas e secas, esses ciclos se revelavam em pequenos prazeres, esperados com época certa e água na boca. Pinhões e cerejas noticiavam o inverno e o verão, as festas juninas e os Natais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que alimentos ou prazeres, esses frutos sempre foram para mim referências tão importantes como a safra deve ser para os agricultores, o defeso para os pescadores, ou as águas para os criadores. Ao encontrar pinhões, sabia que faltavam seis meses para as cerejas, e depois dessas, mais seis meses para ter novamente os pinhões. Esse meu calendário natural implodiu quando, nesse mês de julho - graças à globalização, à queda do dólar e ao transporte aéreo refrigerado - encontrei pinhões e cerejas juntos no supermercado. Algo tão absurdo como São João e o Reveillon caírem na mesma semana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse caso é pequeno e subjetivo, mas emblemático do tempo em que vivemos e das decisões que tomamos. Por um lado, é uma óbvia alegoria de como hoje subvertemos o tempo, desconsiderando quaisquer ciclos naturais. Aplica-se desde as excessivas tarefas em cada hora de trabalho, passa pelos dias sem fim de quem roda o mundo acompanhando a ciranda de aberturas e fechamentos das bolsas, chega até a extensão da adolescência, pelo encurtamento da infância somado ao adiamento da maturidade. Ainda num plano óbvio, essa mesma alegoria nos fala de modelos agrícolas e de impactos do consumo. Quanto CO2 foi emitido para trazer de avião essas cerejas da Califórnia até São Paulo? Quanto de aquecimento global está associado a cada saquinho de frutas? Num mercado onde só conta o valor monetário, ter compradores para essas mercadorias é o suficiente para justificar e sustentar o negócio. E se contabilizássemos os custos socioambientais de tanto transporte? Ainda haveria mercado? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, os pinhões podem ser vistos como ícones de um modelo diferente, onde produtos regionais são valorizados por sua especificidade e, assim, valorizam as regiões onde são encontrados. Remete-nos, mesmo que indiretamente, a um conceito de produção local, onde deslocamentos mínimos e pouco impactantes são parte dos benefícios atribuídos ao produto. Representam ainda as possibilidades do extrativismo, onde o produto florestal de um ecossistema ameaçado coloca-se como fonte de renda permanente, alternativa à simples derrubada e exploração da terra e da madeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a analogia menos óbvia, mas talvez mais importante, leva-nos de volta ao ponto de partida: que escolhas estamos nós fazendo agora? Que prioridades nos governam? Que sentido faz aquecer o planeta para comermos cerejas em julho? Que sentido faz destruirmos nossas referências (pessoais, culturais e naturais), em nome da integração à modernidade globalizada? O problema, obviamente, é que estas respostas não são simples. A humanidade não se move de modo uniforme ou pela simples razão. Também não há dúvida de que, mesmo imperfeitos, os mercados capitalistas globais constituem um inestimável motor do progresso tecnológico e material. Encontrar um caminho efetivo e de equilíbrio nesse processo é um desafio que, como sabemos, não é pequeno. Mas o caminho, com certeza, começa com uma boa olhada em volta, revendo convicções, hábitos e conveniências com os olhos de quem – querendo ou não – pagará a conta. E bem antes do que possamos pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Aron Belinky (aron@ecopress.org.br), consultor em Responsabilidade Social e Sustentabilidade, é secretário-executivo do GAO (Grupo de Articulação das ONGs Brasileiras na ISO 26000) e da EcoPress – Agência de Noticias Ambientais. Formado em Administração Pública (FGV) e Geografia (USP). Milita em causas socioambientais desde 1978. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-6661000004678307067?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/6661000004678307067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=6661000004678307067' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6661000004678307067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6661000004678307067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/sobre-pinhes-e-cerejas.html' title='Sobre pinhões e cerejas...'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qst1MukoI/AAAAAAAAATs/88RJOb1vRTg/s72-c/Sobre+pinh%C3%B5es+e+cerejas....JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-7642871654858481505</id><published>2008-01-08T18:02:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.459-08:00</updated><title type='text'>Alimentos contra o câncer</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QrlFMuknI/AAAAAAAAATk/gyKgkdYfi20/s1600-h/Alimentos.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QrlFMuknI/AAAAAAAAATk/gyKgkdYfi20/s320/Alimentos.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153291789669405298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alimentos contra o câncer &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Thiago Romero, da Agência Fapesp &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma alimentação rica em alguns tipos de folhas, vegetais e frutas pode prevenir o câncer de colo uterino. A conclusão é de um estudo feito pela nutricionista Luciana Yuki Tomita com 1.378 mulheres atendidas em dois hospitais públicos da capital paulista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As voluntárias responderam a questionários sobre tipos de alimentos, tamanho das porções e freqüência de consumo no ano anterior ao do estudo. A pesquisa foi apresentada em tese de doutorado defendida no Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O câncer de colo uterino é causado por uma lesão conhecida como neoplasia intra-epitelial cervical (NIC), que por sua vez é causada pela infecção pelo papilomavírus humano (HPV) do tipo cancerígeno. Por meio do exame de papanicolau é possível identificar a lesão e tratá-la antes que evolua para câncer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana comparou a alimentação de mulheres com NIC e sem nenhuma lesão. A neoplasia tem três estágios de evolução, da lesão mais precoce e mais fácil de ser curada, a NIC1, até a NIC3, última etapa pré-câncer antes de a lesão se transformar na doença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo verificou que mulheres que consumiram mais folhas verde-escuras (como agrião, espinafre e couve), vegetais como pimentão e brócolis, além de frutas de cor laranja ou amarela (entre as quais mamão, manga, laranja e acerola), tiveram menor risco de desenvolver o NIC3. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 230 mulheres com NIC3 analisadas, 118 apresentaram baixo consumo (em média 16 gramas por dia) de folhas, vegetais e frutas. Enquanto isso o grupo controle, formado por 453 participantes sem nenhuma lesão, consumiu, em média, 28 gramas por dia. O restante das entrevistadas tinha NIC1 ou NIC2 e também apresentou consumo abaixo da média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O estudo, que teve como base dados probabilísticos coletados nas entrevistas, destaca que as mulheres que ingeriram esses alimentos tiveram um risco aproximadamente 50% menor de ter NIC3 no colo uterino, quando comparado com as que não o fizeram”, disse Luciana à Agência FAPESP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas prováveis &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca das causas da menor probabilidade de contrair a doença, a pesquisadora fez uma série de análises estatísticas das porções diárias consumidas pelas entrevistadas com dados de literatura sobre os antioxidantes presentes nos alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossa hipótese é que os carotenóides, antioxidantes que contribuem para a diminuição da proporção de radicais livres no organismo, seriam potenciais responsáveis por esse efeito benéfico dos alimentos. Os radicais livres induzem a má formação de células, entre as quais imunológicas, diminuindo a imunidade da mulher e causando lesões”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo também contou com amostras de sangue de 70% das entrevistadas, com e sem lesão, e observou nas mulheres sadias níveis maiores de licopeno, outro antioxidante encontrado em produtos como o tomate, a melancia e a goiaba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A concentração de licopeno no sangue das mulheres que não tinham nenhuma lesão foi de 1,10 micromol por litro. Já as com NIC3 tinham 0,74 micromol por litro do antioxidante. Isso sugere que o maior consumo de alimentos que tenham licopeno também pode evitar o desenvolvimento do câncer de colo uterino”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana alerta que o câncer de colo uterino é a segunda maior causa de morte entre as mulheres pela doença em todo o mundo, perdendo apenas para o câncer de mama, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Estima-se que sejam identificados cerca de 470 mil novos casos de câncer de colo uterino por ano no mundo, sendo registrados mais de 200 mil óbitos anuais pela doença”, apontou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de pesquisa de Luciana, que teve bolsa da FAPESP, foi premiado no 3º Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação da Faculdade de Saúde Pública da USP, realizado em dezembro de 2007 com o objetivo de divulgar pesquisas de iniciação científica, mestrado e doutorado desenvolvidas por alunos da faculdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho, intitulado Consumo alimentar e concentrações séricas de micronutrientes: associação com lesões neoplásicas cervicais e orientado pela professora Marly Augusto Cardoso, do Departamento de Nutrição da FSP, ficou em primeiro lugar na categoria Doutorado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agência Fapesp)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-7642871654858481505?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/7642871654858481505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=7642871654858481505' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7642871654858481505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/7642871654858481505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/alimentos-contra-o-cncer.html' title='Alimentos contra o câncer'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QrlFMuknI/AAAAAAAAATk/gyKgkdYfi20/s72-c/Alimentos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-4330814595337562773</id><published>2008-01-08T17:58:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.608-08:00</updated><title type='text'>'Uma cozinha contra o clima</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QqnlMukmI/AAAAAAAAATc/DmRXIZ1OHG8/s1600-h/Cosinha.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QqnlMukmI/AAAAAAAAATc/DmRXIZ1OHG8/s320/Cosinha.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153290733107450466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;'Uma cozinha contra o clima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Daniela Estrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O restaurante vegetariano El Huerto, em Santiago, é o primeiro do Chile a decidir combater suas emissões de dióxido de carbono. E agora, graças a uma iniciativa independente, qualquer cidadão poderá fazer o mesmo pela Internet. El Huerto, com capacidade para cem pessoas, abriu suas portas em 1980 no calmo bairro de Providencia e hoje goza de fama entre os amantes da comida saudável e da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiéis à sua consciência ecológica, seus proprietários, José Fliman e Nicole Mintz, decidiram, em junho, dar um passo que os levará para além das famosas tortas de alcachofra e verduras sauté: neutralizar o dióxido de carbono, um dos gases causadores do efeito estufa, liberado na atmosfera pela cozinha e pelo serviço aos clientes. “Queremos reduzir nosso consumo de energia e compensar o que não podemos economizar”, disse ao Terramérica Fliman, que deixou o processo nas mãos do governamental Instituto de Ecologia Política (IEP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, o IEP fez a análise energética do El Huerto, que emite anualmente 64,65 toneladas de dióxido de carbono pelo consumo de eletricidade térmica e combustíveis fósseis como gás, parafina, carvão e benzina. Depois fez um plano de economia energética de 12% ao mês com conselhos práticos e painéis educativos para mudar os hábitos dos mais de 20 trabalhadores do concorrido restaurante. “A explicação que o Instituto nos deu sobre a mudança climática nos fez tomar consciência da gravidade do problema”, disse ao Terramérica a garçonete Isabel Carvajal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lâmpadas foram trocadas pelas de baixo consumo, foram selados vazamentos de ar para reduzir o uso de calefação no inverno e instalados toldos do lado de fora das janelas para reduzir a entrada de calor no verão. As panelas são tapadas para reduzir o tempo de cozimento dos alimentos, armazena-se água em recipientes próprios e apaga-se as luzes desnecessárias. A avaliação final do processo acontecerá em novembro de 2008. Por outro lado, o restaurante decidiu compensar todo o dióxido de carbono emitido em 2007 comprando eletricidade limpa e bônus de carbono, destinados a financiar projetos de baixa ou nenhuma liberação de gases causadores do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Huerto compra eletricidade da El Rincón, uma central hidrelétrica que aproveita a energia natural dos rios sem acumular a água em represas. Em agosto, o próprio IEP certificou que a El Rincón produzia energia limpa, respeitando o meio ambiente e a população, segundo os padrões da Rede Européia de Eletricidade Verde. O restaurante também compra bônus de carbono da Climate Care, que utiliza o dinheiro para implementar projetos limpos em nome de seus clientes. O El Huerto desembolsou US$ 770 pela compensação de 2007. No dia 30 de novembro, entregou US$ 295 à El Rincóin, que gera 2,4 quilowatts por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À Climate Care, que concede certificados ou autorizações para emitir uma tonelada de carbono por US$ 15, correspondem cerca de US$ 475. A proprietária da El Rincón, a Associación de Canalistas de Maipo, principal rio que abastece de água a capital, utilizará o dinheiro na operação da geradora e na manutenção da rede de canais que a abastecem, disse ao Terramérica seu gerente-geral, Alejandro Gómez. A Climate Care investirá o dinheiro em seu portfólio de projetos de energias renováveis não convencionais e de eficiência energética. “Isto reforçará nossa imagem diante dos consumidores. Se eu fosse exportador, não pensaria duas vezes para competir com empresas de outros países”, disse Fliman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O El Huerto utiliza 20% de suas matérias-primas orgânicas, elaboradas sem agroquímicos. A proporção não é maior porque o mercado interno é pequeno e por problemas de distribuição, explicou o proprietário. “Ser responsável por sua marca ecológica proporciona às empresas benefícios de imagem ou de competitividade no mercado”, disse ao Terramérica Matias Steinacker, representante da Climate Care na América Latina. Porém, essa tendência apenas começa no Chile. Em novembro, foram compensadas emissões de dióxido de carbono produzidas em um encontro organizado pelo governo com investidores em energias renováveis e Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os MDL permitem a governos e empresas de nações industrializadas, obrigadas a reduzir seus gases causadores do efeito estufa, a cumprir em parte esse objetivo investindo em projetos limpos em nações em desenvolvimento para obter reduções certificadas de emissões a custos menores. Para Fliman, o mais reconfortante foi ver a mudança de hábitos de seus funcionários “porque dessa forma vai se criando uma rede”. Segundo dados das Nações Unidas, o Chile é o país latino-americano que mais aumentou suas emissões anuais de carbono entre 1990 e 2004, de 35,6 milhões de toneladas para 62,4 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a contribuição chilena para a mudança climática é de 0,2% do total. A emissão de dióxido de carbono por habitante é de 3,9 toneladas anuais. Para comprometer os cidadãos na cruzada contra a mudança climática, o IEP lançou a iniciativa “Zerodióxido de carbono”, em uma página da Internet, onde qualquer pessoa pode calcular suas emissões desse gás e encontrar orientações para reduzi-las e compensá-las pagando de forma eletrônica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINKS EXTERNOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+Instituto de Ecología Política&lt;br /&gt;http://www.iepe.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+Climate Care, en inglés &lt;br /&gt;http://www.climatecare.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+Cerodióxido de carbono &lt;br /&gt;http://www.ceroco2.cl&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;* A autora é correspondente da IPS.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Terramérica)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-4330814595337562773?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/4330814595337562773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=4330814595337562773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4330814595337562773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/4330814595337562773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/uma-cozinha-contra-o-clima.html' title='&apos;Uma cozinha contra o clima'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QqnlMukmI/AAAAAAAAATc/DmRXIZ1OHG8/s72-c/Cosinha.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-6510827897706756987</id><published>2008-01-08T17:14:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.759-08:00</updated><title type='text'>Espanha: energia limpa, negócios questionados</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qgc1MuklI/AAAAAAAAATU/jGuo3t_g648/s1600-h/energia.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qgc1MuklI/AAAAAAAAATU/jGuo3t_g648/s320/energia.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153279553307578962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espanha: energia limpa, negócios questionados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Tito Drago, da IPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de energia com recursos renováveis apresenta ótimas possibilidades na Espanha, embora também gere críticas ao negócio derivado da mesma e à falta de controle no cumprimento pelas empresas de seus compromissos com o cuidado ambiental. Várias companhias anunciaram investimentos milionários no campo da energia limpa. Entre elas se destacam Iberdrola, que investirá 8,6 bilhões de euros (US$ 12,240 bilhões) em energia eólica, e Abengoa, com dois bilhões de euros (US$ 2,8 bilhões) em energia solar. Parte desses investimentos será realizada no exterior, mas a maioria na Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Iberdrola, segundo seu presidente, Ignácio Sánchez Galán, é líder mundial no setor eólico, já que atualmente tem capacidade de produção de 7.300 megawattas, que chegará a 13.600 em 2010. Também a Endesa, outra multinacional espanhola, vai inaugurar neste primeiro trimestre uma simbólica unidade produtora de energia solar no Ferro, localidade da Galícia, uma das 17 comunidades autônomas que integram este país. O simbolismo está no fato de esta unidade estará localizada junto a uma antiga central térmica de carvão e que produzirá o equivalente ao consumo de 10 familias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As previsões são animadoras. Fontes governamentais estimam que até 2011 9% da energia elétrica consumida em toda Espanha terão origem eólica, em cujo desenvolvimento terá particular importância a instalação de moinhos no mar. O especialista Emilio Menéndez realizou um informe para a organização Greenpeace onde destaca que o potencial eólico marinho na península ibérica é de aproximadamente 25 mil megawatts e que neste país ainda não está sendo utilizado, ao contrário do que fazem outras nações, como Dinamarca, Suécia e Grã-Bretanha, que já têm instalados moinhos próximos de suas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes do Ministério do Meio Ambiente disseram à IPS que, se como espera sua direção o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) vencer as eleições gerais do dia 9 de março, a instalação de parques eólicos marinhos terá um forte impulso e o financiamento adequado. Nessa linha os ministérios de Meio Ambiente e da Indústria, Turismo e Comercio já iniciaram um estudo para localizar as zonas do espaço marítimo e terrestre que reúnem as condições necessárias para a instalação desses arques, primeiro passo para depois outorgar as correspondentes permissões de instalação, uso e comercialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo socialista de José Luis Rodrigues Zapatero também teve de intervir para que as empresas cumpram seus compromissos de reduzir a produção de dióxido de carbono (CO²). A empresas obtiveram o direito de emitir, entre 2005 e 2007, até 85,4 milhões de toneladas anuais de CO², com uma compensação econômica do Estado, mas incluíram o custo nas contas dos consumidores finais. Por isso, o governo determinou que as empresas envolvidas devolvam o dinheiro, que representou 1,2 bilhão de euros (US$ 1,680 bilhão) entre 2006 e 2007 e a isso se somarão neste ano mais 1,450 bilhão (US$ 1,830 bilhão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dos protestos das companhias, o governo espanhol disse que em 2008, depois das eleições, proporá uma lei a respeito que substitua o atual decreto-lei aprovado em 21 de dezembro, o que permitirá que a questão seja discutida a fundo e negociada. A resposta foi rápida: a Associação Espanhola da Indústria Elétrica, que reúne as empresas do setor, disse que não cruzará os braços se a lei anunciada mantiver a exigência para devolverem o dinheiro recebido pela emissão de CO². Assim, avizinha-se um ano polêmico sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o PSOE vencer as eleições e Zapatero voltar a liderar o governo, este assunto receberá no parlamento apoio suficiente para manter sua posição, já que será aprovado pela coalizão Esquerda Unida, pelos Verdes, pela Esquerda Republicana da Catalunha e pelo Bloco Nacionalista Galego, que já o apoiaram quando foi votado o atual decreto-lei. As organizações não-governamentais apóiam as mudanças, mas também fazem suas críticas. Segundo o Greenpeace, “as companhias elétricas anunciam com grande alarde sua aposta nas energias renováveis, mas continuam mantendo sistemas de geração com carvão ou energia nuclear”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados do Ministério da Industria, Turismo e Comercio na Espanha indicam que há seis centrais nucleares em funcionamento e destas duas contam com dois reatores cada uma, o que dá um total de oito reatores. Também há outra que encerrou sua vida útil e mais uma que está em processo de desmantelamento. Esses oito reatores produzem 19,8% do total do sistema elétrico espanhol, colocando este país na 19ª posição mundial. Além disso, na Espanha existe uma fábrica de combustível nuclear e um centro de armazenamento de lixo radioativo, o que foi alvo de polêmicas e fortes críticas por parte das organizações ecológicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/ IPS)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-6510827897706756987?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/6510827897706756987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=6510827897706756987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6510827897706756987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/6510827897706756987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/tv-bio-o-canal-do-meio-ambiente_08.html' title='Espanha: energia limpa, negócios questionados'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4Qgc1MuklI/AAAAAAAAATU/jGuo3t_g648/s72-c/energia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-2846496790975590054</id><published>2008-01-08T16:35:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:55.969-08:00</updated><title type='text'>Um casal morreu depois de o Corsa Classic em que estava ser levado por enxurrada</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QYDlMukhI/AAAAAAAAASs/IgPtSSKEOWU/s1600-h/Chuvas%2520250x300.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QYDlMukhI/AAAAAAAAASs/IgPtSSKEOWU/s320/Chuvas%2520250x300.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153270323422859794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um casal morreu depois de o Corsa Classic em que estava ser levado por enxurrada para o córrego da Avenida Orosimbo Maia, em Campinas, na madrugada desta terça-feira. O acidente aconteceu quando a cidade era atingida por uma chuva intensa, com ventos fortes e muitos relâmpagos. O Corsa, de placas DHS-7518-Rio das Pedras, passava pela avenida, quando na esquina com Rua Jorge Krug teve a sua trajetória deslocada pelas águas.&lt;br /&gt;Mateus Gabriel Bonaza, de 25 anos, era um dos ocupantes do carro. Ele foi identificado pelos familiares no final da manhã de hoje. Bonaza era da cidade de Rio das Pedras, na região de Piracicaba, e cursava o 6º ano de medicina na PUC-Campinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rastro de destruição&lt;br /&gt;Com ventos de até 117,8 km/hora, o temporal que atingiu Campinas entre às 22h da noite de segunda-feira até às 2h da madrugada desta terça, deixou um cenário de destruição na manhã de hoje: Casas testelhadas, árvores no chão, parte da fiação de postes caída, semáforos sem funcionar e muita sujeira pelas ruas.&lt;br /&gt;Os bairros da região Central - Vila Itapura, Botafogo, Guanabara, Cambuí e Castelo - foram os mais atingidos. De acordo com o Centro de Pesquisas Meteorológicas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), a chuva mais intensa medida foi registrada no bairro Taquaral, com 64mm em uma hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Defesa Civil registrou 49 ocorrências entre noite de segunda-feira até a madrugada desta terça. A maioria destas ocorrências foi por destelhamento de casas e queda de árvores. Em um balanço parcial, a Defesa Civil registrou até o momento mais de 100 quedas de árvores. Três famílias ficaram desabrigadas no Jardim Santa Lúcia por conta de uma queda de muro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Região&lt;br /&gt;A chuva de hoje não fez estragos só em Campinas. Várias cidades da região também foram atingidas. Em Monte Mor ainda não há um levantamento oficial fechado pela Prefeitura, mas de acordo com a assessoria de imprensa do órgão pelo menos duas unidades educacionais sofreram danos. A Escola Municipal de Educação Infantil Edson José de Paula ficou destelhada e a Escola Municipal Miguel Jabut foi alagada. Segundo a Prefeitura, nas duas unidades, localizadas no Jardim Paulista, os alunos foram dispensados das aulas de hoje.&lt;br /&gt;Em Americana, até agora a Defesa Civil registrou a queda de 9 árvores espalhadas pelo Jardim São Pedro, bairro Frezarim, Vila Medon, Cidade Jardim, bairro Colina, Vila Amorim, Jardim Girassol e Jardim Ipiranga.&lt;br /&gt;Segundo os responsáveis pela área de Parques e Jardins de Sumaré, o vento forte provocou ocorrências isoladas de quedas de árvores e destelhamentos na região do Jardim Dall´Orto, na entrada da área central da cidade e no Assentamento I. Em alguns caso as quedas chegaram a provocar interrupção temporária de energia elétrica, mas sem provocar outros danos maiores à população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Cosmo Online&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-2846496790975590054?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/2846496790975590054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=2846496790975590054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/2846496790975590054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/2846496790975590054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/um-casal-morreu-depois-de-o-corsa.html' title='Um casal morreu depois de o Corsa Classic em que estava ser levado por enxurrada'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QYDlMukhI/AAAAAAAAASs/IgPtSSKEOWU/s72-c/Chuvas%2520250x300.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308447407791095605.post-2497981512895255903</id><published>2008-01-08T16:22:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T15:28:56.119-08:00</updated><title type='text'>IPS registra a perspectiva de avanços significativos na utilização de fontes limpas de energia na Espanha</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QbZ1MukiI/AAAAAAAAAS0/DS2xGHAX-qE/s1600-h/e%C3%B3licos+e+solares.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QbZ1MukiI/AAAAAAAAAS0/DS2xGHAX-qE/s320/e%C3%B3licos+e+solares.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153274004209832482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reportagem da IPS registra a perspectiva de avanços significativos na utilização de fontes limpas de energia na Espanha, com investimentos bilionários de corporações como a Iberdrola, a Abengoa e a Endesa em parques eólicos e solares. Pode ser um bom sinal para o Brasil, onde as três empresas têm participação significativa no setor elétrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palmas para as novas campeãs da energia limpa e renovável? Não necessariamente. A matéria traz uma informação inquietante para os que jogam todas as fichas no mercado e na inovação tecnológica para a superação da enrascada socioambiental em que nos metemos. As empresas são acusadas de repassar para o consumidor a conta dos direitos de emissão de CO2 em suas velhas usinas a carvão, que adquiriram para o período 2005/2007. Foram obrigadas pelo governo do PSOE a devolver o dinheiro, mas se recusam a fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O business as usual costuma ser associado de maneira ingênua às corporações que seguem à frente do que Hazel Henderson chama de industrialização primitiva. É a mesma modalidade de auto-engano que atribui à energia limpa e renovável o dom de abrir as portas do paraíso. Para os que assim pensam, recomendo também a leitura do nosso segundo destaque de hoje no Mercado Ético, que trata dos efeitos dos biocombustíveis sobre a saúde humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem, como eu, vive em São Paulo nem precisa de pesquisa para compreender o impacto de oxidantes fotoquímicos como o ozônio em nossos olhos, narinas, brônquios e pulmões. Basta respirá-los num daqueles dias secos e ensolarados de inverno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha querida Laura Teti, ferrenha defensora do etanol de cana-de-açúcar, costuma apresentá-los como paradigma do sucesso do Proconve, o programa rigoroso de controle de emissões de veículos que ajudou a articular nos anos 80. Segundo ela, trocamos a velha poluição do chumbo que impregnava a gasolina antes da adição do álcool e dos particulados emitidos pelo diesel por este ar “de primeiro mundo” que passamos a respirar sob as bençãos do Pró-Álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, foi uma boutade. Mas vale a pergunta: até que ponto, por conta do que vislumbramos hoje como caminho para a sustentabilidade, temos o direito de ignorar velhas práticas como a socialização dos prejuízos corporativos e velhos problemas como a contaminação do ar, em nome das boas relações como nossos  “companheiros de viagem”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Maurício de Oliveira&lt;br /&gt;editor-chefe do Mercado Ético&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308447407791095605-2497981512895255903?l=tvbio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tvbio.blogspot.com/feeds/2497981512895255903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6308447407791095605&amp;postID=2497981512895255903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/2497981512895255903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308447407791095605/posts/default/2497981512895255903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tvbio.blogspot.com/2008/01/tv-bio-o-canal-do-meio-ambiente.html' title='IPS registra a perspectiva de avanços significativos na utilização de fontes limpas de energia na Espanha'/><author><name>Adler Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08671989021761722788</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-j5p6EOsNVIk/To20VqYCLnI/AAAAAAAABnw/bEJVF2aTzYk/s220/fm.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q_fiG6ZI0xA/R4QbZ1MukiI/AAAAAAAAAS0/DS2xGHAX-qE/s72-c/e%C3%B3licos+e+solares.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
